Morre o deputado Rubens Recalcatti

Há pouco, faleceu o deputado Rubens Recalcati, de infarto fulminante. Rubens Recalcatti, ou Delegado Recalcatti, de 72 anos, tomou posse como deputado estadual do Paraná em 2 de maio de 2017. Eleito suplente em outubro de 2014, com 40.358 votos, ficou em quarto lugar na chapa do Partido Social Democrático (PSD), tendo ocupado a vaga deixada pelo atual prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, também do PSD. Foi reeleito deputado estadual pelo PSD, em 07 de outubro de 2018, com 35.348 votos.

Delegado de carreira, concursado em 1994, Recalcatti atuou durante 23 anos em diversos municípios do Paraná, como União da Vitória e Araucária, e em várias Delegacias de Curitiba. Entre elas, as de Furtos e Roubos e de Homicídios. Conduziu diversas investigações de grande repercussão na sociedade paranaense, destacando-se como policial de linha de frente e muito ativo nas lides do ofício.

Ingressou na Polícia Civil em 1979, como agente investigador, carreira em que atuou durante 16 anos. Formado em Estudos Sociais pela PUC e em Direito pela UniCuritiba. É coautor do livro “Sequestro – Modus Operandi e Estudos de Casos” (Editora Nova Letra/2004), que assinou com a advogada e escritora Noely Manfredini, falecida em 2012. Concorreu pela primeira vez a deputado estadual em 2010, pelo PV. Está filiado ao PSD desde 2011. Foi reeleito deputado estadual nas eleições de 7 de outubro de 2018, com 35.248 votos.

Rubens Recalcatti nasceu em 23 de outubro de 1948, em Videira (Ibiam), em Santa Catarina. Filho de família numerosa, de oito irmãos de sangue e quatro adotados, mudou-se ainda criança com os pais, Jacob e Maria, para Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Em plena época de colonização da região, seu pai atuou como delegado na cidade e participou da Revolução dos Colonos, de 1957. Seguindo o exemplo dele, Recalcatti prestou concurso para a Polícia Civil em 1979. Casou-se com Leonice em 1976, em Curitiba, com quem teve dois filhos, Filipe (cursando Direito) e Heloisa (formada em Psicologia). A família reside em Curitiba há 42 anos.

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Chuvas e menor consumo dão alívio a reservatórios da região Sul

As chuvas registradas nos últimos dias, combinadas com as medidas de redução de demanda, deram um alívio aos reservatórios do Sul e Sudeste/Centro-Oeste e diminuíram o risco de um novo racionamento nos moldes do de 2001. O cenário, no entanto, ainda é preocupante, uma vez que o período úmido só está no início e ainda não se sabe ao certo qual a intensidade da hidrologia nos próximos meses, dizem especialistas.

De 1.º de outubro até agora, os reservatórios do Sul – que representam 7% do armazenamento do País – tiveram ganho de 5,78 pontos porcentuais no volume de água, de 28,35% para 34,13%. No Sudeste/Centro-Oeste, responsável por 70% da capacidade, a recuperação foi menor, mas pelo menos parou de cair. Em 6 de outubro, as usinas da região registraram o menor patamar de água em seus lagos, de 16,49%. No dia 12, estava em 16,82%.

“A situação de suprimento ainda é desconfortável, mas melhorou na margem, ou seja, não é hora de comemorar o fim da crise hídrica. O cenário só despiorou”, diz o presidente da consultoria PSR, Luiz Augusto Barroso. Segundo ele, a adesão das empresas em relação ao plano de redução voluntária também ajudou bastante na melhora do cenário.

Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) mostram que o programa de redução voluntária de energia elétrica somou 442 megawatts (MW), em setembro, e 600 MW neste mês. Junta-se a isso a antecipação do funcionamento de usinas térmicas e eólicas autorizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A combinação de todos esses fatores ajudou a diminuir o nível de tensão sobre o sistema momentaneamente. “Hoje, o cenário é outro O risco diminuiu sensivelmente. Agora, temos de ver se essa trajetória de chuvas vai continuar nas próximas semanas”, diz o professor da UFRJ Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel).

Em evento ontem, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) descartou o risco de racionamento neste ano, mas destacou que a situação ainda é crítica e que as medidas emergenciais precisam ser mantidas em 2022. Ou seja, as térmicas devem continuar em operação por mais tempo, o que pressiona o preço da energia para o consumidor. “Esse é o ponto crítico que vai perdurar nos próximos meses. A bandeira tarifária não está conseguindo cobrir o preço das térmicas. Algumas chegam a R$ 1,6 mil o MWh”, diz Castro.

Renovável

Ao mesmo tempo, há previsão para entrada em operação de uma série de novas – e mais baratas – usinas no mercado, como as solares e as eólicas. Segundo o presidente da Comerc, Cristopher Vlavianos, a eólica foi a grande protagonista durante essa crise elétrica. Em alguns momentos, os parques espalhados pelo País, sobretudo no Nordeste, conseguiram gerar até 21% de toda energia consumida no Brasil inteiro.

A solar chegou a quase 2% do total produzido, mas a tendência é que ela siga a trajetória da eólica. “No futuro, prevemos que ela vai ocupar um espaço ainda maior que a eólica no País. O benefício é que há potencial também no Sudeste”, diz Vlavianos.

Renováveis vão reforçar sistema

Além do volume de chuvas, o abastecimento do ano que vem vai depender da manutenção das térmicas emergenciais em operação atualmente e da entrada de nova capacidade, afirma o presidente da PSR, Luiz Augusto Barroso. Segundo ele, há um série de usinas renováveis entrando em operação em 2022, tanto de geração centralizada (parques maiores) quanto distribuída (placas residenciais). “Além de reforçar a oferta, isso diversifica a matriz e reduz a nossa dependência à hidrologia.” Além disso, completa o executivo, o governo vai realizar neste mês um leilão para compra de nova oferta de energia para 2022, adicional ao que já está previsto, o que reforça o suprimento do ano.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Motoristas encerram greve no transporte coletivo de São José dos Pinhais

Motoristas de ônibus encerraram a greve do transporte coletivo de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Com isso, o serviço voltou a funcionar normalmente nesta sexta-feira (15).

A retomada aconteceu depois da categoria aceitar uma proposta da Auto Viação Sanjotur em uma assembleia realizada na quinta (14).

Os funcionários não receberam parte do salário que deveria ter caído na conta na última sexta-feira (8).

A empresa fez proposta aos trabalhadores de na segunda-feira (18) pagar 50% e dia 25 de outubro o restante.

A Sanjotur opera mais de dez linhas de ônibus urbanas e rurais.

Informações Banda B