Captura de Nicolás Maduro: Ação Militar dos EUA na Venezuela
Na madrugada deste sábado (3), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças especiais dos Estados Unidos. A operação foi confirmada pelo presidente americano Donald Trump e envolveu a elite militar, a Força Delta, sem deixar baixas entre as tropas americanas.
Autoridades dos EUA afirmam que o casal já não se encontra mais em território venezuelano.
Detalhes da Operação Militar
A ação militar, que ocorreu em Caracas e em estados vizinhos como Miranda, Aragua e La Guaira, envolveu incursões aéreas e terrestres. Moradores relataram sonoros explosivos que duraram cerca de 90 minutos, resultando em cortes de energia elétrica em várias áreas.
Especialistas em inteligência qualificaram a operação como de “velocidade impressionante.” A tecnologia de rastreamento da CIA foi fundamental para localizar Maduro.
Durante a operação, moradores de áreas costeiras relataram que o céu ficou vermelho e o chão tremeu. Em resposta, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA proibiu sobrevoos de aeronaves americanas no espaço aéreo da Venezuela, citando riscos à segurança.
Acusações e Objetivo da Captura
A operação teve como objetivo levar Nicolás Maduro a julgamento no Distrito Sul de Nova York, onde é acusado de narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína e posse de armas. A justiça americana havia oferecido uma recompensa de 50 milhões de dólares por informações que levassem à sua captura.
De acordo com o senador republicano Mike Lee, a operação foi fundamentada no Artigo II da Constituição dos EUA, que confere ao presidente a autoridade de defensor do interesse nacional.
Reações Internacionais e Decretação de Emergência
Após a ação militar, o governo venezuelano decretou emergência nacional e mobilizou seus planos de defesa. A vice-presidente, Delcy Rodriguez, afirmou que o paradeiro de Maduro era desconhecido.
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, destacou que o país resistirá a forças estrangeiras e denunciou ataques às áreas civis. A operação gerou divisões na comunidade internacional:
- Aliados: Rússia e Cuba condenaram a ação, classificando-a como um “ato de agressão armada”.
- Apoio: O presidente argentino, Javier Milei, celebrou a captura afirmando que “a liberdade avança”.
- Brasil: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião emergencial para avaliar os impactos regionais da operação.
A União Europeia e países como Chile e Colômbia expressaram preocupação, pedindo moderação e uma solução pacífica respeitando o direito internacional.
Fonte: CNN https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/maduro-e-esposa-foram-retirados-de-dentro-do-quarto-durante-captura-dos-eua/
