Jardim Botânico terá áreas de exposição, para cursos e um café

Destino mais pesquisado pelos turistas e um dos mais amados pelos curitibanos, o Jardim Botânico de Curitiba está passando pela segunda etapa do seu processo de revitalização. Estão em andamento os trabalhos de recuperação da área que fica logo atrás da estufa.

Foto: José Fernando Ogura

A Galeria das Quatro Estações, como será chamado o espaço, tem previsão de entrega para o final do primeiro semestre. Os investimentos são de cerca de R$ 3,5 milhões.

“As equipes trabalham na recuperação e pintura da estrutura metálica e na construção de alvenaria que vai compor o complexo”, conta o diretor de Parques e Praças da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Jean Brasil.

Trata-se de uma intervenção de 2.122 metros quadrados e 145 metros de extensão. Um terço da estrutura receberá cobertura e climatização, onde serão instaladas áreas de exposição, para cursos e um café.

“Parte permanecerá descoberta para abrigar uma nova coleção botânica, a ser definida pela comissão responsável dentro do Jardim”, informa o diretor de Produção Vegetal, José Roberto Roloff.

Cartão postal

A estufa, cartão postal de Curitiba, foi reaberta em novembro de 2019, após uma de suas maiores intervenções desde que foi inaugurada, na década de 1990. Mais de mil peças de vidro foram trocadas e 16,3 mil metros de borrachas de vedação foram substituídos.

Houve recuperação das esquadrias e estruturas metálicas do piso e do mezanino, escadas e calhas. Também foi feita a limpeza interna e externa, pintura e implantação de novos corrimões.

Cuidado constante

Desde 2017, o município vem promovendo melhorias na unidade de conservação voltada ao estudo e pesquisas botânicas. Houve intervenções no Jardim das Sensações, na coleção Jardim das Plantas Nativas e a reabertura da sala de Educação Ambiental, a Sala das Araucárias.

Em 2018, aconteceu uma revitalização da calçada e ciclovia que dão acesso ao Jardim Botânico. E os ciclistas, que não podem circular com as suas bicicletas dentro do Jardim, ganharam um bicicletário para deixá-las em segurança.

Internamente, as equipes trabalham nas constantes podas da vegetação e manutenção das estruturas. Em 2017, foram feitas melhorias no calçamento atrás da estufa, além da reorganização e troca das plantas que podem ser vistas por lá.

É um jardim

Unidade de conservação voltada ao estudo e pesquisa botânicas, o Jardim Botânico de Curitiba alia preservação de área verde na cidade com opções de lazer ao trabalho de conservação botânica. 

Além da estufa que abriga plantas da floresta atlântica, há nove coleções botânicas espalhadas pela área: Ameaçadas de Extinção, Araucarieto, Arbustos dos Campos do Paraná, Campos Nativos de Curitiba, Exóticas, Floresta Atlântica, Floresta Estacional Semidecidual, Palmeiras Brasileiras, e Jarim das Araucárias do Mundo.

Elas existem como forma de preservação das plantas e elemento de Educação Ambiental. Cada uma das coleções conta com placas que trazem uma breve descrição das características e regiões de origem, além de uma lista das espécies plantadas.

A escolha das coleções é feita pela Comissão Especial Permanente para pesquisa, implantação e manutenção das coleções vivas do Jardim Botânico Municipal de Curitiba.

Especialista em secas, pesquisador da UFPR alerta para mais três meses com poucas chuvas

No último dia 10 a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) confirmou que estamos passando por um período de La Niña, que diminui a quantidade de chuva

Especialista em secas, o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Pedro Fontão, afirmou à Banda B nesta segunda-feira (21) que a primavera, que começa nesta terça (22), deverá ter chuvas abaixo da média, o que preocupa devido à estiagem que Curitiba e região metropolitana estão passando. Segundo Fontão, no último dia 10 a National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) confirmou que estamos passando por um período de La Niña, que diminui a quantidade de chuva.

“O grande problema deste ano é realmente a ocorrência do La Ninã e pelos modelos não há previsão de chuvas volumosas para pelo menos os próximos três meses”, explicou o especialista, destacando que passamos por um período de seca localizada. “É uma questão regional de uma seca localizada no Paraná. Rio Grande do Sul estava mal também, mas deu uma boa recuperada em agosto, diferente de Curitiba”, salientou.

De acordo com Fontão, chuvas em grande quantidade apenas para o mês de janeiro. “Em termos de climatologia fica difícil de falar, mas tudo indica que em janeiro e fevereiro possam acontecer anomalias mais positivas, ajudando a recuperar os mananciais”, destacou.

Para o mês de setembro, onde pouco choveu, uma chuva mais forte deve acontecer apenas no próximo fim de semana, de acordo com os institutos meteorológicos.

Informações Banda B.

CANAL RAGULO: Um dos melhores canais de gastronomia no YouTube

Com a pandemia a busca por canais de gastronomia no YouTube aumentou consideravelmente. As pessoas começaram a se reinventar em casa e a internet está sendo uma grande aliada. Entre estes canais, se destaca o curitibano, natural de Jacarezinho/PR, Rafael Lopes – com o seu canal chamado RAGULO.

Rafael, ou “RAGULO” como é conhecido, transborda carisma e simplicidade em sua forma de apresentar novas receitas. Traz o “jeitão Pé Vermelho” do interior do Paraná e já cativou mais de 11 mil pessoas em seu canal. 

Em seus vídeos, ele mostra em detalhes o preparo da comida, explicando de maneira didática como se faz. Um de seus sucessos é como se faz “A MELHOR MAIONESE DO MUNDO”, que já atingiu a marca de mais de 124 mil visualizações.

Ragulo, curitibano de alma e coração, além de um grande chef de mão cheia, também é um excelente comunicador ao lado do Rei do Rádio, Luiz Carlos Martins, em um programa matutino da Rádio Banda B. Além disso, Lopes realiza um trabalho incrível na cidade, atendendo várias demandas de comunidades que mais precisam e apoiando causas de grande importância para a nossa a sociedade e também para a nossa região, como é o caso da crise hídrica que enfrentamos recentemente – buscando soluções junto aos órgãos responsáveis.

Aquele trabalho que vale a pena acompanhar e conferir o que vem de novo por aí.

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