Imagina isso no Busão Curitiba


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Imagina que louco se você tá meio sonolento no terminal, entra no ônibus e isso acontece:


Loucura, loucura, loucura!

Vi enquanto me atualizava no Bobagento.

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Rotatória e novas calçadas vão melhorar mobilidade no Vista Alegre

Obras da Prefeitura de Curitiba para correção geométrica e regularização de calçadas na confluência das ruas Antônio de Grade, João Tschannerl e João Carlos Pedrosa, no bairro Vista Alegre. Curitiba, 07/02/2023. Foto: Ricardo Marajó/SMCS

A Prefeitura de Curitiba tem obras de correção geométrica e regularização de calçadas na confluência das ruas Antônio de Grade, João Tschannerl e João Carlos Pedrosa, no bairro Vista Alegre. A obra é coordenada pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Smop) para organizar a circulação de veículos na região e facilitar o trajeto do transporte coletivo e dos pedestres e ciclistas.

As intervenções incluem novo traçado da via com implantação de rotatória, serviços de drenagem, requalificação de 270 metros calçadas que vão ganhar acessibilidade, asfalto novo em cerca de 135 metros de vias e paisagismo.

Importante para a região, a Rua Antônio de Grade faz a ligação entre os bairros Vista Alegre e Pilarzinho e é rota de quatro linhas de ônibus: 020-Interbariros II (Horário), 021-Interbairros II (Anti-Horário), 160-Jardim Mercês/Guanabara e 168-Raposo Tavares.

O novo traçado da rua era reivindicação antiga dos moradores, que apresentaram a demanda no programa Fala Curitiba, de audiências públicas.

“As melhorias vão servir para aumentar a segurança de condutores e pedestres, reduzir tempos de deslocamentos e evitar conflitos no trânsito da região. Outro importante aspecto é o fato de a obra atender pedido da população, que se organizou para apresentar a sugestão no Fala Curitiba”, destaca o secretário municipal de Obras Públicas, Rodrigo Araújo Rodrigues.

As obras começaram na primeira semana de janeiro com a retirada dos meios-fios, início dos serviços de drenagem e requalificação das calçadas, que estão recebendo uma faixa em paver e outra de lousinha (lajotas de granito) e, em alguns pontos faixa, gramado.

Na sequência, serão implantadas dez rampas de acessibilidade nos cruzamentos e retirada a ilha da pista que atualmente serve para orientar os veículos que trafegam em direções opostas.

No local, será implantada a nova rotatória para ordenar a conversão dos veículos em segurança ao mesmo tempo que permitem fluidez no trânsito. A última etapa será a requalificação do asfalto.

De acordo com o engenheiro da Smop fiscal da obra, Kayo Carvalho, a previsão é de que os serviços sejam concluídos em abril. O andamento das obras depende das condições climáticas.

Fim dos acidentes

Para quem vive ou trabalha na região, a obra era esperada e considerada fundamental para garantir, ao mesmo tempo, agilidade de quem circula pelo local, mas com segurança nos deslocamentos.

Aos 70 anos, o aposentado Osvaldo Tschannerl, que mora na Rua Antônio de Grade desde que nasceu, acompanhou o desenvolvimento da via, que ao longos das décadas se transformou em corredor de passagem para os bairros Pilarzinho e Vista Alegre.

“O trânsito aumentou muito e ficou perigoso, precisava de uma ação para organizar. Vai ficar muito bom, já aprovamos”, contou Tschannerl.

Outro morador satisfeito é Sanderson Diotalevi, militar reformado e ex-secretário municipal da Defesa Social de Curitiba, no início dos anos 2000.

“Essa é uma obra necessária, reivindicada pelos moradores porque é um entroncamento perigoso de vias. Considero uma ação cirúrgica, pode parecer pequena, mas terá grande efeito na segurança e na qualidade de vida das pessoas”, definiu Diotalevi.

O comerciante Gustavo Coelho Franco, proprietário da New Wave Mercado Natural, na confluência das ruas Antônio de Grade e João Tschannerl, onde a nova rotatória será implantada, acredita que a intervenção eliminará os acidentes frequentes no local.

“Em dois anos que abri o comércio perdi as contas de quantos acidentes ocorreram. Além do trânsito organizado, as calçadas vão promover melhorias aos pedestres e isso é importante tanto para valorizar o comércio como para proteger moradores e pessoas que circulam pelo local”, disse Franco.

Sistema viário

A intervenção integra um lote de obras similares e planejadas pelo Instituto de Planejamento e Pesquisa de Curitiba (Ippuc) para melhoria do sistema viário em toda a cidade. Na divisa entre os bairros Capão Raso e CIC está em andamento a obra de reestruturação e correção geométrica na confluência das ruas Pedro Gusso, Senador Accioly Filho, Theophilo Mansur e Gregório Thomaz.

Nos próximos meses, obras de correção geométrica e regularização de calçadas serão executadas em outra quatro ruas: Izidoro Chanoski, Arthur Leinig, Carlos Razera, João Tschannerl.

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

Prefeitura reforça o combate à violência doméstica nos condomínios

Prefeitura reforça o combate à violência doméstica nos condomínios

Para ajudar a coibir a violência doméstica nos condomínios, a Assessoria de Direitos Humanos e Políticas para as Mulheres desenvolveu uma placa informativa com os contatos que devem ser acionados em quaisquer situações de violência, que vão muito além da física, a mais conhecida. Clique aqui e confira os tipos de violência. 

O documento digital com as informações pode ser solicitado junto à assessoria e o condomínio ou a administradora devem providenciar a produção da placa.

Darci Pereira da Fonte, síndico em um condomínio com 600 apartamentos e mais de 2 mil moradores no bairro Portão, está intalando as placas em todos os oito blocos residenciais.

“Muitas pessoas acham que cada um deve cuidar da própria vida e que é desnecessário fazer uma denúncia por causa de uma discussão mais acalorada. Mas não é assim que funciona, devemos estar vigilantes, a segurança precisa ser uma preocupação de todos”, ressalta Darci.

Do outro lado da cidade, em um condomínio no Boa Vista, Laurentina Rodrigues Moraes é a síndica responsável por manter a boa convivência entre os cerca de 1.300 moradores.

A estratégia adotada por ela foi instalar seis placas nos locais de maior circulação dos moradores, como a academia, salão de festas, salão de jogos e na entrada da copa dos funcionários.

“Para além dos moradores, achei importante colocar as placas bem à vista dos nossos funcionários também. A violência pode estar presente em qualquer lugar”, salienta Laurentina.

Para a administradora de condomínios Ângela Salvadori, quanto mais unidades participarem da campanha, melhor. “Para quem prefere não instalar as placas físicas, nós encaminhamos o arquivo digital para ser enviado aos moradores”, conta Ângela.

Como participar

A Assessoria de Políticas para as Mulheres explica que o documento digital pode ser solicitado junto à assessoria, porém é o condomínio ou a administradora que providencia a produção da placa.

Cartilha esclarece os tipos de violência

Em julho de 2020, a ADH Políticas para as Mulheres lançou uma ação semelhante, com a distribuição de cartilhas digitais para os síndicos, dando atenção redobrada à violência doméstica durante o período de isolamento social causado pela pandemia da covid-19.

A cartilha compila em 16 páginas informações de prevenção e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. A ideia é orientar síndicos e moradores sobre os serviços disponibilizados pela Prefeitura de Curitiba para garantir a proteção das mulheres. Clique aqui para acessar a cartilha completa.

Conteúdos como a Lei Maria da Penha e quem ela protege, o que é violência doméstica, o que é medida protetiva, como o síndico pode prevenir e combater a violência no condomínio e os canais de denúncia são apresentados de forma didática e de fácil compreensão.

São explicados ainda diferenças entre discussão e agressão, como o síndico deve proceder caso alguma moradora tenha uma medida protetiva e o que fazer quando essa medida é descumprida ou em casos de violência sexual.

“É importante contarmos com a participação do maior número de pessoas nessa corrente de combate à violência doméstica. Essas ações auxiliam na sensibilização de familiares, amigos e vizinhos e agora é a vez de contarmos com o auxílio dos síndicos nesta luta que é constante”, disse Elenice Malzoni, assessora de Direitos Humanos e Políticas Para as Mulheres.

Tipos de violência

É importante saber reconhecer os tipos de violência que uma mulher pode sofrer e que vai além da física e sexual, que são as mais difundidas. Mas as violências psicológica, moral, virtual e patrimonial também estão previstas na Lei Maria da Penha.

A violência psicológica é bastante ampla e se caracteriza como qualquer ato que coloque em risco o desenvolvimento psicoemocional da mulher. É toda ação que causa dano à autoestima, à identidade ou ao desenvolvimento da vítima.

Inclui insultos constantes, humilhação, desvalorização, chantagem, isolamento de amigos e familiares, ridicularização, menosprezo, manipulação afetiva, exploração, ameaças, privação arbitrária da liberdade (impedimento de trabalhar, estudar, cuidar da aparência pessoal, gerenciar o próprio dinheiro), confinamento doméstico e críticas pelo desempenho sexual.

A violência moral ocorre quando a mulher sofre qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria praticada pelo agressor. A calúnia ocorre quando ele afirma falsamente que a mulher praticou um crime que ela não cometeu. Já a difamação ocorre quando o agressor atribui à mulher fatos que prejudiquem a sua reputação.

A injúria, por sua vez, acontece nos casos em que a dignidade da mulher é ofendida com palavras de baixo calão. Este tipo de violência pode ocorrer pela internet e por meio das redes sociais.

A violência virtual ocorre quando há divulgação ou compartilhamento de fotos ou vídeos íntimos pela internet sem autorização da mulher ou com a intenção de humilhá-la ou chantageá-la.

A violência patrimonial, econômica ou financeira ocorre quando o agressor retém ou destrói instrumentos de trabalho da vítima, documentos e pertences, como joias, roupas, veículos, dinheiro, a residência onde vive e até mesmo animais de estimação.

Também se configura violência patrimonial quando o agressor deixa de pagar pensão alimentícia ou participar nos gastos básicos para a sobrevivência do núcleo familiar, quando usa recursos econômicos da idosa, tutelada ou incapaz, deixando-a sem provimentos e cuidados.

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

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