Ícones da arquitetura curitibana ganham homenagem do Santander

A avenida Água Verde, em Curitiba, é o cenário para uma homenagem do Santander Brasil a ícones da arquitetura curitibana. O Jardim Botânico, a Ópera de Arame, a Torre Panorâmica e a bailarina, que figura em uma das bases do Museu Oscar Niemayer, fazem parte de um grande painel instalado na fachada da agência Select, na capital paranaense. A ilustração, feita pelo arquiteto paulista Sérgio Terahata, valoriza o patrimônio arquitetônico e o talento dos paranaenses em transformar edificações em elementos de grande valor cultural que reforçam a identidade local para além das fronteiras do Estado.

As obras escolhidas para serem retratadas no painel pertencem à história contemporânea, período em que a arquitetura, o urbanismo e as ações de mobilidade urbana transformaram o cenário da cidade, promovendo qualidade de vida e projetando a capital para cenários internacionais. Todas as edificações foram construídas sob o olhar do arquiteto Jaime Lerner durante sua vida pública nas gestões municipal e estadual.

“Trazer em nossa fachada ícones da arquitetura curitibana é uma forma de homenagear a cidade e de demonstrar nossa identificação com a cultura local. O segmento Select é voltado ao atendimento personalizado de clientes pessoas físicas, atividade que exige proximidade para oferecer serviços e produtos que atendem ao estilo de vida de cada pessoa. Traduzir e nos antecipar às necessidades dos curitibanos é nosso foco aqui”, conta Marilize Ferrazza, diretora da Rede Paraná do Santander Brasil.

A agência Select no Água Verde oferece assessoria financeira aos clientes de alta renda, na consolidação e proteção de seus bens. Além de todos os produtos tradicionais do Banco, também disponibiliza serviços exclusivos como o de câmbio e uma equipe – com sete gerentes e um especialista – focada em investimentos. Ou seja, os profissionais fazem recomendações e estudos de acordo com o perfil de investimento e momento de vida do cliente. Os correntistas dessa unidade também contam com serviços internacionais que proporcionam mais tranquilidade e segurança nas viagens ao exterior, além da diversificação dos investimentos por meio de fundos offshore, que investem seus recursos fora do Brasil, sendo o Santander o único banco internacional do país.

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Confira 10 curiosidades sobre Curitiba

1. Curitiba foi nomeada capital do Brasil por três dias, de 24 e 27 de março de 1969

2. O Palácio do Iguaçu inaugurado em 1953, serviu de inspiração para a construção de Brasília

Foto: Casa Militar

3. O Restaurante Família Madalosso é o maior da América Latina

4. A rua XV de Novembro foi o primeiro calçadão do Brasil

Foto: @alfradiqueluuud

5. Existem túneis subterrâneos espalhados por Curitiba

6. A avenida Luiz Xavier é a menor avenida do mundo

7. A Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a universidade mais antiga do Brasil. Foi fundada em 19 de dezembro de 1912, inicialmente com o nome de Universidade do Paraná

Foto: Marcos Solivan/ UFPR

8. O Viaduto do Capanema foi o primeiro viaduto da cidade

9. A Estrada da Graciosa começava onde hoje é o Shopping Mueller. Vendo a cidade como ela é atualmente, é difícil imaginar que um dia já foi área rural com estradinhas de terra

10. O Terminal Guadalupe já foi a rodoviária de Curitiba até o ano de 1972. Atualmente o terminal atende a região metropolitana

Foto: Arquivo

Conheça as histórias e origem da Boca Maldita de Curitiba

Senta que lá vem história! A Boca Maldita, no centro de Curitiba, é local de passagem de milhares de pessoas no dia-a-dia, mas principalmente, é um lugar de encontros, comemorações e protestos. Mas, você conhece a origem da Boca Maldita?

Tudo começou no final da década de 50, quando alguns profissionais, políticos e empresários das mais diversas áreas – todos homens – se reuniam no local para jogar conversa fora, falar sobre o desenvolvimento da cidade e o cenário político do país. Nos encontros do grupo eram abordados os mais diversos temas, principalmente aqueles que eram destaques nos jornais da época.

Em 13 de dezembro de 1956, os encontros na Boca deram origem a uma confraria e seus frequentadores passaram a ser conhecidos como os “Cavaleiros da Boca Maldita de Curitiba”. Um dos maiores eventos organizados pela confraria era o seu tradicional Jantar Anual, onde eram entregues as comendas “Cavalheiro da Boca Maldita”, aos nomes que se destacavam na vida pública paranaense e brasileira.

Foto: Arquivo

A institucionalização do grupo de conversas, no calçadão da Rua das Flores, se deu em 13 de dezembro de 1966, quando houve a criação dos estatutos, com o lema: “nada vejo, nada ouço, nada falo”. O nome, Boca Maldita, foi dado por Adherbal Fortes de Sá, um dos grandes nomes do jornalismo paranaense. 

Foto: Arquivo

Além de apoiar programas beneficentes e sociais, a confraria tinha participação ativa na política. Em uma entrevista de 1997 para a coleção de livros Memória Paranaenses, o fundador e presidente vitalício da Boca Maldita, Anfrísio Siqueira disse: “A confraria existe para debater e criticar tudo e todos sem qualquer restrição, expressando as vontades e indignações populares. […] É principalmente um local de troca de informações, onde as pessoas ficam sabendo de tudo que acontece na cidade e ainda acontecem trocas de diferentes ideias”.

Comício pelas ‘Diretas Já’ — Foto: Arquivo/ Secretaria Municipal de Cultura de Curitiba

A Boca Maldita foi palco do primeiro comício das Diretas-Já e da caminhada dos cara-pintadas do Fora Collor, um ponto de encontro usado para protestar, comemorar ou discutir os assuntos da cidade e do estado. E essa tradição se mantém até hoje, o local ainda recebe reuniões políticas, sociais e culturais.