Happy Tech espera gerar mais conexão entre as empresas de TI do Paraná

Novos negócios, sinergia e, claro, novas amizades. Tudo isso, ao som de boa música e em tons descontraídos, é o que promete a primeira edição do Happy Tech, evento organizado pelo Ecossistema de Inovação do Estado do Paraná e que conta com o apoio de alguns segmentos do setor. A primeira ação está marcada para o dia 16 de agosto e a expectativa dos organizadores é de que ela entre para o calendário, se tornando uma agenda mensal de encontro entre os empresários.

“O objetivo é, primeiro, conhecer as empresas, fazer networking, conhecer futuros parceiros e colaboradores que tenham objetivos semelhantes e, claro, fazer negócios. Tudo isso em um clima descontraído e leve”, sintetiza Paulo Raymundi, um dos organizadores do evento. Para o Happy Tech, estão sendo convidadas todas as empresas do setor de tecnologia da informação (TI) do Paraná.

Quem participar do evento, também será convidado a ingressar na Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR), para, a partir disso, estreitar o relacionamento e ter acesso a toda oferta de ações que a entidade defende e promove. “Como entidade, somos mais forte e crescemos juntos. Já somos grandes, mas podemos ficar maiores ainda. O ingresso de novos associados é sempre muito bem-vindo. Além disso, quem entra, ajuda a oxigenar ideias e fortalece a categoria”, comenta o presidente da entidade, Lucas Ribeiro.

O Happy Tech espera reunir até 300 convidados. Para participar, é preciso inscrever-se em um link. O investimento é de R$ 30 e dá direito a dois chopps, uma noite agradável e bem-humorada: o evento terá um convidado especial, o apresentador e humorista Zico Lamour, que fará um show de stand-up e imitações. 

Tecnologia no Paraná

Apenas na produção de software, o Estado é o quarto em quantidade de empresas de tecnologia em desenvolvimento do País, mas o sétimo em receita. “Temos um desafio muito grande em gerar negócios e, trabalhando em conjunto, isso fica muito mais fácil”, defende Lucas Ribeiro.

No quesito inovação, o Paraná também é destaque. O Mapeamento das Startups Paranaenses 2022, realizado pelo Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná), divulgado em março, mostra que o Estado tem 522 startups a mais que no último levantamento, totalizando 1.956 empresas inovadoras em atividade em 108 municípios. Vale lembrar os dados do País: nacionalmente, são pelo menos 11 empresas do gênero com valuation de 1 bilhão de dólares e reconhecidas, portanto, como unicórnios.

SERVIÇO

O que

Happy Tech

Quando

Dia 16/08

Local e horário

Armazém Garagem Bar – Rodovia Curitiba/Ponta Grossa BR-277, 2630 – Santo Inácio, a partir das 18 horas

Como participar

Inscrição pelo link: https://www.sympla.com.br/happy-tech__1641402 [vagas limitadas]

Investimento

R$ 30

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Inovações constantes podem incrementar empresas e torná-las cada vez mais competitivas

Inovação nem sempre está associada ao uso de tecnologias ou a alguma criação disruptiva. Uma boa ideia pode ser a porta de entrada para soluções criativas dentro das organizações. Por isso, especialistas aconselham que as empresas estejam abertas a inovar continuamente.

De acordo com o Grupo Ibmec, é importante propiciar um ambiente que seja não só acolhedor às novas ideias, mas que também permita explorá-las. Por meio da recepção e do aprofundamento de sugestões, é possível chegar à inovação de um produto, serviço ou processo, desde que o trabalho seja economicamente viável e escalonável. 

Dentre os principais benefícios da inovação para as empresas, o Grupo Ibmec destaca o aumento da capacidade de enfrentar adversidades, o melhor desempenho para solucionar problemas, a conquista de novos mercados consumidores e o fortalecimento da marca a partir de uma melhor experiência do cliente.

Ter uma ferramenta para fluxograma pode auxiliar os gestores a incentivar a inovação na empresa. Com dela, é possível mapear todas as etapas necessárias para a execução de um projeto, incluindo os setores responsáveis por desempenhar cada função. Ela também possibilita visualizar o fluxo de trabalho de forma objetiva e simplificada.

Há ferramentas on-line que oferecem modelos de fluxogramas prontos para uso e também permitem a criação de novos layouts adaptáveis às demandas da empresa. A alternativa facilita a apresentação do material em reuniões presenciais e remotas.

Com o fluxograma, a equipe pode visualizar como as etapas da atividade se relacionam entre si e quais são os principais gargalos para desenvolvê-las. No desenvolvimento do processo de inovação, essa compreensão contribui para a colaboração e a solução conjunta de eventuais dificuldades que possam surgir. 

Resultado global

O Brasil ocupa a 57ª posição no Índice Global de Inovação (IGI), divulgado em 2021 pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês). O ranking considera uma lista com 132 países, e o resultado mostra que ainda há muito o que trilhar em direção à inovação.

Na liderança do ranking estão Suíça, Suécia e Estados Unidos, nessa ordem. Na América Latina, as melhores colocações foram de Chile (53º), México (55º) e Costa Rica (56º). 

Segundo a WIPO, o IGI foi criado em 2007 com a proposta avaliar o potencial inovador dos sistemas socioeconômicos de cada país, contribuindo para fomentar e apoiar políticas públicas que incentivem a inovação.

Na avaliação de Ronise Suzuki, pesquisadora e membro do Grupo VIA Estação Conhecimento, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o relatório do IGI mostra que os países líderes do ranking conseguem equilibrar a criação, a exploração e os investimentos em conhecimento com ideias e tecnologias para a aplicação prática dos estudos. 

Ainda segundo a especialista, a inovação será fundamental para a retomada econômica no período pós-pandêmico. Dessa forma, as empresas que buscam inovar poderão não só melhorar seus resultados, mas também promover impactos positivos nas esferas local e global. 

Tecnologia criada em Curitiba ajuda empresas a acertarem nas contratações

Apesar da grande oferta de pessoas procurando por emprego, selecionar o candidato ideal para uma vaga pode não ser tarefa tão simples. Por isso, os Recursos Humanos (RH) das empresas têm investido cada vez mais no aprimoramento de processos que vão desde o recrutamento de candidatos até a admissão, em busca de agilidade e assertividade nas contratações.

E a revolução digital tem sido fundamental nesse processo. Se há décadas as técnicas de recrutamento passam por evoluções constantes, que vão desde o estudo de perfis comportamentais até o desenvolvimento de testes e processos mais assertivos, com a tecnologia os resultados se tornam mais eficientes.

“A tecnologia, quando bem empregada, certamente mostra os atalhos e ajuda a selecionar o melhor perfil de candidato para a vaga que aquela empresa precisa. Porém, é preciso pensar em primeiro lugar em gestão de recrutamento e seleção, senão a tecnologia pode atrapalhar mais do que ajudar”, ressalta Márcio Monson, CEO da Selecty, empresa que desenvolveu uma plataforma com base em metodologia própria que permite às empresas atrair, selecionar e admitir talentos de maneira 100% on-line.

Márcio Monson, CEO da Selecty

Monson explica que, ao longo de 12 anos, se dedica a conhecer as demandas dos profissionais de RH para desenvolver uma cultura digital, um RH 4.0, sempre contando com a parceria de alguns usuários chaves do sistema, recrutadores com grande experiência de mercado, para entender onde estão os maiores gaps nos processos de recrutamento e seleção.

As maiores reclamações dos profissionais de RH eram que as plataformas digitais tornavam por vezes os processos mais complicados e não traziam a assertividade necessária na hora de selecionar os melhores talentos, atendendo somente parte da operação e deixando desassistidos outros integrantes do processo. Então, a Selecty buscou resolver isso mapeando a jornada de cada ator do processo, levando em consideração as necessidades dos envolvidos e permitindo que trabalhem de forma integrada, todos na mesma plataforma: comercial, candidatos, gestores, requisitantes, selecionadores e time de departamento pessoal.

Assim, as rotinas relacionadas à abertura da vaga, ao processo de seleção e à admissão do colaborador ficam embarcadas em um único lugar, descomplicado.

E para atender necessidades específicas das consultorias de RH, a plataforma dispõe de funções especiais, como o módulo comercial – CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente, em português) –, que faz a gestão de clientes da consultoria, possibilitando que negociações e contratos com clientes sejam realizados também pelo sistema, e de forma on-line, além de oferecer portal exclusivo aos clientes para que analisem e aprovem os candidatos.

A plataforma oferece um workflow organizado para abertura, gerenciamento e aprovação das vagas, testes personalizados com correção automática, vídeo entrevistas e análise comportamental com base em rotinas pré-definidas, bem como a admissão on-line, com a coleta de dados e documentos e a assinatura de contrato digital, além da exportação para a folha de pagamento.

No caso da Selecty, todo esse processo foi desenvolvido com metodologia e tecnologia proprietárias, o que permite alta capacidade de integração com outras ferramentas que o RH já utiliza.

“Exatamente por ter sido desenvolvido juntamente com profissionais de RH, ele estimula de forma natural as etapas de um processo seletivo. Por exemplo: é intuitivo ao abrir uma vaga e seguir com o processo de seleção, entrevistas, encaminhamento e admissão, ou seja, ele induz que as etapas sejam realizadas de maneira a otimizar o tempo e evitar falhas”, destaca o CEO.

Saiba mais em: https://selecty.com.br/