Geladinho voltou a “ser moda” em Curitiba

Com as altas temperaturas em janeiro, os curitibanos estão adotando opções baratas para refrescar-se e uma delas é o famoso geladinho. Para entender melhor a origem disso, pesquisamos sobre a história desta refrescante delícia.

Segundo o site Geladinho Gel Fruta, o geladinho surgiu inicialmente na Segunda Guerra Mundial com marinheiros norte-americanos, que consumiam alimentos processados que eram congelados em pequenos sacos plásticos. Esse era o principal alimento durante as batalhas. Estes “geladinhos” eram salgados e ricos em proteínas.Terminou a guerra, alguém trouxe para o Brasil e por causa das altas temperaturas, transformaram em suco de fruta congelado. 🙂

O geladinho, ou “sacolé” como alguns chamam, está voltando a ser moda na cidade com estes recordes de temperaturas que estamos enfrentando. Seja o industrializado, o gourmet ou o caseiro mesmo. Já que tá calor, vamos nos refrescar!

Como é preparado?

A sobremesa é feita acondicionando uma bebida em um saco plástico antes de ser congelada por um refrigerador. Dessa forma, após o congelamento completo do líquido, a sobremesa fica pronta para o consumo. A bebida utilizada nessa sobremesa geralmente é preparada com polpas de frutas, embora também seja possível a utilização de bebidas achocolatadas, alcoólicas, caldo de cana ou outros ingredientes. (Wikipedia)

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No palco e nas salas de aula, mulheres participam de 50% das atrações e cursos da Oficina de Curitiba

No palco e nas salas de aula, mulheres participam de 50% das atrações e cursos da Oficina de Curitiba. Foto: Cido Marques/FCC

No palco ou nas salas de aulas, as mulheres estão marcando presença com papel de destaque nesta 40ª Oficina de Música de Curitiba. Dos quase 100 cursos da edição, 47% são ministrados por musicistas. Elas também estão à frente ou em igualdade em 50% das apresentações nos maiores palcos do evento: Teatro da Reitoria, Teatro Guaíra e Guairinha e Capela Santa Maria.

Basta uma passada de olhos pela programação da Oficina de Música para perceber a forte presença das artistas na cena do festival: Vanessa da Mata, Ilessi, Vanessa Moreno, Teresa Cristina, Letícia Sabatella, Rubia Divino, Clarissa Bruns, Janine Mathias, Mara Campos, Natália Larangeira, Rosana Lamosa, Thais Morell, Ana Paula Brunkow, Ana Luisa Vargas, Olga Kiun, Érika Ribeiro e outras mulheres. Muitas estão também nas salas de aula da Oficina de Música transferindo conhecimento e técnica musical.

“São números animadores e é algo inédito com a Oficina de Curitiba sendo pioneira nesse tema. Isso repercute no número de inscrições femininas, e principalmente num futuro no qual mulheres possam fazer música, estar em papel de igualdade, com respeito, atuando em orquestras”, comentou Natália Larangeira, professora que mediou uma mesa de discussão sobre o tema neste fim de semana.

O papel da mulher na música brasileira saiu do palco e ganhou um debate mais aprofundado em uma mesa-redonda realizada sábado (28/1), no Memorial de Curitiba. “Para conseguirmos evoluir para uma mudança de comportamento verdadeira, precisamos falar sobre as nossas dificuldades, trazer o assunto à discussão. É uma construção diária que não podemos perder a esperança e acredito que simpósios como esse devem ser periódicos para reafirmar nossas posições”, afirmou Renata Jaffé, violinista erudita.

Mulheres na MPB

As questões de gênero na área da Música Popular Brasileira não são diferentes. As dificuldades para o acesso e respeito continuam em foco. A professora de Cordas Friccionadas Populares da Oficina de Música, Carol Panesi, avalia que a situação tem se igualado, assim como demonstram os números do evento. “Já frequentei festivais em que só havia eu como mulher. Há uns anos atrás nós começamos a nos estruturar e isso mudou, tanto as mulheres como o público que não aceita mais. Tive muita dificuldade durante todo esse tempo, e o que a gente passa na música é o que passa na vida, receber cantada, não ser valorizada pelo nosso trabalho, mas vejo que hoje está muito diferente”, afirmou.

Para a professora Lais Assis, de Viola de Dez Cordas Nordestina, o coletivo foi o que mudou essa realidade. “Apesar de sentirmos que a realidade está mudando ainda temos muito caminho pela frente. Ultimamente tem sido muito coletivo, quando nos damos as mãos conseguimos avançar”, avalia.

A 40ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Ministério da Cultura, Governo Federal, com apoio master da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e patrocínio da Volvo do Brasil Veículos e Copel Distribuição. Também apoiam o evento: Camões – Centro Cultural Português, Embaixada de Portugal no Brasil, Teatro Colón, Centro Cultural Teatro Guaíra, Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Campus Curitiba I da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), Universidade Federal do Paraná – Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec), Sistema Fiep/Sesi Cultura, Família Farinha, Hard Rock Cafe Curitiba, LAMUSA – Laboratório de Música Antiga, Rádio Educativa 91.7 FM, TV Paraná Turismo, Teatro Regina Casillo e Bicicletaria Cultural.

Projeto realizado com o apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

Em dia de rock em Curitiba, Guairão fica lotado no domingo para ouvir Led Zeppelin sinfônico

40ª Oficina de Música de Curitiba. Concerto sinfônico com alunos, nos instrumentais e na regência, levou ao palco do Guairão sucessos da icônica banda britânica Led Zeppelin. Curitiba, 29/01/2023. Foto: Ricardo Marajó/SMCS

Domingo (29/1) foi dia de rock na 40ª Oficina de Música de Curitiba. O concerto sinfônico com alunos, nos instrumentais e na regência, levou ao palco do Guairão sucessos da icônica banda britânica Led Zeppelin. O público, que às 11 horas lotou as quase 3 mil cadeiras do teatro, foi ao delírio.

Led Zeppelin sinfônico contou com a participação de 70 jovens músicos alunos das classes de instrumentos e da turma de Regência. Para dar intensidade ao concerto foi convidada uma banda de rock, com acompanhar a orquestra com os músicos Rodrigo Godoy, no vocal; Mateus Brandão na guitarra, Junior Dunga no baixo, James Bertisch no teclado e Tiago Brando na bateria.

“Maravilhoso, achei uma excelente ideia esse concerto com orquestra fazendo rock. Não me lembro de ter visto uma apresentação assim e  o que achei mais legal é terem colocado alunos da oficina pra reger o concerto”, disse Lúcia Tuchinski.

Orientados pelo maestro Abel Rocha, também diretor da área erudita da Oficina, cada um dos 11 sucessos do Led Zeppelin teve na regência da orquestra um estudante. Jonny Martins conduziu orquestra, banda e vocal em Kashmir, do álbum Physical Graffiti, de 1975.

Para reger a mais clássica e celebrada música da banda britânica no palco do Guaírão, Stairway to Heaven, foi chamada a aluna Olga Dutra. E o paraguaio Juan Ramon conduziu a execução de All my love, de 1975.

“Só assisti a um show assim na televisão, achei sensacional e essa combinação de orquestra com rock casou muito bem”, disse o gerente de marketing do Hard Rock Café de Curitiba, Márcio Guimarães.

O rock segue pela noite

Ainda neste domingo (29/1), o Hard Rock Café recebe o Circuito Off da Oficina de Música. Às 19h acontece por lá uma Jam Session com os professores Andreas Toftemark,, Djalma Lima, Bruno MIgotto e Ramon Montagner. O quarteto se apresenta com sax, bateria, baixo e guitarra.

A 40ª Oficina de Música de Curitiba é uma realização do Instituto Curitiba de Arte e Cultura, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura de Curitiba, Ministério da Cultura, Governo Federal, com apoio master da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, e patrocínio da Volvo do Brasil Veículos e Copel Distribuição. Também apoiam o evento: Camões – Centro Cultural Português, Embaixada de Portugal no Brasil, Teatro Colón, Centro Cultural Teatro Guaíra, Escola de Música e Belas Artes do Paraná – Campus Curitiba I da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), Universidade Federal do Paraná – Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec), Sistema Fiep/Sesi Cultura, Família Farinha, Hard Rock Cafe Curitiba, LAMUSA – Laboratório de Música Antiga, Rádio Educativa 91.7 FM, TV Paraná Turismo, Teatro Regina Casillo e Bicicletaria Cultural.

Projeto realizado com o apoio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Profice) – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

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