Estudante tatua rosto de autor do hit ‘Caneta azul’

Depois que o vídeo do vigilante maranhense Manoel Gomes cantando a música “Caneta Azul” viralizou na internet, o estudante Joselito Júnior resolveu fazer uma tatuagem sobre o tema. Na terça-feira (29), o aluno de Música da UFRN tatuou o próprio Manoel e duas canetas azuis no peito.

“Diego, tatuador, traz essa ideia de memes… E eu gosto, porque eu vejo isso como a ideia do artista poder expressar sua arte. Essa vida só se vive uma vez e, se você não fizer o que gosta de fazer, lamentavelmente, vai ter perdido a sua vida. Só para deixar claro também: meu objetivo nunca foi ser famoso, só gosto de tocar, sou artista”, explica Joselito.

Estudante da UFRN tatuou autor da música Caneta Azul — Foto: Cedida

Diego Farias, o tatuador, é amigo de longa data de Joselito Júnior. Os dois se conheceram em Campina Grande (PB), onde Diego mantém seu estúdio de tatuagem. Apesar de ter nascido no Ceará, Joselito morou na cidade paraibana por muitos anos. Há três ele reside em Natal. “A ideia foi de nós dois. Ele chegou, conversamos e a gente fez a arte”, conta o tatuador.

Joselito Júnior já tinha uma tatuagem, também feita pelo amigo, de outro meme da internet. Na coxa, ele carrega o desenho do “Negão do WhatsApp”.

Caneta azul, azul caneta

A música “Caneta azul” foi criada pelo vigilante Manoel Jardim Gomes, que vive na cidade de Bolsas, no Maranhão. Ele tem 49 anos de idade e diz que compõe canções desde os 15. Em outubro, Manoel gravou um vídeo em que cantava “Caneta azul”. A gravação viralizou nesta semana e atingiu mais de três milhões de visualizações na internet.

Artistas como Weslley Safadão, Tirulipa e Simone (da dupla com Simaria) cantaram a música nesta semana. Manoel Gomes chegou a participar de um show no Tocantins, apresentar sua canção junto com o cantor Thiago Brava.

 Via: G1

 

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Pedreira terá show de música eletrônica em formato drive-in

Aos poucos o mundo todo vai se adaptando ao distanciamento social e buscando novas formas de manter as atividades de divertimento e lazer. E não há dúvidas que os shows e apresentações no formato drive-in são os grandes protagonistas dessa nova realidade. Pensando em oferecer a melhor experiência neste conceito, o Planeta Drive-In Curitiba, implantado na icônica Pedreira Paulo Leminski, vai promover mais um grande show da era drive-in na capital paranaense. Neste sábado, dia 26 de setembro, o espaço promete agitar os amantes de música eletrônica com a apresentação das DJs brasileiras Eli Iwasa e Ella Whatt, duas grandes referências da música eletrônica nacional.

Atuando na cena eletrônica desde o início dos anos 1990 e consolidada como referência nacional em Techno e House music, Eli Iwasa possui um histórico expressivo no segmento com participações em grandes festivais, incluindo o Rock in Rio. A artista chega a Curitiba com a promessa de trazer toda a personalidade e clima de suas apresentações habituais, agora para o formato drive-in. Completando o line up, Ella Whatt, pseudônimo da DJ e produtora Grazi Largura. Nome em ascensão na música eletrônica brasileira, a DJ Ella Whatt, que já atuou no duo Drunky Daniels, agora constrói uma carreira solo que se destaca pelo estilo único que passeia entre o House e o Techno. Com a experiência de apresentações em diversas cidades europeias, a DJ preparou um set list exclusivo para a plateia curtir de dentro de seus carros com a icônica Pedreira Paulo Leminski como cenário.

As apresentações de Eli Iwasa e Ella What acontecem neste sábado, dia 26 de setembro, a partir das 17h, no Planeta Drive-In Curitiba, implantado na Pedreira Paulo Leminski – Parque das Pedreiras (R. João Gava, 970).  Os ingressos, vendidos antecipadamente, custam a partir de R$ 100 por carro (com até 4 pessoas por automóvel), valor que pode ser parcelado em até 3 vezes no cartão de crédito, e estão disponíveis no site www.planetadrivein.com. Mais informações nas redes sociais oficiais da Planeta Brasil Entretenimento e do Planeta Drive-In.

Emicida abre programação online do Festival de Curitiba nesta quinta-feira (17)

A programação do Festival Online, entre 17 e 24 de setembro, será gratuita.
 A abertura será com uma apresentação exclusiva em live do cantor e compositor Emicida

No ano em que a pandemia do Coronavírus mudou os hábitos no mundo todo, o Festival de Curitiba encontrou um caminho alternativo para manter as artes cênicas em movimento, garantindo sua essência de sempre buscar fazer um festival para todos. Entre 17 e 24de setembro, ocorre o Festival Online, uma versão digital e enxuta, que será uma prévia da 29.ª edição do Festival de Curitiba, que ainda deve acontecer presencialmente seguindo todas as orientações sanitárias de segurança, em data a ser confirmada. As atrações serão disponibilizadas, gratuitamente, nas plataformas digitais do Festival de Curitiba.

O aclamado cantor, compositor e rapper paulista Emicida é o convidado para abrir a programação, com o seu projeto “Emicida – Live Show”. O Festival Online contará ainda com o ao vivo infantil do Grupo Triii, em uma ação do Programa Guritiba e com a obra “Antunes Filho: $odoma \G/omorra { TRANSMISSÃO } de Luiz Päetow”. Uma parceria com o Sesc-SP, a peça fazia parte da Mostra da 29.ª edição do Festival e fará, agora, sua estreia em uma transmissão ao vivo, concebida e dirigida por Luiz Päetow, nas redes sociais do Festival de Curitiba e do Sesc-SP. Haverá também uma edição especial do projeto Teatro Vivo em Casa, iniciativa da Vivo para incentivar a cultura e ampliar o acesso à arte durante esta pandemia, com a apresentação do espetáculo “Maternagem”, dia 19, às 20h, com a atriz Amanda Acosta.

A programação se completa com um curso de Paulo de Moraes, diretor da Armazém Cia de Teatro, voltado a atores, diretores e dramaturgos, além de um bate papo sobre Mediação Teatral, com a participação de três especialistas que são referência no tema: Flávio Desgranges, Annie Martins e Robson Rosseto. Os shows de Emicida e Grupo Triii, o bate papo e a oficina contarão com tradução em libras.

O distanciamento social visa preservar a saúde de todos, porém a necessidade de se ‘isolar’ é dispensável. É nisso que a equipe do Festival de Curitiba acredita e quer colocar em prática com a ação online. As artes trazem em sua essência um forte poder de aproximação que ganha nova intensidade com o apoio da tecnologia. As inúmeras transmissões ao vivo pelas redes sociais ao longo dos últimos cinco meses, que mantiveram o teatro e a música pulsando, apesar das dificuldades enfrentadas pelo setor (incluindo algumas promovidas pelo próprio Festival de Curitiba), demonstram isso muito bem. “Em tempos de distanciamento social, as artes têm o poder curativo de aproximar e aliviar as ansiedades. Passamos esses meses buscando formas seguras de levar cultura e entretenimento para as famílias até chegarmos a este formato. O Festival é para todos e, nesse momento, queremos levar pela internet, um dos canais mais democráticos, parte de nossa programação acessível para todos do Brasil e, até mesmo, do mundo”, diz o diretor e idealizador do Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz, reforçando que a 29.ª edição do evento está em desenvolvimento e deverá ser um capítulo especial nesta história de três décadas.