É lançado um aplicativo que entrega recomendações personalizadas de filmes e séries

APP disponível para Android e IOS une inteligência artificial e curadoria humana para fazer recomendações personalizadas, não importa quantos serviços de streaming o usuário assinar

A Viu Review disponibiliza, a partir de hoje, seu aplicativo “VRW” para dispositivos Android e IOS. Idealizada por André Siqueira, profissional com mais de 20 anos de experiência na área de entretenimento, a versão para desktop da plataforma foi lançada em janeiro de 2019 com o objetivo de auxiliar os quase 30 milhões de brasileiros, assinantes de serviços streaming, a decidir entre as melhores opções de séries e filmes oferecidas pela Netflix, Apple TV+, Amazon Prime Video, HBO Go, entre outras.

“O grande diferencial da Viu Review é que 100% do conteúdo é analisado por uma equipe especializada antes de entrar na plataforma, ou seja, só disponibilizamos para recomendação os filmes e séries que nosso usuário
realmente vai gostar, tanto que nossa taxa de assertividade é de, impressionantes, 99,79%. Como temos uma tecnologia que nos indica o que
esse usuário tem interesse de assistir, nunca tivemos que nos preocupar com quantidade, focamos sempre na qualidade!” afirma André Siqueira, criador da plataforma.


A tecnologia com Inteligência Artificial desenvolvida 100% pela Viu Review
permite um enorme cruzamento de informações com o objetivo de sempre
aprender com a jornada do usuário que está cadastrado na plataforma, entendendo quais as suas preferências mais particulares. Ao se unir com a
curadoria humana, que já analisou o que existe de melhor nos serviços de
streaming, surgem as recomendações que, realmente, são personalizadas.


“Diferente de outros aplicativos disponíveis no mercado, no “VRW” o usuário não precisa responder um formulário toda vez que buscar uma indicação e muito menos ficar esperando carregar um título, pois com o algoritmo que desenvolvemos tudo é automático e personalizado” afirma Weiberlan, sócio e desenvolvedor na Viu Review. “A I.A. da Viu Review vai aprendendo com cada interação do usuário, principalmente para entender quais títulos já foram vistos, quais ele mais gostou, que elementos narrativos ou visuais ele mais se interessa, etc. Quanto maior for essa interação, melhor será a assertividade das recomendações” completa Lucas Gabriel, co-fundador da Viu Review.


Caso o usuário ainda não seja cadastrado na versão desktop da plataforma e queira iniciar a experiência pelo “VRW”, basta baixar o aplicativo, cadastrar um e-mail e senha válidos, selecionar os serviços de streaming que ele assina e escolher um estilo de conteúdo para começar o aprendizado, como por exemplo um drama sobre relações ou um documentário de crimes. Após esses passos, as recomendações personalizadas estarão disponíveis toda vez que o cliente acessar o app.


“Nossa ideia sempre foi unir objetividade, facilidade e qualidade. Esperamos para lançar o aplicativo porque queríamos entregar a melhor experiência possível para nosso usuário. Não queríamos criar listas ou usar APIs de terceiros para encher nossa plataforma de títulos e confundir ainda mais as pessoas. O foco era a personalização. Criar uma ferramenta que, depois de cadastrado, o usuário só precisasse entrar no app que as melhores recomendações, baseadas no gosto pessoal dele, já estariam disponíveis, da forma mais simples e fácil possível. O fato é que nosso app entrega o que promete”, completa Siqueira.


Sobre a ViuReview:

A versão para desktop da Viu Review foi lançada em janeiro de 2019 pelos
sócios André Siqueira (conteúdo e inovação), Lucas Gabriel (marketing) e
Weiberlan Garcia (tecnologia). Hoje possui mais de 40.000 usuários de
streaming conectados à plataforma desktop e também oferece o serviço via
app para Android e IOS. Por meio de Inteligência Artificial e Curadoria Humana a Viu Review proporciona uma experiência simples e única para os usuários, monitorando os serviços de streaming, separando e recomendando apenas o que ele vai gostar de assistir, diminuindo de forma significativa o tempo que seria perdido em pesquisa e aumentando sensivelmente a assertividade da escolha.


Q&A com André Siqueira – criador da Viu Review

  1. Porque criar uma plataforma de recomendações sendo que os próprios serviços de streaming já fazem isso para os seus assinantes?
    Eu tenho uma tese que a melhor forma de consumir os serviços de streaming é criando uma espécie de portfólio que englobe todas as suas preferências mais particulares. Com o distanciamento daquele modelo linear que dominou o mercado, como das TVs por Assinatura, por exemplo, um usuário fatalmente vai possuir recursos para assinar mais de um serviço, já que são tantas opções bacanas, tantas produções de qualidade, por um preço tão mais acessível que será natural esse movimento. Isso gera dois problemas: a sobreoferta de conteúdo e uma dificuldade enorme de navegação entre as plataformas, até encontrar o que ele realmente quer assistir. Mesmo com as recomendações de cada serviço, que possuem algoritmos não tão assertivos ainda, o desperdício de tempo é enorme. Sabendo dessa dor, a idéia sempre foi ser objetivo:
    precisávamos criar uma forma de entregar o conteúdo ideal para nosso usuário sem que ele perdesse tempo entrando e saindo de todas as plataformas que ele assina.
    A Viu Review monitora os serviços de streaming, entende o que entra, o que sai do catálogo e ainda cruza um número enorme de dados com as
    preferências de cada um dos nossos usuários; com isso nossas recomendações ficam, de fato, as mais assertivas possíveis, não importando quantos serviços de streaming o usuário assina, afinal está tudo num só lugar!
  2. Mas você não acha que os algoritmos dos serviços de streaming vão
    evoluir e entregar recomendações tão assertivas quanto da Viu Review?

    Tão assertivas eu não sei, mas com certeza o algoritmo vai evoluir muito. O problema é que, por melhor que seja a solução de recomendações que eles vão desenvolver, eles vão focar, claro, nos títulos que estão no catálogo da sua plataforma, nunca na do concorrente. Enquanto isso, nós temos a tecnologia para recomendar o que existe de melhor em qualquer que seja o serviço, basta o usuário nos dizer qual ele assina e a gente faz o resto.
  3. Você me disse que criou a Viu Review em janeiro de 2019, por que demorou tanto para lançar um app?
    Na verdade eu criei a Viu Review em junho de 2018, mas precisei de 6 meses para desenvolver uma lógica que fizesse sentido no desafio de evitar que o usuário perdesse tanto tempo possível de pesquisa até encontrar o conteúdo que ele quisesse assistir. Enquanto isso, meu sócio, Lucas, trabalhava, na criação do design e na programação do que se tornaria a plataforma. Depois de uns 10 meses, já com a plataforma no ar, entendemos que precisávamos eliminar essa necessidade tão ativa de pesquisa por parte do usuário e começar a entregar um conteúdo automaticamente, com mais rapidez e menos cliques, então trouxemos o Weiber para sociedade. Na época não tínhamos grana para contratar desenvolvedores, então foi no convencimento, na estruturação de um projeto bem consistente e que, de fato, poderia se tornar um negócio – foi aí que tudo se encaixou. Depois de transformarmos aquela lógica que desenvolvi lá atrás em um algoritmo, implementamos a Inteligência artificial, e validando sua eficácia, vimos que era hora de subir mais um degrau e melhorar a experiência do nosso usuário: o que faltava era um app!
    Respondendo sua pergunta: demoramos um ano e meio entre o lançamento da Viu Review e o app “VRW”, porque queríamos realmente entregar o que prometíamos: assertividade e rapidez, sem perder a qualidade que a versão para desktop já tinha – e isso demandou um cuidado enorme no desenvolvimento! E lógico que como fizemos tudo isso só com investimento dos sócios, o cronograma também precisou ser adaptado ao orçamento que tínhamos.
  4. Qual a expectativa de crescimento com o lançamento do app?
    Hoje temos mais de 40.000 usuários usando a Viu Review. Claro que temos uma expectativa de aumentar nossa base de usuários, mas mais importante que esse número, é saber que quem migrar para o nosso app ficará satisfeito.
    O crescimento é consequência da nossa competência em entregar o que
    prometemos: a melhor recomendação no menor tempo possível!
  5. Como a Viu Review pretende monetizar com o VRW?
    Nós temos um público bastante especifico: assinantes de streaming que não querem perder tempo escolhendo o que assistir! Para os players, nossa solução B2B, permite que eles tenham um canal exclusivo dentro da nossa plataforma com seus respectivos conteúdos analisados pela nossa equipe e disponibilizados na ferramenta de recomendações personalizadas – com isso entregamos relevância, awareness, fidelização e até uma possibilidade de novas conversões bem interessante – já que nossa tecnologia entende o que o usuário realmente gostaria de assistir e pode, pontualmente, sugerir títulos de outros serviços se houver um match muito alto!
    Para os nossos usuários o serviço é gratuito, mas sabemos que a necessidade de estarmos sempre à frente pode ter um preço – podemos resolver isso com investimento externo, publicidade e até com um plano de assinatura, com um valor quase simbólico pelas nossas projeções. O tempo vai nos dizer, mas estamos preparados para seguir por qualquer um desses caminhos!
  6. Vocês acreditam que a solução que a Viu Review oferece pode chamar atenção de muitas pessoas e por consequência de alguns investidores?
    Não existe bem mais precioso que o nosso tempo, ainda mais nos dias de
    hoje! Então, se formos capazes de fazer com que nosso usuário não
    desperdice o seu (tempo) escolhendo ou procurando algo pra assistir e ao
    mesmo tempo crie o hábito de nos consultar, com a certeza que entregaremos a melhor opção de entretenimento que ele pode ter a partir das nossas recomendações, acho que temos um grande negócio nas mãos!
    Já sobre os investidores, isso não nos preocupa já que temos uma operação 100% sustentável, mas não podemos esquecer que estamos falando de um mercado de mais de 30 milhões de usuários só no Brasil, que está em pleno crescimento, onde players de respeito como Apple, Disney, Warner, Globo estão direcionando seus esforços para serem cada vez mais relevantes e assim conseguirem mais market share… Nesse cenário tão promissor, não tenho dúvidas que em curto prazo, muitos investidores vão prestar mais atenção em soluções que podem impactar na qualidade do entretenimento e na economia de tempo.
  7. Concordo plenamente! Bom, e o que podemos esperar da Viu Review
    daqui para frente?

    Muito trabalho! (risos)
    Faz parte do DNA da Viu Review querer melhorar a experiência do nosso
    usuário sempre. O VRW é prova disso, uma forma simples de ter as melhores recomendações na palma da mão, com apenas um clique.
    Obviamente que temos outras funcionalidades para implementar (tanto no app quanto na nossa versão para desktop), algumas melhorias na própria tecnologia de monitoramento e ainda querermos estar presentes em outros devices em breve, porém vamos seguir nosso planejamento sem atropelar as fases; o que posso adiantar é que vem muita coisa bacana pela frente e que nossa história só está começando!

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Museu Oscar Niemeyer reabre neste sábado com medidas sanitárias

O Museu Oscar Niemeyer reabre ao público neste sábado (09) seguindo todas as orientações de segurança determinadas pela Secretaria de Estado da Saúde. Em 2020, devido à pandemia, o espaço ficou fechado de 17 de março a 16 outubro e, depois, após 6 de dezembro.

Entre as várias medidas adotadas está o limite de pessoas para visitação nas salas expositivas e em todo o museu para garantir o distanciamento seguro. O material impresso, como guias e folders, foi substituído por versões digitais, disponíveis por QR codes.

Apesar do fechamento temporário, nos últimos meses o museu inaugurou seis exposições físicas que podem ser vistas agora pelo público: Ásia: a Terra, os Homens, os Deuses – Segunda Edição; Tony Cragg – Espécies Raras; Gente no MON, de Dico Kremer; A Violência sob a Delicadeza, de Vera Martins; Yutaka Toyota – O Ritmo do Espaço e Fernando Velloso por ele mesmo.

Também estão em cartaz as mostras O Mundo Mágico dos Ningyos; Luz ≅ Matéria; África, Mãe de Todos Nós; Museu em Construção; Espaço Niemeyer; Cones e obras do Pátio das Esculturas.

Protocolo de segurança do MON

– Será permitida a entrada de até 200 pessoas simultaneamente.

– Prefira horários com menor fluxo de público: pela manhã ou após as 16h.

– Compre o ingresso pelo site. É rápido, seguro e evita passar pela bilheteria.

– Para compra de ingresso na bilheteria haverá uma sinalização especial para evitar aglomerações e orientação de equipe do museu.

– É necessário usar máscaras de proteção e recomendável levar mais uma para que possa ser substituída ao longo da visita, se necessário. Quem esquecer em casa pode adquirir na MON Loja

– Em caso de filas é preciso respeitar as marcações de solo que indicam a distância segura de dois metros.

– Na entrada do museu, no detector de metais, haverá aferição da temperatura corporal e a higienização individual de bandejas porta-objetos e outros itens. Tapetes desinfetantes também foram instalados nesse local para garantir a higienização dos calçados.

– Na entrada e depois, em diversos locais do MON, há dispensadores com álcool em gel 70% para que as mãos sejam higienizadas com freqüência.

– O guarda-volumes estará aberto e devidamente higienizado. inclusive as chaves, e serão disponibilizadas embalagens plásticas individuais para colocar os pertences antes de guardá-los nos armários. O ideal é que o visitante sempre leve o mínimo de objetos possível. Líquidos, alimentos, mochilas e bolsas grandes devem sempre ser guardados.

– Como medida preventiva, os empréstimos de cadeiras de rodas e de carrinhos de bebê estão temporariamente suspensos para que não sejam compartilhados.

– Pessoas com mobilidade reduzida terão prioridade no uso dos elevadores e eles estarão liberados para uso individual ou por pessoas de um mesmo grupo de convivência (famílias, por exemplo).

– A visitação das salas expositivas, bem como de todo o museu, terá um limite de pessoas.

– São sugeridas algumas rotas dentro do museu, sinalizadas nos pisos, assim como uma indicação dos sentidos para subida e descida nas rampas para deixar o fluxo mais organizado e seguro.

– A recomendação é evitar tocar nos corrimãos, portas e outros objetos, como expositores de vidro. Embora devidamente higienizados, o ideal é evitar o contato. O mesmo vale para as salas expositivas e o Pátio das Esculturas.

– O material informativo do museu, como guia da programação e folders das exposições, foi substituído do papel para versões digitais, disponíveis por QR codes encontrados na entrada e também nas salas expositivas.

– O Centro de Documentação está temporariamente fechado para visitas e consultas presenciais, mas solicitações de pesquisa podem ser encaminhadas pelo e-mail pesquisa@mon.org.br.

– As oficinas artísticas e as visitas mediadas acontecem agora de forma virtual. Acompanhe nas redes sociais e consulte o site do museu.

– Pessoas cegas ou com baixa-visão que desejem visitar o espaço tátil do programa MON Para Todos deverão agendar a visita pelo e-mail agendamento@mon.org.br para que sejam tomadas todas as medidas de higienização necessárias. Por segurança, o acesso a esse espaço não está disponível para os demais visitantes.

Serviço
Museu Oscar Niemeyer
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico – Curitiba
Visitação: terça a domingo, das 10h às 18h
http://www.museuoscarniemeyer.org.br

Informações Banda B.

Conheça o Cânion e a Cachoeira do Rio São Jorge, localizados a 2 horas de Curitiba

O Cânion e a Cachoeira do Rio São Jorge, ficam localizados em Ponta Grossa, são considerados unidades de conservação municipal.  O local possui diversas quedas d’ água e no final forma-se um cânion com uma cachoeira espetacular, com 30 metros de altura.   

Foto via @_lugaresporai_

A área onde estão as atrações é equipada com camping, banheiros e lanchonete, proporcionando maior conforto durante o passeio. Além disso, no local é possível praticar rappel, mas lembrando que a prática exige equipamentos adequados, segurança, experiência ou acompanhamento de alguém experiente. 

Foto via @_lugaresporai_

A cachoeira do Rio São Jorge fica em uma propriedade particular, mantida pela família Zapotoczny. A entrada custa R$15 por pessoa. Para aproveitar a hospedagem no camping é cobrado uma taxa de R$40 por pessoa, a pernoite. 

O local é ideal para aproveitar momentos de contato com a natureza. A cachoeira e o cânion ficam aproximadamente a 127 km da capital Curitiba, e a 15 km do centro de Ponta Grossa. Horário de funcionamento é das 8h às 18h. 

Foto via @_lugaresporai_

Para mais informações entre em contato pelo número: (42) 3226-3731.

Serviço

Localização/ Acesso: Localizado a 15km do centro urbano de Ponta Grossa. O acesso ao Cannyon do Rio São Jorge é feito pela Avenida Carlos Cavalcanti. Na frente do Campus da UEPG-Uvaranas, entra-se na primeira rua à esquerda. Na próxima rua dobra a direita. O acesso se dá pela rodovia Arichermes Carlos Gobbo (deve-se virar à esquerda, após passar o viaduto sobre o pátio da ALL, em direção ao núcleo habitacional Dal Col). Após percorridos 2 km, deve-se virar à direita, após o matadouro municipal, passando por baixo de um viaduto da linha férrea. Deve-se seguir em frente por mais 5Km e virar à esquerda, seguindo por mais 1 Km até à próxima bifurcação. Deve-se então virar à direita e percorrer mais 2 Km de terra batida até o rio São Jorge.