Título: Regulamentação da Inteligência Artificial será adaptável e irá considerar diferentes níveis de risco, afirma Durigan
A regulação da Inteligência Artificial (IA) no Brasil será desenvolvida de forma a ser flexível e adaptável, levando em conta diferentes níveis de risco associados às suas aplicações. A informação é do secretário de de Transformação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Paulo Durigan, em evento recente.
Durigan destacou que a proposta de regulação está sendo elaborada com o foco em balancear inovação e segurança, garantindo que não haja exageros que possam sufocar o avanço tecnológico. Ele enfatizou a importância de um diálogo constante com a sociedade e com o setor produtivo para entender as necessidades e preocupações sobre o uso da IA.
Os níveis de risco sugeridos para a regulação variam conforme o tipo de aplicação da IA, desde sistemas mais simples até aqueles que podem ter impactos significativos na vida das pessoas. Essa abordagem permitirá que regulamentações mais rigorosas sejam aplicadas a tecnologias que possam representar ameaças mais sérias.
O diálogo entre os setores público e privado será fundamental para o sucesso dessa regulação, segundo Durigan. Ele acredita que a criação de um ambiente regulatório eficiente pode estimular a inovação e a competitividade no país.
As informações são da Agência Brasil.
Fonte: Agência Brasil
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