Dilemas da era digital: entenda os novos paradigmas do direito do consumidor com o avanço do e-commerce

A crise econômica causada pelo coronavírus gerou desemprego, busca por preços mais baixos, queda em vários setores e inflação. No entanto, o cenário causado pela Covid-19 se tornou terreno fértil para outros negócios, foi o caso do e-commerce, que se viu no centro das atenções do setor varejista.

Com o isolamento social, as vendas on-line ganharam ainda mais força e junto com essa força toda, surgiu novos paradigmas do direito do consumidor.

Segundo a advogada e escritora Rossana Fisciletti, autora da obra premiada “A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor”, publicada pela Literare Books International, o amplo acesso à internet modificou as formas de ofertar produtos e serviços e materializou o crescimento do e-commerce. “O Direito Digital é um marco importantíssimo para a estruturação e continuidade dos institutos jurídicos, que a todo momento devem se amoldar, tendo em vista as transformações ocorridas na era da sociedade de rede”, esclarece.

O consumidor do futuro, especificamente o brasileiro, vem modificando os hábitos de consumo. “A legislação protetiva do consumidor é adequada e se aplica aos mais diversos cenários de consumo, mas algumas alterações podem se tornar necessárias para contemplar questões específicas da era digital”, diz Rossana.

O livro “A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor” traz uma reflexão sobre as novas diretrizes do Direito do Consumidor no Brasil, observando as transformações propostas pela geração Y, como a personalização de produtos, lojas autônomas, sistemas de manufatura avançada e fábricas inteligentes.

SOBRE A AUTORA

Rossana Fisciletti – Possui Pós-doutorado em New Technologies and Law pela Mediterranea International Centre for Human Rights Research (Dipartimento DiGiES – Università “Mediterranea” di Reggio Calabria) e em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Rio de Janeiro/Brasil. É Doutora em Direito (UVA), Mestre em Direito Econômico (UGF) e Especialista em gestão da educação a distância (UFF). Professora da graduação e pós-graduação dos Cursos de Direito e Sistemas de Informação na Universidade Estácio de Sá. É Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Global Law Comparative: Governnance, Innovation and Sustentability (GGINNS), onde coordena o Observatório de Direito Digital. Advogada. Palestrante. A pesquisa produzida nesta obra contou com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Brasil (CAPES) – Código de Financiamento 001.

Ficha técnica

A quarta revolução industrial e os novos paradigmas do direito do consumidor

Autora: Rossana Fisciletti

Editora: Literare Books International

Formato: 14 x 21 cm – 1ª edição –192 páginas – 2021 – Preço de capa sugerido: R$ 44,90

Categoria: Não ficção

ISBN do físico: 9786559221523

ISBN digital: 9786559221530

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À venda nas principais livrarias físicas e plataformas digitais

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Semana do motorista: no Paraná, tecnologia facilita encontro de vagas

Dirigir é muito prazeroso. Seja no campo, na cidade, na estrada, quem realmente aprecia a rotina, sente alegria até em momentos mais complexos. Mas, há situações que nem mesmo os motoristas mais habilidosos, pacientes ou apaixonados aceitam pacificamente.

É o caso, por exemplo, da procura por vagas nos estacionamentos públicos. Em algumas cidades, as opções para fugir à cansativa rotina de “caçar” um lugar ao sol podem ser as garagens privativas. No entanto, nem sempre há vagas nestes espaços ou nem sempre eles são acessíveis.

Encontrar uma vaga vai além: o estacionamento de uma cidade é importante para os negócios do comércio em geral. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC/Brasil), ele é, inclusive, decisivo para o setor: pesquisa do órgão aponta que 52% da população já deixou de fazer compra por não ter onde estacionar.

A tecnologia pode ajudar a tornar mais democrático o uso do trânsito e das vagas para veículos; também, colaborar com a rotina dos motoristas, especialmente aqueles que têm no trânsito sua rotina de trabalho.

No Paraná, uma dessas soluções digitais é o Estar Digital, Tecnologia que já tem mais de seis anos, administrada pela empresa Cidatec e desenhada para atender e resolver as dores do setor. “Embora o trânsito seja de todos, o uso do modelo organiza e torna mais democrático o acesso aos espaços, facilitando a vida dos motoristas”, afirma Adriano Krzyuy, representante da empresa.

A dinâmica é simples e acessível a alguns cliques do próprio celular: basta baixar o app no telefone, fazer o cadastro da placa e CPF e gerenciar os créditos por uso/tempo do espaço. O Estar Digital é do Paraná e já está valendo em seis cidades do estado.

A instalação do Estar Digital em uma cidade abarca algumas funcionalidades específicas, como Viaturas com OCR (Reconhecimento Ótico de Caracteres); Fiscalização via Smartphone para Agentes; Georreferenciamento das Áreas de Estacionamento; Pontos de Venda (PDV); Totem de Autoatendimento; Smart Parkings; Painel de Indicadores de Desempenho; Integração com Segurança Pública, Bancária e Detran; e Gestão Operacional e Financeira. “Além disso, todo os dados de fiscalização estão integrados com a Política Militar do Paraná”, completa Adriano.

Mobilidade urbana

A organização do trânsito vai ao encontro da Política Nacional de Mobilidade Urbana. A Lei n° 12.587/12, que trata sobre o assunto, é fruto de uma das maiores preocupações da atualidade: o número cada vez maior de veículos automotores de uso individual e os problemas relacionados à mobilidade urbana. Entre outros pontos, o documento incentiva a criação de ciclovias e estacionamentos para bicicletas, bem como a regulamentação do trânsito. A regra vale para cidades com população superior aos 20 mil moradores.

Confira cinco tendências tecnológicas para a construção civil

O mercado da construção civil segue aquecido no Brasil. É isso o que aponta a última projeção realizada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), que revela o crescimento de 2,5% da área até o fim de 2022. Com este cenário otimista, empresas têm buscado expandir suas atividades com tecnologias que beneficiem novas edificações. Para Wanderson Leite, fundador da Prospecta Obras, empresa especializada em prospecção com tecnologia Big Data neste ramo, o crescimento do setor traz novas possibilidades de trabalho. “A área está em constante expansão, e não apenas no seu faturamento, mas na forma de entregar soluções inteligentes a partir do uso da tecnologia”, conta. 

A especialidade da construção civil faz parte dos segmentos atendidos pela franquia Prospecta Analytica, que também gerencia soluções em Big Data para as áreas do agronegócio, saúde e business. Pensando no crescimento do setor, o executivo compartilhou cinco tendências tecnológicas, confira: 

1 – Uso de drones

Os drones podem ser grandes aliados. Além de ajudar na hora de ter uma visualização mais completa de toda a obra (até mesmo à distância), o equipamento pode fornecer mapeamentos 3D de edificações, avaliações termográficas de revestimentos e ainda auxiliar na gestão e andamento do trabalho. “Os drones também ajudam na fiscalização do uso de EPIs dos colaboradores e conseguem ter acesso a áreas mais complexas do local”, comenta Wanderson Leite. 

2 – Realidade virtual invadindo a rotina da construção civil

Além do apoio dos drones, também precisamos observar o avanço do uso da tecnologia de realidade virtual. Com a utilização dos óculos VR, junto aos programas e aplicativos, é possível mostrar toda a planta de uma obra e oferecer ao cliente uma simulação de como acontecerá cada etapa. O custo benefício de ter essa ‘planta virtual’ é significativo na hora de fechar um negócio. 

3 –  Informações e mapeamentos das obras em Big Data

Hoje em dia, informação é tudo, principalmente se você quer crescer dentro de um segmento. Por isso, investir em catalogação e mapeamento de dados referentes ao andamento das obras ou até mesmo na conexão entre fornecedores e compradores pode ser uma alternativa para empreender na área. De acordo com o CEO da Prospecta Analytica, o trabalho com apuração e armazenamento de dados é positivo. “Só no primeiro trimestre de 2022, mais de 200 mil obras foram catalogadas pelos nossos servidores, abrindo oportunidades de vendas e novos negócios”, afirma.

4 – Impressões 3D 

As impressões 3D facilitam a rotina no campo de obras, seja na hora de criar construções modulares ou pré-fabricar componentes antes de serem instalados. Além de otimizar o tempo das construções, esse tipo de material pode tornar a obra mais econômica, evitando desperdícios dos materiais utilizados para erguer as novas estruturas no canteiro. 

5 – Robôs a serviço da obra

Há quem diga que os robôs não podem ajudar, mas na construção civil eles são grandes parceiros. Existem aqueles que assentam tijolos e tem até ‘cão robô’, que funciona como um ‘fiscal de obra’, auxiliando no monitoramento e na captura de imagens 3D. Leite comenta que “além do acompanhamento do serviço realizado, os aparelhos também colaboram na elaboração dos cenários de realidade virtual utilizados para captar novos clientes ou para planejar as etapas da obra”.