O Dia Mundial Sem Carro, celebrado nesta terça-feira (22/9), propõe que as pessoas deixem o carro em casa e adotem alternativas como o transporte coletivo, a bicicleta ou os deslocamentos a pé. Em Curitiba, a Prefeitura sugere um roteiro de 17,5 km de bicicleta, entre o Passeio Público, no Centro, e o Parque Tingui, no São João, para conhecer diferentes atrações da cidade sem emissão de poluentes.
O trajeto é livre e pode ser adaptado conforme a capacidade física de cada ciclista. Curitiba tem atualmente 324,1 km de estrutura cicloviária, com opções para explorar diferentes regiões da cidade sobre duas rodas.
O passeio começa no Passeio Público, primeiro parque de Curitiba, fundado em 1886. Ao lado do tubo de parada dos ônibus, há uma estação da Tembici, que oferece bicicletas convencionais e elétricas para aluguel. Outra alternativa é utilizar os patinetes elétricos disponíveis para locação em um ponto próximo ao parque.
Partindo na direção do Memorial Árabe, o ciclista pode seguir por 2 km de ciclovia até o Bosque Papa João Paulo II, memorial da imigração polonesa em Curitiba. O local conta com estacionamento para bicicletas e pode ser percorrido a pé. Entre as atrações está um banco que toca Chopin. O Museu Oscar Niemeyer também fica atrás do bosque.
Depois, são mais 3,5 km pela ciclovia que margeia o Bosque João Paulo II até o Parque São Lourenço. O trajeto acompanha o curso do Rio Belém e é cercado por árvores. No parque, uma das atrações é o Memorial Paranista, que reúne esculturas.
Quem ainda tiver disposição pode seguir pela Rua João Gava até o Parque Jaime Lerner, complexo que engloba a Ópera de Arame, a Pedreira Paulo Leminski e a Rua da Música, com restaurantes renomados e apresentações de arte ao vivo.
A partir do Parque das Pedreiras, o roteiro continua pela ciclovia até a Rua Eugênio Flor. Nesse ponto, é preciso virar à direita e redobrar a atenção, pois não há ciclovia no trecho. O ciclista deve seguir até a Rua Oswaldo Maciel, virar à esquerda e continuar até a entrada do Parque Tanguá, que oferece vista da cidade e uma queda-d’água.
Para prosseguir até o Parque Tingui, o trajeto passa pela Rua Frei Bernardino Tomat, na lateral esquerda do mirante, até a Rua Domingos Antônio Moro, onde é possível reencontrar a ciclovia. Depois, é preciso virar à direita e seguir pela Rua Fredolin Wolf por mais 2,5 km, em um trecho com descidas e algumas subidas.
No Parque Tingui, é permitido pedalar pela ciclovia interna. O local também abriga o Memorial Ucraniano, onde os visitantes podem conhecer aspectos da cultura e da história de um dos povos que formam Curitiba.
O uso de capacete é obrigatório para quem estiver de bicicleta própria, alugada ou de patinete. Dentro dos parques, é necessário desmontar da bicicleta ou do patinete para evitar acidentes. A recomendação é aproveitar a vista e controlar a velocidade.
Linha Turismo
Para quem não pratica ciclismo, mas quer conhecer Curitiba utilizando uma opção com menor emissão de carbono, a Prefeitura sugere a Linha Turismo. O serviço passa por 26 atrativos da cidade.
A Linha Turismo circula a cada 30 minutos e percorre aproximadamente 48 km em cerca de três horas. O roteiro começa na Rua 24 Horas, mas o embarque pode ser feito em qualquer um dos pontos do trajeto.
Com informações da Prefeitura de Curitiba.
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