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Desenvolvimento Humano: Região Metropolitana de Curitiba se Destaca

A Região Metropolitana de Curitiba (RMC) ocupa a segunda posição no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil, de acordo com a pesquisa Radar IDHM, divulgada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) nesta terça-feira (26/5). Com um índice de 0,856, a RMC está atrás apenas da Região Metropolitana de Florianópolis (SC), que obteve 0,874. O estudo revela que 17 das 21 regiões analisadas alcançaram o patamar de “muito alto desenvolvimento humano” em 2024.

Destaques do IDHM

Para a avaliação do IDHM, foram considerados critérios como saúde, educação e geração de renda. Em 2024, o Brasil registrou um índice de 0,805. A classificação do Pnud varia de 0 a 1, sendo que valores acima de 0,800 são considerados de muito alto desenvolvimento humano.

Declarações das autoridades

O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, destacou a importância da colaboração entre os municípios da RMC. Segundo ele, “não é possível tratar cada município de maneira isolada” e ressaltou as políticas públicas integradas como fundamentais para o desenvolvimento regional.

O secretário de Desenvolvimento da RMC, Thiago Bonagura, também celebrou os avanços e reconheceu os desafios contínuos. “Nos últimos anos, a qualidade de vida na região melhorou significativamente e continuaremos a buscar novas melhorias”, afirmou Bonagura.

Educação e Renda

No setor educacional, a RMC ficou em segundo lugar, com nota 0,856, apenas atrás da RM de São Paulo, que obteve 0,863. Em relação à renda, a região também ocupou a segunda posição, com 0,827, superada somente pela RM de Florianópolis (0,849).

Em 2024, apenas cinco regiões do país alcançaram a categoria de muito alto desenvolvimento humano em renda, incluindo Curitiba, que se destacou entre elas.

Crescimento e Recuperação

Historicamente, a RMC apresentou um crescimento no IDHM. O índice geral subiu de 0,835 em 2019 para 0,856 em 2024, após uma queda para 0,786 em 2021 devido à pandemia. No quesito educação, a pontuação também cresceu, passando por uma breve retração em 2021.

As áreas de saúde e renda seguiram a mesma tendência, mostrando uma recuperação significativa. É importante observar que os desafios impostos pela pandemia afetaram todas as regiões do Brasil, refletindo na diminuição dos índices em 2021.

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