Deputados votam por derrubar veto de Bolsonaro e, com isso, suspender despejos na pandemia

Deputados votaram nesta segunda-feira (27), durante sessão do Congresso Nacional, pela derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que suspende despejos durante a pandemia. O veto ainda será analisado pelos senadores, em uma segunda etapa da sessão.

Cumprindo um acordo entre partidos que envolveu também outras matérias (leia mais abaixo), os parlamentares apoiaram a derrubada do veto com folga no placar. Foram 435 votos pela derrubada e apenas 6 pela manutenção.

A análise dos vetos presidenciais é feita durante sessão do Congresso, que costuma ser conjunta, com deputados e senadores presentes. No entanto, em razão da pandemia do novo coronavírus, as reuniões dos parlamentares estão sendo realizadas separadamente.

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Datena anuncia saída da Band para concorrer à presidência em 2022

Nesta quarta-feira (13), o apresentador Datena anunciou a sua saída da emissora de TV Bandeirantes para concorrer à presidência da República em 2022.

Durante o programa ao vivo, Datena disse que o seu interesse na política é de ser “um bom brasileiro” e que para se candidatar precisará deixar a emissora. Atualmente ele comanda o Brasil Urgente, programa policial.

Datena é pré-candidato pelo Partido Social Liberal (PSL).

Ainda no programa, ele dividiu com os telespectadores que seu desejo de ingressar na vida política era antigo, mas que temia pelos comentários negativos. “Um dia, um político importante disse que o político tem senso ridículo. O outro me disse que político não pode ter ética. Por essas frases e outras eu não entrei para a política até agora”, disse.

CPI: Renan deve propor indiciamento de Bolsonaro, filhos do presidente e mais 37 pessoas

Relator da CPI da Covid-19 no Senado, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) deverá propor o indiciamento de Jair Bolsonaro, de três filhos do presidente e de mais de 30 pessoas, por ao menos 16 crimes cometidos durante a pandemia. Os nomes foram apurados pelo Metrópoles com fontes próximas ao relator.

Além de Bolsonaro, devem ser indicados os filhos do presidente Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro; ao menos três atuais ministros do governo: Marcelo Queiroga (Saúde), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União) e Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência); e o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Além disso, estãona lista nomes como os ex-ministros Eduardo Pazuello, Osmar Terra e Ernesto Araújo; as deputadas federais Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF); a médica Nise Yamaguchi; e os empresários Luciano Hang, Carlos Wizard, Otávio Fakhoury e Francisco Maximiano, este último dono da empresa Precisa Medicamentos.

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Informações Banda B