Correios lançam selo em homenagem à flora brasileira

Correios lança selo em homenagem à flora brasileira

Os Correios lançaram, nesta semana, o selo especial da Série Mercosul: Fauna e Flora – Suculentas. Segundo a empresa, o 14° selo especial anunciado destaca a relevância e a beleza dessas plantas, capazes de acumular água no caule, nas folhas e até nas raízes.

“Suculência é uma característica altamente associada à resiliência. Por isso, ela está tão presente em plantas que habitam regiões áridas do globo, porque a falta de água é o maior fator que impede a sobrevivência de uma planta”.

Os Correios destacam que, por conta desse mecanismo, é possível encontrar suculentas habitando desde os rochedos do Rio Grande do Sul até a Floresta Amazônica.

A estimativa é de que existam mais de 12 mil espécies, distribuídas sobretudo na África, na Cordilheira dos Andes e nos desertos da América do Norte.

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Live “É Hora de Plantar” apresenta informações para o início da safra

O plantio bem feito de uma nova safra, com a ajuda das ferramentas disponíveis, é fundamental para o bom desenvolvimento de qualquer cultura, pois é uma das etapas que podem garantir altas produtividades. Na soja, isso não é diferente. Para ajudar o produtor rural a entender este cenário do início do ciclo 2022/23, a Fundação de Apoio à Pesquisa Agropecuária de Mato Grosso (Fundação MT) realiza no próximo dia 4 de outubro, a live “É Hora de Plantar – Cuidados com o Plantio”, através de sua página no Youtube, a partir de 19h de Mato Grosso.

Diferente de outros anos, em que a instituição promovia palestras em formato presencial como parte do Programa de Difusão de Tecnologia da Fundação MT, agora os eventos retomam no formato online. “O objetivo é levar para o produtor informações importantes e relevantes para um momento crucial da safra, o do plantio. Informações como tratamento de sementes, controle de plantas daninhas e uso de pré-emergentes, assim como aspectos ligados à qualidade do plantio”, destaca Luis Carlos, gerente de marketing e relacionamento da instituição.

O bate papo é gratuito e abordará temas essenciais como pragas, plantabilidade, com o pesquisador, Marcelo Franchi e ainda dessecação de plantas daninhas e uso de pré-emergentes com o também pesquisador e doutor, Lucas Barcellos.

Evite dor de cabeça com as pragas

A entomologista e pesquisadora da Fundação MT, doutora Lucia Vivan, destaca o cascudinho-da-soja (Myochrous armatus), como uma das pragas iniciais de soja que merece atenção por parte do produtor. O coleóptero tem ocorrido de forma frequente nos últimos cinco anos em áreas de Mato Grosso, com maior incidência na região de Rondonópolis, Itiquira, Primavera do Leste e Campo Verde, mas já se têm relatos de ataques em outras regiões.

De acordo com a pesquisadora, o ataque dos adultos ocorre, geralmente, poucos dias após a emergência das plantas de soja, e também está relacionado com o período de início das chuvas. “É importante que o produtor fique atento nas áreas onde tem histórico da presença do inseto, pois eles se concentram no caule e causam o tombamento e a morte das plântulas. Por isso, o principal dano dessa praga nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura é a redução do estande de plantas, o que pode impactar diretamente na produtividade”, indica Lucia.

Uma das ferramentas indicadas e indispensável para o controle do cascudinho é o tratamento de sementes, pois oferece proteção inicial para as plântulas de soja na fase crítica de ataque do inseto. Além disso, a entomologista ressalta que em áreas com altas infestações, geralmente são necessárias aplicações foliares para minimizar os danos desta praga.

Outras pragas

Outra praga que pode ocorrer neste início de implantação da cultura em áreas mais arenosas e, principalmente, se houver um período de veranico, é a lagarta elasmo (Elasmopalpus lignosellus). A atenção também deve ser para os corós da soja, Phyllophaga cuyabana e P. capillata, que, se presentes, irão consumir as raízes, afetando o desenvolvimento das plantas. Segundo a doutora Lucia, para essas o tratamento de sementes é igualmente importante.

Algumas regiões de Mato Grosso têm incidência de lagarta Helicoverpa armigera nos estádios V2 a V3 da soja, principalmente em áreas com o sistema soja-algodão. Portanto, “é importante sempre monitorar as áreas e fazer os manejos quando for necessário para evitar a colonização e o comprometimento a partir do estádio R1”, explica a entomologista da Fundação MT.

Participe

A live ‘É Hora de Plantar” vai esclarecer com mais detalhes todos esses assuntos, especialmente com recomendações de manejo e sanar dúvidas que poderão ser enviadas ao longo do evento. Acesse a página www.youtube.com/user/fundacaomt <http://www.youtube.com/user/fundacaomt>  e participe.

Fundação MT: Criada em 1993, a instituição tem um importante papel no desenvolvimento da agricultura, servindo de suporte ao meio agrícola na missão de prover informação técnica, imparcial e confiável que oriente a tomada de decisão do produtor. A sede está situada em Rondonópolis-MT, contando com três laboratórios e casas de vegetação, seis Centros de Aprendizagem e Difusão (CAD) distribuídos pelo Estado nos municípios de Sapezal, Sorriso, Nova Mutum, Itiquira, Primavera do Leste com ponto de apoio em Campo Verde e Serra da Petrovina em Pedra Preta. Para mais informações acesse www.fundacaomt.com.br e baixe o aplicativo da instituição.

Dólar cai para R$ 5,35 com alívio internacional

Após dias de tensão e de turbulência, o mercado financeiro teve um dia de trégua nesta quarta-feira (28). O dólar fechou em queda, após bater em R$ 5,42 no início das negociações. A bolsa de valores alternou altas e baixas, mas fechou estável.

O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,35, com queda de R$ 0,027 (0,5%). A cotação iniciou em forte alta, mas passou a cair após a abertura do mercado norte-americano. Na mínima do dia, por volta das 14h30, chegou a R$ 5,32.

Com o desempenho de hoje, o dólar acumula alta de 2,85% em setembro, após passar a maior parte do mês em queda. Em 2022, a divisa cai 4,05%.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela recuperação. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 108.451 pontos, com alta de apenas 0,07%. Pouco depois das 16h, o indicador chegou a subir 0,55%, mas desacelerou nos minutos finais de negociação.

O mercado global teve um dia de alívio, apesar dos temores de recessão na Europa e nos Estados Unidos. A libra esterlina e o euro, que se desvalorizavam fortemente desde o fim da semana passada, voltaram a se recuperar perante o dólar. As bolsas norte-americanas tiveram fortes altas com a queda no rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano.

O índice Dow Jones, das empresas industriais, subiu 1,89%. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, ganhou 2,02%. O S&P 500, das maiores empresas, avançou 1,95%. A recuperação, no entanto, não chegou à bolsa brasileira, que fechou estável porque as ações da Petrobras, os papéis mais negociados, caíram.

As ações ordinárias (com direito a voto em assembleia de acionistas) da estatal recuaram 0,7%. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) fecharam com queda de 1,35%.

* Com informações da Reuters

Fonte: Veja a matéria no site da Agência Brasil