Chegaram no Paraná mais 182 mil doses de vacinas contra a Covid-19

O Paraná recebeu na noite desta segunda-feira (30) mais 182.100 doses de vacinas contra a Covid-19. As 64.350 doses da Pfizer/BioNTech desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 19h10 e, logo depois, chegaram mais 117.750 doses da AstraZeneca/Fiocruz.

A Secretaria de Estado da Saúde informa que os imunizantes fazem parte da 44ª pauta de distribuição do Ministério da Saúde, anunciada neste domingo (29). As doses foram enviadas para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para conferência e distribuição às Regionais de Saúde.

Segundo o Informe Técnico, o lote deve ser destinado integralmente à segunda dose (D2) referente a 24ª e 25ª pauta do governo federal. Os imunizantes serão enviados para os municípios nos próximos dias.

O Paraná recebeu na noite desta segunda-feira (30) mais 182.100 doses de vacinas contra a Covid-19. As 64.350 doses da Pfizer/BioNTech desembarcaram no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, às 19h10 e, logo depois, chegaram mais 117.750 doses da AstraZeneca/Fiocruz. – Foto: Américo Antonio/SESA

No total, até a tarde desta segunda-feira (30), o Paraná havia aplicado 10.643.844 vacinas, sendo 7.367.398 primeiras doses (D1), 317.825 doses únicas (DU) e 2.958.621 D2. Entre D1 e DU, o Estado já atingiu mais de 88% da população adulta do Paraná, estimada em 8.720.953 pessoas.

MAIS LOTES – Na sexta-feira (27), a Secretaria estadual da Saúde distribuiu 529.607 doses – sendo 125.820 primeiras (D1) e 403.787 para segunda aplicação (D2). Os imunizantes eram parte da 42ª e 43ª remessas do Ministério da Saúde. Foram enviados, ainda, 26.940 medicamentos do chamado “kit de intubação” para serviços de saúde que estão atendendo pacientes com a doença. Destes, 24.830 são de compra própria da Secretaria e 2.110 enviados pelo Ministério da Saúde.

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Curitiba ultrapassa 1,5 milhão de pessoas vacinadas com ao menos uma dose

Curitiba ultrapassou a marca de 1,5 milhão de pessoas vacinadas. Até esta quinta-feira (21/10), a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou um total de 1.502.454 curitibanos com a primeira dose ou a dose única (Janssen) da vacina anticovid.

Ao todo, Curitiba já aplicou 2.801.989 unidades do imunizante, sendo 1.464.245 primeiras doses e 1.232.938 segundas doses; 38.209 doses únicas e 66.597 doses de reforço.

Da população total de Curitiba (estimada em 1.948.626 pelo IBGE), 77,1% já receberam ao menos uma dose do imunizante e 65,2% estão totalmente imunizados contra a covid-19, com as duas doses ou a dose única.

Vacinados com 18 anos ou mais

Entre a população com 18 anos ou mais, 1.403.024 curitibanos receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Um total de 1.271.029 pessoas acima dos 18 anos já completou o esquema vacinal até esta quinta-feira (21/10). Destas, 1.232.820 pessoas receberam a segunda dose da vacina e outras 38.209 pessoas receberam a vacina em dose única.

Reforço

Curitiba também está aplicando as doses de reforço para quem já completou o ciclo de imunização, nos seguintes grupos: idosos de 70 anos, pessoas imunossuprimidas e profissionais de saúde. Até esta quinta-feira (21/10), 66.597 pessoas desses grupos receberam a dose de reforço.

Adolescentes de 12 a 17 anos

A SMS também vacinou 61.221 adolescentes entre 12 e 17 anos. Destes, 118 já receberam também a segunda dose, sendo do grupo de gestantes abaixo de 18 anos.

Doses recebidas

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 3.041.813 doses de vacinas, sendo 1.551.232 para primeira dose, 1.381.340 para segunda dose, 38.975 doses de aplicação única e 70.266 doses de reforço. Nesse montante já estão contabilizados os 5% de reserva técnica.

A reserva técnica é uma medida de segurança, faz parte dos protocolos da logística e é necessária para evitar problemas no fluxo de imunização que possam ser causados por imprevistos eventuais, por exemplo, a quebra acidental de frascos.

O município tem capacidade para vacinar até 30 mil pessoas por dia e o avanço do cronograma de imunização ocorre à medida que as doses são enviadas pelo Ministério da Saúde ao governo estadual, responsável por distribuir os lotes do imunizante aos municípios.

Confira detalhes da vacinação contra a covid-19 no Painel Covid-19 Curitiba.

Se não tratada, perda auditiva em crianças gera atraso no desenvolvimento

Cerca de 34 milhões de crianças em todo o mundo possuem deficiência auditiva em algum grau; diagnóstico precoce é essencial para o tratamento adequado

Ao contrário do que muitas vezes se imagina, a perda auditiva não escolhe idade. Além dos idosos e adultos de meia idade, crianças também podem apresentar o problema. Nesses casos, se não houver o tratamento correto, o desenvolvimento da fala, a interação e até mesmo o desempenho escolar podem ser afetados.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 34 milhões de crianças em todo o mundo possuem deficiência auditiva em algum grau. No Brasil, segundo dados de 2019 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 31 mil crianças de dois a nove anos de idade manifestam alguma dificuldade para ouvir.

“A perda auditiva pode ocorrer no nascimento ou logo em seguida”, afirma Márcia Bonetti, fonoaudióloga e responsável técnica da Audiba Aparelhos Auditivos. “Ela pode ser causada por fatores genéticos ou hereditários, quando há casos semelhantes na família, e por infecções no ouvido, como otites, ou algum tipo de doença gestacional, como rubéola, sarampo ou meningite”.

Em muitos casos, o quadro é irreversível. Caracterizada como uma perda auditiva neurossensorial (ou surdez sensorioneural), a alteração é localizada no ouvido interno, quando os sinais são impedidos de serem enviados ao cérebro devido a uma falha nos condutores nervosos. De modo geral, segundo Márcia, a condição reduz a eficiência da transmissão dos sons, resultando em uma deficiência para escutar.

Diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce da perda auditiva facilita o tratamento e corrobora para a estabilização da perda. O teste da orelhinha, por exemplo, deve ser feito ainda na maternidade, a fim de identificar pequenas alterações auditivas ou surdez em bebês para, caso necessário, encaminhar a criança para o tratamento mais adequado.

“O teste é indolor, com realização obrigatória logo após o nascimento, sendo ofertado também pelo Sistema Único de Saúde [SUS]. Com o diagnóstico, o tratamento é facilitado, seja ele feito por meio do implante coclear [popularmente chamado de ‘ouvido biônico’] ou pelo uso de aparelhos auditivos”, afirma a fonoaudióloga.

Márcia salienta que para casos em que há o acúmulo de secreção, como na otite, a perda é, geralmente, de fácil reversão. Para tanto, recomenda-se a drenagem do fluido por meio de

tubos de ventilação inseridos através da membrana timpânica.

Atenção aos sinais de alerta

Nem sempre é fácil identificar dificuldades ou problemas de saúde em crianças. Apesar disso, é importante que os pais estejam atentos a alguns sinais para garantir o diagnóstico e o tratamento precoce.

No caso da perda auditiva, ouvir a televisão com o volume muito alto, não responder prontamente quando chamado, apresentar dificuldades de aprendizado e para encontrar a origem dos sons e atraso na fala são alguns indícios de que algo pode estar errado com o pequeno.

“A gente precisa ouvir os sons para entender e poder expressar, então, se não escutamos, não vamos aprender a falar. Além disso, a deficiência auditiva pode ocasionar também em uma dificuldade de convívio, acarretando um isolamento social. Por isso, é importante estar atento caso a criança apresente algum desses sinais”, ressalta a fonoaudióloga.

Assim, a recomendação é procurar imediatamente um especialista caso algum dos sintomas seja identificado.