Câmera flagra mulher sendo assediada durante corrida de rua em Maringá

Uma mulher foi assediada enquanto praticava corrida de rua em Maringá. O caso aconteceu na semana passada e veio a público esta semana.

A vítima praticava corrida de rua no Jardim Alvorada quando um motociclista se aproximou e passou a mão no corpo dela. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento do crime de importunação sexual. 

A vítima conversou com a reportagem, mas preferiu não se identificar. O grupo de corrida que ela integra pratica o exercício três vezes por semana na região, no período de início da noite. No momento da importunação sexual, ela estava sozinha. 

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Casos de importunação sexual devem ser denunciados pelo telefone 153

A Guarda Municipal fez 32 prisões pelo crime de importunação sexual e por atos obscenos, desde o início do ano. Deste total, 11 ocorreram dentro do transporte coletivo, com atendimento no terminal de ônibus ou na estação-tubo mais próximos.

Um deles, registrado na manhã de 1º de outubro, ocorreu no Ligeirão Santa Cândida/Capão Raso. Após denúncia da vítima, de 47 anos, o motorista parou o ônibus no Terminal Cabral para o registro da ocorrência pelos guardas municipais. O suspeito tinha 41 anos.

“É imprescindível que a comunicação oficial do crime aconteça de maneira imediata, para que o suspeito possa ser abordado no local da denúncia. No caso do crime praticado dentro do ônibus, a abordagem normalmente é feita na parada seguinte do veículo”, informa o secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Péricles de Matos.

Outro caso recente atendido pelos guardas foi na madrugada do feriado de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida. Na Rua Conselheiro Laurindo, no Centro, os guardas prenderam um homem de 29 anos suspeito de importunar uma mulher de 51 anos, funcionária de um estabelecimento onde o indivíduo tentou forçar a porta para entrar.

No ano passado, outras 38 prisões foram feitas por equipes de guardas municipais pela mesma natureza criminal, das quais 14 dentro do ônibus. 

Ligue 153

O passageiro que precisar de apoio para registrar um crime, como furto, roubo ou importunação sexual no ônibus, dentro dos limites de Curitiba, deve ligar para o telefone de emergência 153 da Guarda Municipal.

A ligação é atendida por um guarda no Centro de Operações, que aciona a equipe mais próxima do local para averiguação e possíveis abordagens a pessoas suspeitas. Observar alguns detalhes, como cor da roupa do suspeito, tatuagens e o uso de óculos ou bonés ajuda na identificação posterior.

Gaeco e PM prendem 16 pessoas suspeitas de tráfico de drogas em esquema no Centro de Curitiba

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná (MPPR), e o 12º Batalhão de Polícia Militar do Paraná cumprem nesta terça-feira (19) 16 mandados de prisão preventiva e dez mandados de busca e apreensão em Curitiba e também em Piraquara e Pinhais, na Região Metropolitana. A ação faz parte da operação denominada Marco Zero, que investiga possíveis crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas no centro da capital.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 5ª Vara Criminal de Curitiba e são cumpridas em diversas residências, uma pousada e um estacionamento. O coordenador estadual do Gaeco do MPPR, Leonir Batisti, afirma que entre os alvos dos mandados de prisão, sete já têm sentença condenatória e quatro foram recentemente denunciados pelo MPPR.

“Desses 16, pelo menos 11 pessoas estão continuamente traficando e portanto são criminosos habituais infelizmente. Isso que levou à necessidade de uma ação mais organizada com a finalidade de fazer cessar, pelo menos momentaneamente, essa situação de tráfico no centro de Curitiba”, explicou Batisti.

Ainda segundo o coordenador estadual do Gaeco, acredita-se que alguns dos alvos da operação escondiam as drogas em casa, outros em carros dentro de estacionamentos ou em quartos de hotel.

“Essa estrutura ela se compunha de uma pessoa que era a atacadista, por assim dizer, e demais seis pessoas que gerenciavam e vendiam as drogas. Depois havia mais oito pessoas que vendiam drogas no varejo, como se diz, e tinha uma espécie de supervisor que supõem-se seja ligado à facção criminosa também”, concluiu Batisti.