Cabeça de boi é deixada ‘bebendo’ soda em ponto de ônibus de Maringá

REPORTAGEM MASSA NEWS

Uma cena bizarra foi registrada na zona leste de Maringá, no início da madrugada desta segunda-feira (11). A cabeça de um boi foi deixada em um ponto de ônibus, com uma garrada de Soda Limonada presa à boca.

Mais informações: http://massanews.com/

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Conheça a história do sapateiro que saiu da Macedônia e há quase 70 anos é ‘xodó’ dos moradores do Portão

Jivo Nicoloski tem 90 anos. Xodó dos moradores do bairro Portão, em Curitiba, seu Jivo, como é conhecido, é popular pelo trabalho que desenvolve com a sapataria na Rua Curupaitis, numeral 2370. A Banda B foi conhecer a história do homem que saiu da Macedônia, terra dos Bálcãs no sudeste europeu, para viver no Brasil há 70 anos. Em um bate-papo espontâneo com a reportagem nessa segunda-feira (12), ele relembrou a trajetória de vida e se emocionou ao falar sobre o trabalho que, para muitos, é uma das profissões que corre “risco de extinção”.

Junto com a família, Jivo chegou ao país em 1952. Segundo o sapateiro, a ideia era buscar um lugar melhor para viver. Foi por meio de uma viagem religiosa que ele, finalmente, pôde sair da terra natal em busca de um novo destino.

“Eu vim com 20 anos para cá”, começou o entrevistado. “Era para a gente ir aos Estados Unidos porque era mais fácil, mas não deu certo e viemos ao Brasil. Na época, estava acompanhado do meu pai, irmão, tio, primo e um amigo”, pontua.

À Banda B, Jivo explicou que morou, antes de Curitiba, em Porto Alegre e no Rio de Janeiro. O restante da família, porém, foi morar no Canadá – país vizinho do destino previsto inicialmente. Ele, porém, como já estava trabalhando por conta própria com os sapatos, decidiu permanecer no Brasil.

“A ideia era ficar pouco tempo, mas como eu já estava bem aqui, decidi ficar”, completou.

Sapataria

A sapataria, como já dito, é, para muitos, uma profissão rara na atualidade. No entanto, foi ela quem consolidou a vida de Jivo. Na década de 50, conforme relembra, ele chegou ao Brasil com apenas 1 dólar no bolso e sem saber o português.

Ainda, antes de virar sapateiro, Jivo trabalhou em construção e no teatro. Mas o personagem fincou as próprias raízes no Brasil e construiu a própria família ao longo anos. Ao todo, o sapateiro tem cinco filhos homens e uma mulher, descendentes que o auxiliam no dia a dia do trabalho.

“A primeira coisa que eu aprendi a fazer com os sapatos, foi pegar a forma…”, falava Jivo ao mostrar parte da rotina de trabalho (ver vídeo abaixo) ao repórter Antônio Nascimento, durante a entrevista. “Então, eu trabalhava em uma fábrica na rua Riachuelo. O nome dela era A Favorita. Tirava cerca de 300 ‘pau’ por mês por conta das formas e reinvestia novamente. Foi assim que comecei por aqui”, destaca.

Seu Jivo trabalha em uma sapataria própria localizada na Rua Curupaitis, no bairro Portão. Foto: Antônio Nascimento/Banda B

Após sair da fábrica, Jivo conta que trabalhou com um homem, também imigrante, da Itália, antes de abrir por conta própria, algo que faz até hoje.

“Eu tinha uma loja de sapatos. Teve um Natal em que vendi, de uma vez só, cerca de 250 pares de calçados. Hoje, graças a Deus, também estou cheio de serviço”, apontava ele ao redor da sapataria e ao responder sobre a quantidade de clientes que possui. “A gente é muito conhecido. Eles sempre gostam de saber a minha história”, continuou.

Brasil

Em relação a família, além dos filhos, Jivo diz que só tem uma irmã de 87 anos, morando em Toronto, no Canadá. Ao longo dos anos, ele já voltou para a Macedônia por diversas vezes, mas é ao Brasil que o coração de Jivo realmente pertence, como ele mesmo destacou ao final.

“Nós chegamos e começamos trabalhar. Eu ajudei a construir o prédio do Tribunal da Justiça, da Biblioteca Pública, a praça do Homem Nu e do Teatro Guaíra. Se fosse para relembrar tudo, teria que começar lá ao meio-dia”, brincando sobre a trajetória. “Hoje, sou muito grato ao Brasil, graças a Deus”, concluiu a Banda B.

Vídeo

Veja parte da rotina de seu Jivo filmada pelo repórter Antônio Nascimento.

Reprodução Banda B

Paranaense ignora semana mais fria do ano e diz não usar camisa há décadas

Manoel Gonçalves Pereira Moreira, de 78 anos, enfrenta a semana mais fria do ano sem camisa. Ele diz não sentir frio e os moradores de Marialva, na região metropolitana de Maringá, se deparam todos os dias com Manoel andando pelas ruas e avenidas a pé e com o peito de fora. Muito conhecido na cidade como Seo Português, o morador ganhou os apelidos de “peladão” e “descamisado” pela população. 

Nessa quarta-feira (30), Maringá e Marialva quase registraram temperaturas negativas. A sensação térmica chegou a -1°C, segundo o Simepar, e, mesmo assim, Seo Português não colocou camisa. Ele disse em entrevista ao GMC Online que saiu na geada sem camisa e não sentiu frio.

Leia mais em GMC Online.

Informações Banda B