Bolsonaro diz que Petrobras vai anunciar redução no preço dos combustíveis na semana que vem

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que a Petrobras anunciará, a partir da próxima semana, redução no valor dos combustíveis. A declaração dele foi feita neste domingo (5).

“A Petrobras começa, essa semana, já anunciar redução do preço do combustível. O que eles têm alegado, que eu tenho ouvido eles reclamarem, é que com o aumento do combustível aumenta o preço da passagem. Agora, seria bom que eles procurassem os governadores”, disse.

Já faz algum tempo que o titular do Palácio do Planalto reitera que a responsabilidade pelos altos valores da gasolina e do botijão de gás é dos governadores. 

Segundo Bolsonaro, o custo desses insumos tem relação com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é uma taxa estadual.

Para ler a matéria completa do Portal Metrópole clique aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bolsonaro sanciona lei que libera R$ 300 milhões para vale-gás em dezembro

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou nesta quarta-feira (22) um projeto de lei com abertura de crédito especial para bancar o auxílio-gás em dezembro.

A medida foi aprovada no Congresso na última sexta-feira (17) e a sanção foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União nesta quarta.

No ano, o preço médio do botijão de 13 quilos subiu mais de 30%. O cenário vem levando famílias de baixa renda a optar por lenha ou carvão para cozinhar.

O projeto, aprovado em votação simbólica nas duas Casas, abre crédito de R$ 300 milhões para bancar o auxílio ainda neste ano.

No ano que vem, os recursos para bancar o programa já estão computados no Orçamento de 2022, aprovado nesta semana. O programa tem vigência de cinco anos.

Segundo o Palácio do Planalto, a expectativa é que o benefício alcance mais de 5 milhões de famílias de baixa renda.

A ideia é, a partir do próximo ano, providenciar a entrada gradual de mais famílias. A expectativa é de que todos os beneficiários do programa Auxílio Brasil sejam atendidos até setembro de 2023.
O governo vai aproveitar a estrutura do Auxílio Brasil para operacionalizar os pagamentos ao auxílio-gás.

Para estimar o benefício a ser concedido, o governo apresentou um cálculo em que o valor médio do botijão é de R$ 102,48.

O vale-gás será calculado a partir da média de preços dos últimos seis meses.

Para chegar ao valor de R$ 300 milhões, o governo propôs o cancelamento de R$ 230 milhões de seguro-desemprego e R$ 70 milhões da reserva de contingência fiscal.

Sobre as programações canceladas, o governo afirma que não haverá prejuízo na execução, pois os remanejamentos foram decididos com base em projeções de possibilidades de gasto até o final do ano e que constam do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 5º bimestre.

A criação do vale-gás foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no final de novembro.

A lei do “auxílio Gás dos Brasileiros” determina que podem ser beneficiadas as famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário mínimo.

Também podem ganhar o auxílio as famílias que tenham entre seus membros quem receba o BPC (Benefício de Prestação Continuada).

O repasse, segundo o projeto, deverá ser concedido preferencialmente às famílias com mulheres vítimas de violência doméstica que estejam sob o monitoramento de medidas protetivas de urgência. O pagamento do benefício será feito preferencialmente à mulher responsável pela família.

Bolsonaro é eleito personalidade do ano por voto popular na revista Time

O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi escolhido em votação popular a personalidade do ano de 2021 “para melhor ou para pior” da revista americana Time.

Esta não é a tradicional eleição de personalidade do ano feita pela revista, mas uma etapa anterior, onde os leitores escolhem o nome mais influente. O homenageado eleito pelos editores da revista será divulgado no próximo dia 13, de acordo com a publicação. No ano passado, os democratas recém-eleitos para a Presidência e Vice-presidência dos EUA, Joe Biden e Kamala Harris, foram escolhidos como personalidades do ano pelos editores da revista.

“Dos mais de 9 milhões de votos dados pelos leitores a quem eles acreditam que é a pessoa ou o grupo que teve mais influência neste ano –para melhor ou para pior–, Bolsonaro recebeu 24% do total”, divulgou a revista Time nesta terça-feira (7).

A Time destacou que Bolsonaro é investigado pelo Supremo Tribunal Federal pelos comentários feitos em 24 de outubro sem base na realidade de que a vacina contra a Covid-19 pode aumentar a chance de contrair o vírus da Aids.

A revista também ressaltou que o presidente foi alvo de uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Senado que o acusou de uma série de crimes no combate à pandemia, que já matou mais de 600 mil pessoas no Brasil.

Bolsonaro foi eleito na votação popular da revista após forte mobilização de apoiadores em redes sociais e aplicativos de mensagens como o WhatsApp e o Telegram, que pediam votos ao mandatário e destacavam a facilidade em registrar a escolha, já que o sistema da Time não exigia cadastro para a votação.

Em grupos de WhatsApp de bolsonaristas acompanhados pela reportagem, muitos admitiam terem votado várias vezes. “Eu votei umas dez vezes”, disse um, de nome Claudio.

O próprio presidente chegou a pedir votos aos eleitores em suas transmissões em vídeo exibidas em redes sociais. “Agora, em 2021, estamos liderando. Agradeço quem votou em mim. Quem não votou peço que entre lá no site da Time e vote”, disse.

O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump ficou em segundo lugar na votação, com 9% dos votos –a revista também destacou que o republicano incentivou a invasão do Capitólio dos Estados Unidos e que tentará se candidatar novamente à presidência em 2024.

Na sequência dos nomes mais lembrados pelos leitores da Time, estão trabalhadores da linha de frente da saúde (com 6,3% dos votos), o opositor russo Alexei Navalni (6%) e os cientistas que ajudaram a desenvolver as vacinas contra a Covid-19 (5,3%).

No ano passado, a mesma votação popular escolheu os trabalhadores essenciais, incluindo médicos, entregadores e trabalhadores de mercados, como as personalidades do ano por terem “arriscado suas vidas para servir o público durante o pico da pandemia”, segundo a revista.