Bicicletas compartilhadas deixam de operar em Curitiba

Exatamente após um ano de operação, as bicicletas compartilhadas não estão mais nas ruas de Curitiba. Nesta segunda-feira (22), a Grow, startup que administra o aplicativo Yellow Bike, anunciou que as bicicletas serão temporariamente recolhidas. No dia 8 de janeiro, a Tribuna do Paraná já havia informado em primeira mão que centenas de bikes do aplicativo estavam depositadas em terreno no bairro Rebouças.

A retirada das bikes faz parte da reestruturação da empresa, que atua também em São Paulo e Rio de Janeiro, além de outros seis países da América Latina. Para devolver as bikes às ruas de Curitiba, a empresa agora busca parcerias públicas e privadas.

Foto: Hedeson Alves/Tribuna do Paraná.

Apenas as patinetes da empresa ficarão disponíveis para uso compartilhado em Curitiba. “A decisão foi tomada para que a companhia promova um ajuste operacional e continue prestando serviços de forma estável, eficiente e segura”, alega a Grow na nota.

As bicicletas recolhidas inicialmente foram depositadas no terreno no Rebouças. No último final de semana, elas foram retiradas do terreno e levadas para revisão. “As bicicletas estão temporariamente fora de circulação. Elas foram recolhidas das ruas para que sejam submetidas a um processo de checagem e verificação das condições de operação e segurança”, explica a Grow.

A Grow informa que encerrou sua operação, inclusive com patinetes, em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), Guarapari (ES), Porto Alegre (RS), Santos (SP), São Vicente (SP), São José dos Campos (SP), São José (SC), Torres (RS), Vitória (ES) e Vila Velha (ES). As patinetes que estavam nessas cidades serão transferidas para as cidades em operação.

Vandalismo e furto

Desde que o aluguel de bikes começou em Curitiba, na segunda quinzena de janeiro de 2019, diversas reportagens foram publicadas sobre o vandalismo com as Yellows. Com menos de uma semana de circulação, uma delas foi jogada dentro do Rio Belém em pleno Centro Cívico. O flagrante foi feito no trecho do rio que passa ao lado da ciclovia que corta o bairro, a poucas quadras da prefeitura de Curitiba. A bicicleta ainda estava com a trava ativada, indicando que ela foi simplesmente arremessada por alguém para dentro do leito do rio.

No mesmo período, foram encontradas bicicletas com as rodas tortas no Parque Barigui. Ainda, com apenas dois dias de funcionamento, a Guarda Municipal prendeu dois homens tentando roubar as Yellows que estavam estacionadas na região central da capital.

Outro caso que chamou atenção foi de um homem que furtou uma das bicicletas amarelas e foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) a 40 km de Curitiba, na BR-277 em Balsa Nova, na região metropolitana. O objetivo do homem, na verdade, era percorrer com a bicicleta do aplicativo 540 km até Toledo, no Oeste do Paraná.

Via: Tribuna do Paraná

Curso “40 dias para amar” promete transformar relacionamentos que estão passando por crise

 

“Descobri que existe uma maneira de passar essa fase e finalizá-la antes que ela termine com sua relação e você nem perceba”, disse Fabiano, fundador e mentor do curso.

Com 15 minutos de duração e 40 dias de aula, o treinamento promete revolucionar relacionamentos, e apresentar as pessoas sentimentos, pensamentos e atos de amor que elas ainda não vivenciaram.

 

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“40 dias para amar” começa no dia 24 de agosto e é totalmente gratuito.

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Sobre o fundador:

Fabiano Pereira é formado em comunicação social, especialista em análise comportamental e inteligência emocional.

Pós-graduado em neurociência e performance humana. Fabiano também é casado há 17 anos, e conta que, mesmo com a formação acadêmica e o relacionamento duradouro, ele percebeu que não era o suficiente para manter o relacionamento longe das crises.

Inscrições

Para participar do curso basta  acessar os links de grupos no telegram ou whats

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Com foto icônica de Salles, fotógrafo paranaense concorre no prestigiado prêmio Brasília Photo Show

O fotógrafo curitibano Eduardo Matysiak, colaborador da Fórum, foi indicado em duas categorias do prêmio Brasília Photo Show, evento que é considerado o maior festival de fotografia do Brasil – chamado por alguns de “o Oscar da fotografia brasileira”.

Matysiak estará concorrendo em duas categorias. Em “fotojornalismo documental”, ele participa com uma foto polêmica do ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, na que ele aparece com dois “chifrinhos”, formados pelas pontas dos mastros das bandeiras, que aparecem no fundo da foto, publicada em diversos veículos de comunicação.

O fotojornalista também está indicado na categoria “lockdown”, que inclui fotos sobre a pandemia do coronavírus, com a foto abaixo.

Foto: Eduardo Matysiak

O Brasília Photo Show reúne os principais profissionais da fotografia do Brasil e do mundo, e conta com a participação do público, que pode interagir com sugestões e apoios através das redes sociais, que são fundamentais para a escolha dos vencedores. A imagem de Salles feita por Matysiak e que concorre ao prêmio foi publicada na página oficial do Brasília Photo Show no Facebook, e é neste link que os internautas podem fazer a interação e demonstrar apoio ao fotógrafo. Também possível reagir à foto que concorre na categoria “lockdown” aqui.

A página do evento, para obter maiores informações a respeito, pode ser acessada clicando neste link.