Durante a sessão, conduzida no evento Paraná Faz Ciência, foram apresentadas reivindicações voltadas à infraestrutura.
Créditos: Valdir Amaral/Alep
A 31ª edição da Assembleia Itinerante, ocorrida em Guarapuava nesta quarta-feira (1º), mobilizou lideranças empresariais, entidades da sociedade civil e representantes dos setores educacional e de saúde. Durante o evento, parte da programação do Paraná Faz Ciência, foi discutida a infraestrutura da região com foco em principais demandas locais.
Reivindicações Estruturais
As principais entidades da cidade e região, como a Associação Comercial e Industrial de Guarapuava (ACIG) e o Sindicato Rural de Guarapuava, apresentaram três prioridades. Entre elas, destacam-se a ampliação e reforma do Aeroporto de Guarapuava, essencial para atrair investimentos e estimular o turismo. Também foi mencionada a necessidade de abertura da licitação para a reforma da PR-170, que já recebeu autorização do Governo do Paraná, e a urgência da duplicação da BR-277 entre Guarapuava e Curitiba, devido ao intenso tráfego e à importância socioeconômica da via.
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi (PSD), enfatizou a relevância das obras: “São fundamentais para o desenvolvimento de Guarapuava e de toda a região. Vamos trabalhar para que saiam do papel o mais rápido possível”.
Demandas da Comunidade
Durante a assembleia, a APAE de Guarapuava solicitou a destinação de R$ 300 mil para revitalização de seus espaços, visando ampliar a qualidade do atendimento às pessoas com deficiência e suas famílias. A entidade destacou que a melhoria das instalações é crucial para oferecer dignidade aos usuários.
Representando os estudantes de Medicina da Unicentro, o Centro Acadêmico Marco Antônio Zago (Camaz) pediu a criação da Unidade de Enfermaria Pediátrica no Hospital Regional do Centro-Oeste. Essa medida é vista como uma forma de melhorar o atendimento à população infantil dos 20 municípios da 5ª Regional de Saúde, além de oferecer novas oportunidades de prática acadêmica para os alunos da área.
O grupo também reivindicou a criação de salas cirúrgicas no Hospital Regional para fins de ensino, um pedido que permanece sem resposta até o momento.



