Uma recente operação policial em Pontal do Paraná resultou na prisão de um homem com mandado ativo por estupro de vulnerável, graças à plataforma inteligente Olho Vivo. A ação foi realizada nesta terça-feira (7) e demonstrou a eficiência do sistema que monitora veículos em tempo real.
Ação Policial e Identificação do Suspeito
O 9º Batalhão de Polícia Militar do Paraná foi acionado após o Olho Vivo gerar um alerta sobre a presença de dois veículos vinculados ao nome do indivíduo com ordem de prisão expedida pela Justiça. Os alertas foram emitidos simultaneamente: um relacionado a um veículo em Matinhos e outro em Pontal do Paraná. A equipe policial realizou abordagens em ambos os locais.
Na abordagem em Pontal do Paraná, a identidade do condutor foi confirmada e se tratava do indivíduo foragido, que imediatamente foi detido e encaminhado ao cumprimento da ordem judicial.
O Papel da Tecnologia na Segurança Pública
A capacidade do Olho Vivo de cruzar dados de mandados de prisão com o monitoramento em tempo real foi fundamental para a localização do foragido. Essa tecnologia se mostrou efetiva, transformando um alerta em prisão em menos de 24 horas.
Desde a sua implementação, a plataforma já contribuiu para a resolução de mais de 250 crimes, incluindo furtos, roubos, e casos graves como estupro e homicídio. Isso evidencia a importância do sistema como uma ferramenta indispensável para as forças de segurança.
Expansão da Plataforma Olho Vivo
Atualmente, o Olho Vivo possui mil câmeras instaladas em diversas cidades do Paraná. Após a instalação, policiais militares dos batalhões regionais estão sendo capacitados no uso da plataforma.
Esse projeto é coordenado de maneira integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados. A arquitetura tecnológica foi desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD). O objetivo é chegar a 26,5 mil câmeras, com a instalação ocorrendo em parceria com as prefeituras, sem a necessidade de devolução dos recursos investidos.
