Deputado Fabio Oliveira (Novo) protocolou requerimento cobrando do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Créditos: Valdir Amaral/Alep
O deputado estadual Fabio Oliveira (Novo) protocolou recentemente um requerimento na Assembleia Legislativa do Paraná, pedindo informações ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional sobre os recursos federais destinados à reconstrução de Rio Bonito do Iguaçu, atingido por um tornado em novembro de 2025. O documento visa garantir que a população receba os recursos prometidos.
Pedido de Transparência
No Requerimento nº 628/2026, o deputado destaca a importância de uma prestação de contas clara e detalhada. “É fundamental garantir que todos os recursos anunciados cheguem efetivamente à população. Transparência não é apenas um dever legal, mas um compromisso com quem mais precisa nesse momento de reconstrução”, afirmou Oliveira.
Detalhes do Requerimento
O texto do requerimento solicita informações sobre o total de medidas alcançadas pela União, detalhando os valores efetivamente aplicados, datas de liberação, programas envolvidos e órgãos responsáveis. O deputado também pede a discriminação dos repasses realizados, além de informações sobre linhas de crédito disponíveis para a população e empresas, e uma previsão de novos recursos federais.
Reações e Medidas Emergenciais
Fabio Oliveira ressalta a urgência da apresentação de dados “objetivos e verificáveis” para assegurar a transparência no uso dos recursos públicos. Após o desastre, a Assembleia Legislativa do Paraná destinou R$ 3 milhões ao município em caráter emergencial e aprovou medidas para agilidade nos repasses diretos às famílias afetadas, como o reconhecimento do estado de calamidade e mudanças no Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap).
Impactos do Tornado
O tornado que devastou Rio Bonito do Iguaçu em 7 de novembro de 2025 deixou um rastro de destruição, com sete mortos e centenas de feridos. O fenômeno climático, considerado um dos mais severos já registrados no Paraná, impactou gravemente a infraestrutura urbana, destruindo aproximadamente 90% da cidade e desalojando cerca de 1.000 pessoas.
A calamidade mobilizou esforços emergenciais por parte dos governos estadual e federal para atender às vítimas e iniciar a reconstrução local.
