Um novo grupo de trabalho técnico foi estabelecido pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina) para auxiliar as Promotorias de Justiça na análise do caso do Cão Orelha. A decisão, anunciada na terça-feira (3), visa garantir uma investigação mais aprofundada desta triste ocorrência.
Novas Evidências em Análise
Nesta fase, serão examinadas mais de mil horas de vídeos, dados de celulares apreendidos e outros elementos probatórios. As 2ª e 10ª Promotorias do estado lideram o processo.
O Cão Orelha, um animal comunitário, é suspeito de ter sido morto por maus-tratos em 4 de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis (SC).
Diligências Recentes
A investigação foi ampliada com a exumação do corpo do animal e outras 50 diligências solicitadas à Polícia Civil. Devido à grande quantidade de material, um grupo de técnicos foi designado para apoiar as Promotorias na análise.
A Justiça impôs um prazo de 30 dias para a conclusão dessa etapa investigativa.
Status do Caso
O caso continua sob sigilo, e os resultados das análises ainda não foram divulgados pelas autoridades. A investigação envolve adolescentes como principais suspeitos, o que demanda a aplicação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), com solicitações de internação feitas pela Polícia Civil.
*Sob supervisão de AR.
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