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Secretário destaca recursos para monitoramento e reforça parceria com setor de seguros

O setor de seguros desempenha um papel crucial na economia, refletindo as dinâmicas locais e auxiliando na formulação de políticas públicas. A relevância dessa área foi enfatizada pelo secretário estadual das Cidades, Guto Silva, durante a cerimônia de posse da nova diretoria do Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (SINCOR-PR), ocorrida na quinta-feira (26).

Relação entre Clima e Seguros

Guto Silva destacou a importância da resiliência climática e seu impacto direto no setor de seguros. “Estar equipado com estações e radares meteorológicos permite que o setor faça previsões mais precisas, o que ajuda a precificar melhor os produtos e a reduzir riscos”, afirmou o secretário, que representou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Iniciativas do Governo do Estado

Um dos avanços mencionados foi a criação da plataforma Simeagro, desenvolvida pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) em parceria com o Sistema Ocepar. Essa ferramenta busca apoiar tanto cooperativas quanto entidades públicas e seguradoras, mitigando riscos e perdas financeiras.

Além disso, o projeto Monitora Paraná, com um investimento de R$ 70,4 milhões, visa fortalecer a cobertura meteorológica do estado. Serão adquiridos três novos radares meteorológicos de última geração, dotados de tecnologia Doppler com polarização dupla, tornando o Paraná líder em monitoramento climático no Brasil.

Expansão do Sistema de Monitoramento

Atualmente, o Simepar já conta com um radar de banda X em Curitiba e dois de banda S em Teixeira Soares e Cascavel, com alcance de até 480 quilômetros. A próxima fase do projeto incluirá a instalação de novos equipamentos em localidades estratégicas, como Pontal do Paraná, Campo Magro e Jandaia do Sul.

Advocando pela Colaboração entre Setores

O novo presidente do SINCOR-PR, José Antônio de Castro, reforçou a necessidade de uma colaboração estreita entre o setor de seguros e o governo, principalmente diante do aumento de eventos climáticos extremos. “Precisamos unir esforços entre setor privado, profissionais e poder público. A gestão de risco é essencial para proteger famílias e empresas”, concluiu.

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