O Banco Mundial anunciou a aprovação do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba – Fase II, que visa impulsionar o desenvolvimento nas áreas rurais do estado, promovendo um crescimento inclusivo e adaptável às mudanças climáticas.
Financiamento para o Desenvolvimento Rural
Com um investimento total de US$ 67,13 milhões, sendo US$ 50 milhões provenientes do Banco Mundial, a iniciativa busca aumentar a renda dos agricultores familiares, fortalecer sua resiliência a choques climáticos e melhorar o acesso a infraestrutura e serviços rurais.
Impulso à Geração de Empregos
O projeto pretende fomentar a geração de empregos no campo e nas atividades correlatas, como processamento, logística e infraestrutura rural. Isso será alcançado por meio de ganhos de produtividade, agregação de valor e melhor acesso a mercados.
“Este projeto ajudará os agricultores familiares da Paraíba a acessar mercados, se adaptar às mudanças climáticas e aproveitar novas oportunidades econômicas nas áreas rurais. Ao investir em produção de baixo carbono, conectividade rural e fortalecimento das organizações de produtores, a operação apoiará a criação de empregos, aumentará a renda e melhorará as condições de vida de algumas das comunidades mais vulneráveis do estado”, afirmou Cécile Fruman, diretora do Banco Mundial para o Brasil.
Alinhamento com Estratégias Estaduais
A iniciativa é parte da Fase 4 da Abordagem Programática Multissetorial (MPA), denominada “Transformando o Sistema Agroalimentar do Brasil”. Além disso, está alinhada ao Plano Plurianual 2024-2027 da Paraíba, bem como às estratégias estaduais focadas em desenvolvimento rural sustentável, segurança hídrica e adaptação às mudanças climáticas.
O Banco Mundial ressalta que, ao combinar práticas agrícolas sustentáveis, conectividade rural e fortalecimento institucional, o projeto beneficiará agricultores familiares e comunidades rurais em diversos municípios da Paraíba, com especial atenção a famílias em situação de pobreza extrema, mulheres, jovens e povos tradicionais.
*Sidrônio Henriques do Banco Mundial, Brasília
