
Hospital Infantil Waldemar Monastier Implanta Novo Serviço de Terapia Ocupacional para Crianças com Autismo
Em agosto, o Hospital Infantil Waldemar Monastier, localizado em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba, iniciou a implantação de um novo serviço de Terapia Ocupacional pediátrica voltado para pacientes diagnosticados com Transtorno de Espectro Autista (TEA). O serviço é direcionado a crianças que já estão em acompanhamento psiquiátrico e visa melhorar a qualidade de vida e a autonomia dos pacientes e de suas famílias.
Atendimentos Mensais e Acessibilidade
Serão disponibilizados 60 atendimentos mensais, podendo este número variar conforme a adesão dos usuários. As crianças que residem próximas ao hospital terão atendimentos semanais, enquanto aquelas de municípios mais distantes receberão atendimento quinzenal ou mensal, respeitando critérios de acessibilidade.
Compromisso com a Saúde Infantil
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destacou a importância deste serviço dentro da política de saúde infantil. “A ampliação do cuidado especializado para crianças com autismo é um passo significativo. O governo se compromete a garantir qualidade de vida através de um atendimento humanizado e acessível”, afirmou.
Encaminhamentos e Estrutura do Serviço
Os encaminhamentos para o serviço ocorrem principalmente a partir de internações em enfermarias ou Unidades de Terapia Intensiva, além de pacientes já em tratamento ambulatorial com a equipe multiprofissional. O público-alvo abrange crianças de três meses a 18 anos, com diversas condições clínicas.
A sala destinada à Terapia Ocupacional conta com uma estrutura adequada para atendimentos individuais e grupais, abrangendo diferentes faixas etárias e contextos de intervenção.
Contexto no Paraná
Segundo a Secretaria da Saúde, atualmente, dez hospitais no estado do Paraná oferecem esse tipo de atendimento, destacando a crescente preocupação com o suporte aos pacientes com TEA.
Objetivos da Terapia Ocupacional
Os atendimentos têm como objetivo favorecer o desempenho ocupacional nas áreas de Atividades de Vida Diária (AVDs), Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVDs), lazer, educação, produtividade e participação social. A duração do acompanhamento será determinada por avaliação clínica e funcional, levando em conta as necessidades individuais de cada paciente.
