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Suspeito de feminicídio na Grande Curitiba se apresenta à polícia, é liberado e família da vítima persegue carro dele

Vídeo: suspeito de feminicídio na Grande Curitiba se apresenta à polícia, é liberado, e família da vítima corre atrás do carro dele

Suspeito de feminicídio se apresenta à polícia e é liberado

Valdinei Luciano Antunes, acusado de assassinar a adolescente Camila Pio Pontes, de 17 anos, se apresentou à Polícia Civil do Paraná no dia 15 de outubro, acompanhado por advogados. Durante o depoimento, o suspeito optou por permanecer em silêncio e acabou sendo liberado pela polícia, que alegou falta de provas suficientes para solicitar sua prisão preventiva.

Crime e investigação

Antunes, conhecido como “Marrone”, estava sendo procurado desde o dia 10 de outubro, data em que o crime ocorreu em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A polícia revelou que Camila foi morta com facadas no tórax dentro de sua casa. Imagens de câmeras de segurança mostram Valdinei saindo da residência logo após o crime, que, segundo a polícia, foi cometido por volta das 13h.

A investigação prossegue com a análise das imagens de segurança e a expectativa pelo resultado das perícias da Polícia Científica. O delegado responsável ainda considera a possibilidade de solicitar a prisão do suspeito, dependendo dos novos dados que forem obtidos.

Desfecho para a família da vítima

A mãe de Camila, Lucinete Aparecida do Nascimento, declarou que manteve um relacionamento de três anos com Antunes, que foi encerrado apenas três dias antes do crime. Emocionada, Lucinete afirmou: “Nosso coração está partido, não sei como vou seguir sem minha filha. A família está destruída, precisamos ser fortes em memória dela.”

Ainda segundo os relatos, a arma do crime não foi localizada até o momento. A defesa de Valdinei Luciano Antunes informou que ele não se pronunciará sobre o caso na esfera judicial.

Contexto da violência contra a mulher

Este caso ressalta a preocupação com a violência de gênero na região. A sociedade civil e a polícia continuam a monitorar tais situações, buscando formas de prevenção e resposta adequada a crimes dessa natureza.

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Fonte/Imagem: G1

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