Fundado em 1878 por imigrantes italianos das regiões de Vêneto e Trento, Santa Felicidade é um dos bairros mais tradicionais da capital paranaense.
Créditos: Isabella Mayer/SECOM/Prefeitura de Curitiba
O bairro de Santa Felicidade, em Curitiba, recebeu reconhecimento oficial como patrimônio cultural, turístico e gastronômico do Paraná. A aprovação do projeto de lei foi realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado, sob a autoria do deputado Ney Leprevost (União).
Histórico do Bairro
Fundado em 1878 por imigrantes italianos das regiões de Vêneto e Trento, Santa Felicidade é um bairro tradicional na capital paranaense. Seu desenvolvimento está intimamente ligado à economia e cultura do Paraná, destacando-se nas áreas de gastronomia, arquitetura e religiosidade.
Importância Cultural
Segundo Ney Leprevost, “Santa Felicidade é um verdadeiro símbolo da imigração italiana e da cultura do nosso Estado. Reconhecer oficialmente esse bairro como patrimônio do Paraná é uma forma de preservar sua história e valorizar o trabalho de gerações que construíram esse legado.”
Atrações e Gastronomia
Entre os principais marcos do bairro estão a Igreja São José, construída em 1891, a Casa Culpi, a Casa dos Arcos e o Memorial da Imigração Italiana. Santa Felicidade é reconhecida nacionalmente como um dos maiores polos gastronômicos do Sul do Brasil, com diversos restaurantes que oferecem pratos típicos da culinária italiana, como polenta, frango, massas, embutidos, queijos e vinhos, muitos deles produzidos localmente.
Atrações Culturais
A Festa da Uva, realizada anualmente, também se destaca no calendário cultural do bairro, atraindo visitantes de várias regiões do Brasil e do exterior.
Perspectivas Futuras
O autor da proposta acredita que o reconhecimento oficial de Santa Felicidade contribuirá para a implementação de políticas públicas voltadas à valorização e preservação do patrimônio histórico e cultural. “Essa iniciativa ajuda a proteger nosso patrimônio imaterial e material, além de promover o desenvolvimento sustentável da região, sempre respeitando suas raízes”, finalizou Leprevost.
