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Juliana: Corpo chega ao Brasil para nova autópsia

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Corpo de Juliana Marins Chega ao Brasil Para Nova Autópsia

O corpo da brasileira Juliana Marins, que faleceu durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, desembarcará no Brasil nesta terça-feira (1º de julho). A família solicitou uma nova autópsia à Justiça Federal após o laudo indonésio deixar incertezas sobre a causa e o momento exato de sua morte.

Ações do Governo Federal

Antes mesmo da decisão judicial, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que realizaria a nova autópsia de forma voluntária. O exame está previsto para ser realizado em até seis horas após a chegada do corpo ao Brasil, no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. A expectativa é de que o embarque ocorra no fim da tarde, com informações anteriores indicando que a remoção do corpo seria feita ao Rio de Janeiro na quarta-feira (2 de julho).

Detalhes da Nova Autópsia

A nova autópsia visa esclarecer pontos ainda obscuros sobre a morte de Juliana. A audiência para definir os detalhes do procedimento está agendada para esta terça-feira, às 15h, de forma virtual, com participação da AGU, da Defensoria Pública da União (DPU) e do estado do Rio de Janeiro. A Prefeitura de Niterói se comprometeu a arcar com os custos do translado do corpo.

A iniciativa do governo federal, segundo o procurador da União Glaucio de Lima e Castro, busca garantir que as providências necessárias sejam tomadas com agilidade.

Motivação Para a Nova Autópsia

A certidão de óbito emitida pela Embaixada do Brasil em Jacarta foi baseada na autópsia feita em Bali, mas não detalhou o instante da morte. Esse fato levou a família a solicitar uma nova perícia. Imagens capturadas por drones sugerem que Juliana pode ter sobrevivido por um período maior após a queda, contradizendo o laudo inicial, que indicava morte quase instantânea devido a fraturas e lesões internas.

A primeira autópsia, realizada em Bali, apontou que Juliana poderia ter sobrevivido até 20 minutos após o acidente, mas a divulgação do laudo gerou insatisfação na família. Mariana Marins, irmã da vítima, denunciou a forma como as informações foram comunicadas, destacando que a coletiva de imprensa ocorreu antes da entrega do laudo aos parentes.

Expectativas da Família

A família de Juliana espera que esta nova autópsia forneça respostas mais precisas e contribua para a responsabilização de eventuais negligências.

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