3 coisas da sua infância

Olá pessoal, tudo certo? Vemos várias polêmicas rolando pela time line do Facebook como funkeiros e funkeiras mirins cantando músicas com conotação sexual e de apologia às drogas. É interessante ver como esta geração está caminhando e comparar com a geração dos anos 90 ou até mesmo dos anos 80, percebe-se uma enorme diferença. Listarei algumas coisas da minha geração que acho que muita gente se identificará. Vamos lá!

BOCA VIRGEM

bv

Com certeza os famosos “BV’s” ou “Bocas Virgens” eram motivo de piada na minha época ou até mesmo de desconfortamento entre a galera do colégio. Os cadernos de confidências tinham sempre a mesma pergunta “você é BV?” e para enganar a galera você sempre colocava que não! Imagina se fala que é e a galera descobre? Seria motivo de piada naquela época.

CADERNO DE CONFIDÊNCIAS

CADERNO

Ah, claro que não poderia faltar o “Caderno de Confidências”! Rolava pela sala de aula sempre, várias pessoas respondiam perguntas constrangedoras e também servia para dar umas indiretas, porque na época não existia Facebook pra isso! Lembra das respostas? Se a resposta era igual a da pessoa “número 1” por exemplo, você escrevia “idem 1” e a temida resposta da pergunta “Você gosta de alguém? Quem?” era a oportunidade da pessoa te notar! Não tinha Tinder naquela época. 😉

HOJE NÃO!

hojenao

O tratado que a galera fazia só pelo prazer de bater no outro!  O ritual era feito com entrelaço dos mindinhos e todo dia quando chegava no colégio deveria falar “Hoje não!” pra não levar um soco, caso você não tenha feito isso, alguém poderia dar um soco em você e gritar “Hoje não!”. Qual era o sentido disso? Nenhum, mas era legal!

Mais de 500 profissionais e estudantes participaram de seminário do CRESS-PR sobre Assistência Social

Durante as três noites de evento, nos dias 2, 3 e 4 de agosto, profissionais e especialistas no assunto abordaram a temática “Em defesa de um SUAS que proteja”. O objetivo do seminário, além da própria socialização entre profissionais acumulada nos ciclos de debate, foi construir estratégias de fortalecimento das pautas coletivas da categoria. As três transmissões feitas pelo Youtube contam com mais de 2.800 visualizações.

No primeiro dia do evento, durante a mesa de abertura, a Presidenta do CRESS-PR, Andréa Braga, falou da importância da realização do seminário para a defesa das políticas públicas.

“Ressaltamos a relevância da importância desse processo que perpassa toda a discussão voltada aos debates e construção de conhecimento e, principalmente, as possibilidades de se debater estratégias de fortalecimento das pautas coletivas da nossa categoria. Os desafios são inúmeros. Nós, Assistentes Sociais, enquanto classe trabalhadora, temos vivenciado diretamente e enfrentado cotidianamente os ataques da democracia, processo do que envolve o desmonte das estruturas institucionais no cenário acentuado de fome, pobreza, desigualdade que acomete milhares de brasileiras e brasileiros”, discorreu.

Segundo Andréa, é necessário que, unida, a classe lute para ampliar o debate, fomentar a participação popular e concretizar ações que que fortaleçam a política de assistência social se faz urgente.

“Esse é um espaço privilegiado para que nó possamos construir possibilidades, esforços em conjunto, reflexão, análise para materialização do que é sugerido para nós como tema desse evento, na defesa de um SUAS que proteja. Por isso, os nossos desafios são imensos. Mas nossa força, coragem, organização política tem sido forjada em processos de resistência e superação das desigualdades”, refletiu.

Palestras

Durante os três dias de seminário, as (os) palestrantes contribuíram com suas reflexões e olhares nas temáticas relacionadas à defesa das políticas públicas, dentre elas, a assistência social. No primeiro dia, as (os) palestrantes Márcia Lopes, Adrianis Galdino e Claudiane Tavares trouxeram para o debate o tema: “Assistentes sociais enquanto força coletiva na construção da política de Assistência Social: gestão, execução e controle social”. Já no segundo dia, o tema “O Cenário da Política de Assistência Social e as particularidades do Paraná – desigualdades, diversidades, desproteções e resistência” foi apresentado pela palestrante, Jucimeri Silveira. Por fim, no último dia do evento, a temática: “Defesa, proteção e a importância da vigilância socioassistencial” foi apresentada pelas palestrantes Denise Colin e Ana Cláudia Martins.

Jucimeire Silveira destacou os aspectos relacionados ao cenário da política de assistência social e as particularidades do Paraná. “As desigualdades sociais e a violência já vinham aumentando no Brasil e no Estado do Paraná antes mesmo da pandemia. Nós temos infelizmente no cenário brasileiro uma situação de desinvestimentos nas políticas sociais não só por conta da emenda constitucional de 95 que congelou por 20 anos os gastos sociais, mas também por uma série de outras medidas que desorganizam e desestruturam as políticas sociais brasileiras que estão relacionadas aos direitos de igualdade”, afirmou.

Feira de Emprego encoraja protagonismo profissional de pessoas com deficiência

Promover conexões entre empresas e pessoas com deficiência. Esta é a proposta da Feira de Emprego para Pessoas com Deficiência, cujas inscrições estão abertas até dia 12 de agosto. Realizada pela Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID Brasil), em parceria com o Departamento dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba (PR), a iniciativa ocorrerá no dia 17 de agosto, no Salão da Secretaria da Pessoa com Deficiência, na Rua Schiller, nº 159, no Cristo Rei. 

A finalidade da feira é aumentar a inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, criando oportunidades para o desenvolvimento de suas habilidades e do protagonismo em suas trajetórias profissionais. “A feira é destinada à pessoas com deficiência, maiores de 18 anos, que gostariam de ter uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho formal, ou seja, no mundo do trabalho. Além disso, o evento possibilitará trocas de aprendizado, sociabilidade e inclusão para todos os participantes da feira”, afirma Diogo Neves Melo, Diretor de Projetos Governamentais da ASID Brasil. 

Em um estudo sobre a temática, a ASID constatou que a ausência de oportunidades de capacitação e desenvolvimento e a baixa disseminação de dados sobre os tipos de deficiência e suas potencialidades são os principais obstáculos para a inclusão profissional de pessoas com deficiência. Esse cenário desencadeia desigualdade salarial e de oportunidades em comparação a quem não possui deficiência. 

Para encorajar ações que mudem esse panorama, a ASID realizará uma sensibilização com as empresas que contratarem uma ou mais pessoas com deficiência durante a feira. Esta sensibilização será realizada com os gestores das corporações e terá duas horas de roda de conversa e materiais de estudo selecionados. 

A Feira de Emprego para Pessoas com Deficiência funciona apenas com horários agendados, no período da manhã e da tarde, e as empresas podem se inscrever clicando no link. Já os participantes podem se inscrever clicando aqui. 

Humanização do ambiente corporativo

A inserção no mercado de trabalho não contribui apenas com a autonomia da pessoa com deficiência, como também promove empoderamento, sensação de produtividade e de pertencimento a um grupo. Todos esses fatores culminam em repercussões sociais, psicológicas e no exercício da cidadania.

Consequentemente, as empresas também são beneficiadas, já que uma equipe de profissionais inclusiva gera inúmeros impactos positivos para os empregadores, revela a consultoria Mckinsey & Company. As diferentes características de cada um corroboram para trazer múltiplas ideias, perspectivas e soluções de problemas. Quando as empresas investem em diversidade e inclusão, isso se torna uma vantagem competitiva, pois as equipes possuem maior capacidade de adaptação e se tornam mais eficazes e inovadoras. 

A Mckinsey reforça que funcionários de empresas comprometidas com a diversidade têm cerca de 150% mais chances de propor novas ideias e alternativas para o trabalho. O conjunto de habilidades variadas se complementa e ajuda a humanizar as empresas, criando um ambiente organizacional motivador e preparado para a resolução de conflitos.  Por isso, as companhias que se preocupam com a inclusão estão mais propensas a colher bons resultados.

Segundo a ASID, “além de estarem de acordo com a legislação de cotas e com o cumprimento da responsabilidade social, as empresas também ganham com a inclusão e diversificação de seu quadro de colaboradores. A inclusão de pessoas com deficiência promove um ambiente humanizado, diversificado e coletivo, além de dar oportunidade para potencializar futuros profissionais”, pontua Diogo Neves Melo, da ASID Brasil.

Serviço

Feira de Emprego para Pessoas com Deficiência

Data: 17 de agosto

Local: Salão da Secretaria da Pessoa com Deficiência (Rua Schiller, nº 159 – Cristo Rei – Curitiba – PR) 

Horários agendados no período da manhã e tarde.

Formulário de inscrição para empresas: https://forms.gle/GkeyhNUMpGEaatcJ8

Formulário de inscrição para participantes: Inscrição para participantes – Feira do Emprego (google.com)

Sobre a ASID Brasil

A ASID é uma organização social voltada à construção de uma sociedade inclusiva por meio de projetos de responsabilidade social, como voluntariado, inclusão no mercado de trabalho e desenvolvimento de gestão de organizações parceiras. Com mais de dez anos de atividades, tem mais de 100 mil pessoas impactadas e mais de 7 mil voluntários. A ASID também possui reconhecimento a partir de prêmios nacionais e internacionais, como o Melhores ONGs Época e o United People Global. Mais informações, acesse www.asidbrasil.org.br.