1ª Semana das Suculentas de Curitiba terá mais de 40 mil opções com preços a partir de R$ 1,99

A promoção será realizada simultaneamente, entre os dias 31 de julho e 07 de agosto, nas unidades da Esalflores dos bairros Rebouças, Uberaba e Xaxim

A partir deste sábado, dia 31 de julho, a Esalflores, maior floricultura e garden center do país, vai promover a 1ª Semana das Suculentas de Curitiba. A promoção é uma versão estendida do tradicional Festival de Suculentas promovido pela floricultura, que em suas três primeiras edições movimentou milhares de pessoas e comercializou mais de 100 mil vasinhos de suculentas. Com a edição especial, com duração de uma semana, a Esalflores pretende evitar aglomerações, dando ao público mais tempo para conhecer e selecionar suas opções favoritas. Serão mais de 40 mil opções de suculentas dos mais variados estilos que estarão disponíveis com preços bem especiais, a partir de R$ 1,99, nos três endereços da Esalflores em Curitiba (PR): Rebouças, Uberaba e Xaxim.

Divulgação

Ideais para pessoas que gostam de plantas mas não têm muito espaço ou tempo disponível, as suculentas são fáceis de cuidar, versáteis e bonitas, além de serem uma ótima opção para dar um toque especial a decoração. Durante a 1ª Semana das Suculentas de Curitiba,os apaixonados pela planta poderão conhecer diversas variantes da espécie, com muitas opções de estilos e vasinhos. Além disso, quem visitar as lojas da Esalflores terá a oportunidade de receber dicas de cultivo. Para completar, os interessados em adquirir terrários também podem montá-los na hora com o auxílio de um profissional da floricultura.  

“O Festival de Suculentas já é uma tradição no calendário da Esalflores. Agora, com a ampliação do evento, o público curitibano que aprecia essa planta tão peculiar pode se preparar para alguns dias incríveis inspirados em toda versatilidade das suculentas. Pensando nos protocolos de prevenção da Covid-19, a 1ª Semana das Suculentas de Curitiba terá duração de uma semana.Assim, o público poderá aproveitar nossas promoções com calma e segurança”, explica Bruno José Esperança, diretor geral da Esalflores. “Além disso, diferente das edições anteriores que centralizavam o festival em uma única loja, também ampliamos a abrangência da ação, que desta vez vai acontecer nas unidades Esalflores nos bairros Rebouças, Uberaba e Xaxim, contemplando regiões diferentes da cidade ao mesmo tempo”, complementa Esperança.

1ª Semana das Suculentas de Curitiba será realizada entre os dias 31 de julho e 07 de setembro nas unidades Esalflores dos bairros Rebouças (Rua 24 de Maio, 1839), que funciona de segunda a sábado, das 08h às 19h, e aos domingos, das 09h às 14h; Uberaba (Av. Senador Salgado Filho, 5532), que funciona de segunda a sábado, 09h às 18h, e aos domingos, das 09h às 14h;  e Xaxim (Rua Cel José Leal Fontoura, 88 – esquina com Francisco Derosso), que funciona de segunda a sábado, das 09h às 19h, e aos domingos, das 09h às 17h. Mais informações no site www.esalflores.com.br, no perfil da floricultura no Instagram (@esalflores) e pelo telefone (41) 3091-0403.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Dono da Precisa se nega a responder a perguntas na CPI da Pandemia

Um dos depoimentos mais aguardados pelos senadores que integram a cúpula da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, o do dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, acabou sem o efeito esperado nesta quinta-feira (19).

Diante dos parlamentares, depois de quatro tentativas de ouvi-lo na CPI, o empresário se recusou a firmar o compromisso de falar a verdade e abriu mão de usar os 15 minutos iniciais antes de começarem as perguntas dos senadores. Amparado por habeas corpus, concedido pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, o empresário seguiu a estratégia usada ontem (18) pelo advogado da Precisa Medicamentos, Túlio Silveira e optou por exercer seu direito constitucional de ficar em silêncio.

Na reunião, o empresário disse que o contrato de compra da vacina indiana Covaxin, produzida pelo laboratório Bharat Biotech, envolvia 20 milhões de doses a US$ 15 por unidade. Perguntado pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre o motivo de o valor da Covaxin ser cerca de 50% mais alto do que o das outras vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde, o empresário disse que não foi o responsável pela precificação.

“Quem determina o preço de venda da vacina não é a Precisa, mas sim a Bharat Biotech. Tem uma política internacional de preços e nós conseguimos que ela fosse praticada no seu piso para o governo brasileiro, com frete, seguros e todas as despesas envolvidas”, argumentou Maximiano.

Renan Calheiros lembrou que documentos do Itamaraty obtidos pela comissão estimam outros valores, bem inferiores, aos US$ 15 cobrados pela Precisa do Ministério da Saúde na negociação.

A Precisa ganhou as atenções da comissão por ter sido a empresa que atuou como intermediária entre a Bharat Biotech e o Ministério da Saúde na negociação de 20 milhões de doses da vacina Covaxin. Diante de suspeitas de irregularidades, o contrato foi cancelado pelo Ministério da Saúde.

Barros

Entre as poucas perguntas que concordou em responder, Maximiano confirmou ao relator do colegiado que conhece o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). O sócio da Precisa também reconheceu que a emenda apresentada pelo deputado para inclusão da agência sanitária indiana na Medida Provisória (MP) 1.026/2021, convertida na Lei 14.124, de 2021, era de interesse da empresa. Apesar disso, o empresário disse que não tratou sobre o assunto com Barros.

“Quando digo que era do interesse porque, por óbvio, ela tornava a Covaxin elegível também, assim como outras, de outras autoridades. Mas não houve absolutamente nenhum contato com o deputado Ricardo Barros, tampouco com outro para se fazer essa inclusão”, ressaltou Maximiano.

Silêncio

Ao longo do depoimento, Francisco Maximiano foi alertado diversas vezes por senadores por abusar do direito de ficar calado. O vice-presidente do colegiado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), chegou a pedir a suspensão da reunião para nova consulta ao Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os limites do habeas corpus concedido ao depoente, mas foi convencido que não seria uma boa estratégia por outros senadores de oposição.

De acordo com embargo declaratório sobre essa questão já expedido pelo presidente do STF, Luiz Fux, cabe ao presidente da CPI, senador Omar Aziz ( PSD-AM), a subjetividade para decidir o que deve ou não ser respondido pelo depoente respeitando o limite do que possa incriminá-lo.

Na avaliação da senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), a decisão de Fux abre margem para dar voz de prisão para testemunha que abuse do direito de ficar calado por crime de falso testemunho.

PGR diz ao STF que abriu apuração preliminar sobre ataques às urnas

O procurador-geral da República, Augusto Aras, informou à ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia que abriu uma apuração preliminar para investigar se declarações do presidente Jair Bolsonaro contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral configuram crimes.

O posicionamento de Aras, divulgado na noite dessa segunda-feira (17), veio depois que a ministra deu um novo prazo de 24 horas para que ele se manifestasse a respeito de um pedido de inquérito feito por parlamentares ao Supremo. Eles pedem que a Suprema Corte investigue as declarações do presidente, durante uma transmissão ao vivo na TV Brasil. Na ocasião, no fim de julho, o presidente fez críticas ao sistema de urna eletrônica. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou a segurança das urnas.

Como já havia aberto uma investigação preliminar no âmbito da PGR, na última quinta-feira, o argumento de Aras, nesse caso do STF, é pelo arquivamento.

Aras destaca que a abertura da apuração preliminar vem sendo adotada sempre que o Supremo Tribunal Federal encaminha à PGR “notícia-crime protocolada na Suprema Corte, desde que exista lastro probatório mínimo em torno da prática, em tese, de conduta (s) criminosa(s).”

Ao pedir à PGR para emitir o parecer sobre o caso, a ministra Cármen Lúcia considerou graves as denúncias e os atos que podem configurar crime de natureza eleitoral, utilização ilegal de bens públicos e atentado contra a independência de poderes da República. Como resposta, o procurador afirma que vai investigar a existência de possíveis crimes, que justifiquem a abertura de inquérito.

“A depender da robustez dos elementos obtidos por meio dessas diligências, cabe ao órgão ministerial, então, discernir em torno de oferecimento de denúncia, de dedução de pedido de instauração de inquérito ou ainda de arquivamento, comunicando-se, oportunamente, ao respectivo relator”, acrescenta a petição.