VERGONHA – A polêmica Primeira Liga, ou Liga Sul-Minas-Rio

VERGONHA - A polêmica Primeira Liga, ou Liga Sul-Minas-Rio

E aí pessoal! Dia 27 de janeiro começa a Liga Sul-Minas-Rio, ou Primeira Liga, e hoje vamos contar o que é essa liga e porque anda dando tanta polêmica!

O ano de 2015 foi cheio de escândalos envolvendo os dirigentes da CBF e muitos árbitros durante os jogos. Diante deste cenário, de clara insatisfação por parte dos clubes, começou a criação da Liga Sul-Minas, um torneio regional realizado entre os clubes de  Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná,  que acabou sendo considerado como uma de reedição da antiga Copa Sul-Minas, que rolou entre os anos de 2000 e 2002 e acabou sendo suspensa.

No começo, a CBF tratou amigavelmente o torneio, considerando a inserção da Liga no calendário oficial já em 2016. Em Fevereiro do ano passado, com a atual polêmica dos preços referentes ao Campeonato Carioca, a dupla Fla-Flu resolveu se juntar a Liga, assim formando  Liga Sul-Minas-Rio, fundada oficialmente em 10 de Setembro de 2015 contando com as participações de Flamengo, Fluminense, Internacional, Grêmio, Atlético-MG, Cruzeiro, Coritiba, Atlético-PR, Joinville, Chapecoense, Criciúma, Avaí e Figueirense.

Os novos clubes chegaram e a Liga começou a ganhar maior visibilidade, assim preocupando a CBF.  A FERJ – Fundação do Rio de Janeiro, acabou entrando e mudando o rumo das negociações, entre a Liga e a CBF, se mostrando contra a participação dos clubes cariocas no torneio. Mandaram um ofício para a CBF argumentando a ilegalidade da liga e a CBF aceitou. O torneio passou a ser organizado por conta própria.  Com a Liga se organizando independentemente, a CBF declarou “Não estimulamos, nem criticamos. Só observamos”.

O principal intuito da Liga é o de, futuramente, organizar o Campeonato Brasileiro e deixar com a CBF só a seleção. A antiga Copa Sul Minas, em 2002, foi suspensa pois era um campeonato administrado pelos próprios clubes e não por uma federação. Era mais atrativo e muito mais rentável aos clubes, por isso a Liga Sul-Minas-Rio é considerada uma reedição, assim como já acontece em muitos clubes estrangeiros, os quais organizam seus campeonatos e deixam as seleções para as federações. Isso justifica muito a falta de apoio da CBF, a qual não quer perder seus podere$.

A FERJ anunciou que os clubes cariocas que participarem da liga serão punidos, não terão cota de televisão integral e a divisão de base não disputará competição nenhuma por um ano. Em apoio, os demais clubes da Liga se juntaram e ameaçam boicotar o Campeonato Brasileiro.

Vendo isso, a CBF anunciou a proibição do torneio em 2016, convocando uma reunião com os clubes para que o torneio passe a ser oficializado e realizado em 2017. E, em contrapartida e indiferente a “proibição”, a Liga anunciou a escalação dos árbitros para a primeira rodada.

Com tudo isso que aconteceu, tá acontecendo, e COM CERTEZA ainda vai acontecer muito, eu só consigo lembrar de uma coisa:

CBF vergonha
                                                                     hahahahahahaha

Brincadeiras e ~verdades~a parte, até o momento #VAITERPRIMEIRALIGA e começa, ou é pra começar, quarta dia 27/01/2016 com os seguintes jogos:

1ª RODADA

27/01

Criciúma X Cruzeiro

Fluminense X Atlético-PR

Atlético-MG X Flamengo

Internacional X Coritiba

28/01

América X Figueirense

Avaí X Gremio

Parece que a proibição da CBF gerou uma revolta nas redes sociais, já subindo a tag #JuntosPelaPrimeiraLiga nos trends do Twitter.

Vamos acompanhar e ver até onde tudo isso vai chegar!

 

Tabela Primeira Liga
Via: Paraná Online.

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Saúde distribui cerca de 1 milhão de vacinas contra a covid-19

O Ministério da Saúde informou que conclui, nos próximos dias, a distribuição de cerca de 1 milhão de doses de vacinas contra a covid-19. O imunizante CoronaVac, segundo a pasta, já passou por todas as etapas de certificação necessárias e chega aos estados pronto para utilização.

Um balanço da pasta mostra que, desde o início da campanha de vacinação, cerca de 520 milhões de doses foram enviadas aos estados e ao Distrito Federal. Os imunizantes são distribuídos de acordo com solicitação feita pelas secretarias estaduais de Saúde, responsáveis por direcionar as vacinas aos municípios.

Até o momento, de acordo com o ministério, 483 milhões de doses foram aplicadas e 166 milhões de pessoas estão com o esquema vacinal completo – duas doses ou dose única-, o que equivale a 78% da população.

Por meio de nota, a pasta destacou que a média móvel de mortes por covid no país está no menor patamar desde abril de 2020.

“Para manter os índices em baixa, o Ministério da Saúde reforça a necessidade de todos os públicos elegíveis buscarem postos de vacinação para completar o calendário vacinal primário, além da aplicação das doses de reforço”,diz a nota.

Fonte: Veja a matéria no site da Agência Brasil

Em 2040, Brasil poderá ter carência de 235 mil professores, diz estudo

Uma pesquisa divulgada hoje (29) pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp) mostra que até 2040 o Brasil poderá ter uma carência de 235 mil professores de educação básica. 

O estudo aponta para um crescente desinteresse, especialmente dos jovens, em seguir a carreira docente. Segundo o estudo, o crescimento no número de ingressantes em cursos de licenciatura foi menor do que no restante do ensino superior. De 2010 a 2020, houve um crescimento de 53,8% no ingresso em graduações que tem como carreira o ensino, enquanto nos demais cursos o aumento ficou em 76% no período.

O estudo aponta ainda o problema da evasão. Nos dez anos analisados, o percentual de estudantes que concluiu os cursos de licenciatura aumentou apenas 4,3%.

O levantamento foi feito a partir de dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que é vinculado ao Ministério da Educação. Ainda a partir dessa base de dados, a pesquisa mostra que o percentual de novos alunos em cursos de licenciatura com até 29 anos de idade caiu de 62,8%, em 2010, para 53%, em 2020.

Assim, a carreira vem registrando, segundo a pesquisa, um envelhecimento dos profissionais. Entre 2009 e 2021, o número de professores em início de carreira, com até 24 anos de idade, caiu de 116 mil para 67 mil, uma retração de 42,4%. Ao mesmo tempo, o percentual de docentes do ensino básico com 50 anos ou mais cresceu 109% no período.

A presidente do Semesp, Lúcia Teixeira, destaca que a formação de professores com mais de 29 anos não significa, necessariamente, a entrada de novos professores na carreira. Segundo ela, esses profissionais são, na maioria das vezes, pessoas que já trabalham na área. “Isso acontece em razão da lei que obriga o professor em exercício a ter formação mínima na área de pedagogia ou em licenciaturas para o magistério na educação básica”, explica.

Cursos

Algumas carreiras estão em situação mais delicada do que outras. A pesquisa mostra que caiu em 21,3% o número de alunos que concluiu o curso de licenciatura em biologia entre 2016 e 2020. Em química, a redução ficou em 12,8% no período e, em letras, 10,1%.

De acordo com a pesquisa, o número total de docentes da educação básica está estabilizado em cerca de 2,2 milhões desde 2014, após ter tido um crescimento de 10,8% em comparação com 2009. Esses professores atendem uma população de aproximadamente 44,6 milhões de jovens com idade entre 3 e 17 anos.

A projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é que, em 2040, o Brasil tenha cerca de 40 milhões de jovens nessa faixa etária. Para manter a proporção atual de professores e alunos, seria necessário ter 1,97 milhão de docentes. No entanto, o estudo projeta, a partir das taxas observadas até 2021, que o país chegue a esse momento com apenas 1,74 milhão de professores.

Desinteresse

Professor dá aula em Manaus

Professor dá aula em Manaus – Caminhos da Reportagem/Arquivo TV Brasil

Entre os fatores que levam ao afastamento dos jovens da carreira de professor, o estudo destaca a baixa remuneração. Em 2020, os professores do ensino médio recebiam, em média, R$ 5,4 mil por mês, o que representa 82% da renda média das pessoas empregadas com ensino superior (R$ 6,5 mil).

Além disso, o estudo aponta para “o abandono da profissão devido às condições de trabalho precárias, como infraestrutura ruim de algumas escolas, falta de equipamentos e materiais de apoio, violência na sala de aula e problemas de saúde, agravados com a pandemia de covid-19”.

Fonte: Veja a matéria no site da Agência Brasil