UTFPR cria dispositivos para desinfecção e produz mais de 20 mil em EPIs e saneantes

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A UTFPR ultrapassou a marca de 20 mil em equipamentos de proteção individual (EPIs) e em litros de saneantes produzidos, além de desenvolver novas soluções para evitar novos contágios de Covid-19, principalmente em ambientes hospitalares.

Até o momento, a Universidade conseguiu doar 22.255 EPIs, por meio do esforço voluntário de alunos e servidores. Os trabalhos vão desde a arrecadação de materiais e recursos junto à comunidade até a fabricação de produtos, seguindo as normas dos órgãos de saúde e vigilância sanitária.

No total, foram 9.688 máscaras de tecido e 2.408 aventais confeccionados em um trabalho manual de corte e costura, somados a 7.751 máscaras-escudo, feitas com impressoras 3D. Também foram produzidos 21.523 litros de produtos sanitizantes, incluindo álcool 70% em gel ou líquido. Ainda, 1.754 cestas básicas foram entregues para alunos da instituição e pessoas de baixa renda.

Além disso, pesquisadores da UTFPR trazem novas soluções para ajudar no combate ao novo coronavírus, por meio da descontaminação de: EPIs e materiais hospitalares; ambientes ou estabelecimentos médicos; e roupas de profissionais de saúde. Saiba mais a seguir:

Projetos para desinfecção
– Materiais e EPIs
Em Apucarana, foi desenvolvida uma caixa portátil para descontaminar materiais hospitalares. Já em Curitiba, foi criada uma câmara específica para máscaras N95, com esterilização por meio de lâmpadas germicidas que emitem radiação ultravioleta (UV). Em linha semelhante, em Guarapuava, foi criado um armário para esterilização de máscaras e jalecos.

– Ambientes
Em Curitiba, há dois produtos voltados para a captação do ar contaminado. Um é o coletor que utiliza a eletrostática em um ambientes fechados para remover as pequenas gotículas provenientes da respiração, tosse ou espirros de pessoas. Outro é o sistema portátil gasoso, que purifica o ar em locais altamente contaminantes.

Já, com uma solução voltada à higienização de hospitais e unidades de saúde, existem duas proposta. O Câmpus Guarapuava produziu um rodo de luz ultravioleta (UVC) para a desinfecção de pisos, nesses locais. Enquanto, em Medianeira, foram desenvolvidos produtos fotocatalíticos, que permitem

– Esterilização de Vestimentas
O Câmpus Curitiba tem três projetos para descontaminar o vestuário, com o uso do gás ozônio: uma sala, equipada com lâmpadas UV-C; uma capa para a desinfecção das roupas e do corpo do profissional; e um túnel de passagem para uso em espaços com alto fluxo de pessoas.

Também foi construída uma cabine automática em Pato Branco, junto a empresas juniores, que produz uma nuvem de gotículas de um reagente químico para sanitização durante o trânsito de pessoas.

Confira os dados das doações por câmpus
– Álcool 70%: 7.145 L em Curitiba, 1.954 L em Toledo, 1.540 L em Londrina, 800 L em Ponta Grossa, 270 L em Apucarana, 213 L em Medianeira, 108 L em Dois Vizinhos, 101 L em Santa Helena, 55 L em Campo Mourão e 15 L em Francisco Beltrão.
– Aventais: 2.408 em Apucarana.
– Cestas básicas: 1.253 em Curitiba, 201 em Dois Vizinhos, 98 em Campo Mourão, 94 em Francisco Beltrão e 58 em Guarapuava e 50 em Toledo.
– Máscaras de tecido: 6.414 em Cornélio Procópio, 2.100 em Apucarana, 700 em Curitiba, 250 em Pato Branco e 224 em Londrina.
– Máscaras-escudo: 1.800 em Pato Branco, 1.625 em Cornélio Procópio, 1.585 em Curitiba, 1.572 em Ponta Grossa, 352 em Campo Mourão, 336 em Apucarana, 156 em Londrina, 83 em Medianeira e 52 em Guarapuava.
– Produtos saneantes: 6.764 L em Campo Mourão, 700 L em Pato Branco, 565 L em Medianeira, 560 L em Guarapuava e 120 L em Apucarana.

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