Seis museus de Curitiba que você não pode deixar de visitar

Museu do Automóvel. Foto: Pedro Ribas/SMCS

Curitiba é conhecida como uma cidade com muitas opções de atividades culturais. São mais de 75 museus para visitar por aqui. Entre os mais populares estão o Museu Oscar Niemeyer (MON), o Museu Paranaense e o Museu de Arte Contemporânea, que reúnem as mais diversas coleções artísticas, mas não para por aí! 

A Prefeitura fez uma lista de seis museus diferentes para quem quer fugir do convencional e ter novas experiências.

Museu de História Natural

O Museu de História Natural é o lar de uma das maiores coleções de fauna e flora do Brasil. O espaço é o lar do Instituto de História Natural (IHN) e possui um acervo com diversas coleções científicas de insetos, peixes, mamíferos, répteis, anfíbios, entre outros animais.

Em mais de seus 36.000 m², o Museu de História Natural apresenta aos curitibanos as exposições Ecossistemas Brasileiros, que dá destaque para a fauna e flora brasileira e Caminho das Araucárias, que evidencia a mata atlântica ao redor do museu, além de coleções zoológicas, laboratórios de pesquisas, biblioteca e o Bosque Capão da Imbuia.

Serviço

Todos os dias, das 9h às 16h45

R. Prof. Benedito Conceição, 407 – Capão da Imbuia, Curitiba.

(41) 3313-5481

Entrada gratuita

Museu Egípcio e Rosacruz -Tutankhamon

Inaugurado em 2014 pela Ordem Rosacruz, o Museu Egípcio e Rosacruz – Tutankhamon

resgata a cultura do Egito antigo e possui um acervo com réplicas de artefatos arqueológicos e a múmia de uma mulher egípcia, apelidada de Tothmea.

O local possui três espaços: o Museu Egípcio, onde é possível encontrar reproduções de objetos do Egito antigo; o Complexo Luxor, ambiente externo com réplicas de estátuas; e o Museu Tutankhamon, que contém reproduções dos tesouros encontrados na tumba do antigo faraó.

Serviço:

De terça a sexta, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados das 10h às 17h

R. Nicarágua, 2641 – Bacacheri

(41) 3351-3024

Os ingressos custam entre R$5,00 e R$34,00.

Museu de Arte Indígena

O primeiro museu particular do Brasil dedicado à produção artística indígena brasileira, o Museu de Arte Indígena é fruto da pesquisa de Julianna Podolan Martins. Dividido em dois ambientes, que representam o ar e a terra, o espaço conta com 700 m² e mais de 1500 itens indígenas que vão desde o vestuário até objetos ritualísticos e cotidianos.

Serviço:

De segunda a sexta, das 10h às 17h30.

Av. Água Verde, 1413 – Água Verde

(41) 3121-2395

R$ 24,00 a inteira e R$ 12,00 a meia entrada.

Museu do Holocausto

O primeiro do Brasil voltado a relembrar as vítimas do Holocausto e lutar conta a intolerância, o ódio e o preconceito, o Museu do Holocausto foi inaugurado em 2011. O acervo do museu conta com documentos, fotos, objetos pessoais relacionados às vítimas, além de depoimentos de sobreviventes.

Serviço:

De segunda a quarta das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30. Sexta das 8h30 às 11h30. Domingo das 9h às 12h.

Agostinho Macedo, 248 – Bom Retiro

(41) 3093-7461

Entrada gratuita com agendamento pelo site do museu.

A visita é permitida para maiores de 12 anos e não são permitidas fotos no interior.

Museu da Fotografia

Inaugurado em 1998, o Museu da Fotografia foi o primeiro dedicado à arte fotográfica no Brasil. O acervo do museu possui quase 1500 fotografias, sendo uma das maiores coleções de fotografias contemporâneas brasileiras com obras dos fotógrafos Claudia Andujar, Bóris Kossoy, Miguel Rio Branco, Vilma Slomp e Sebastião Salgado.

Além de manter exposições permanentes e rotativas criadas a partir de seu acervo, o museu também abriga mostras de artistas nacionais e internacionais. Um destaque é a exposição A Mulher na Fotografia Brasileira, que conta com 65 obras de 30 fotógrafas.

Serviço

De terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Sábados e domingos das 12h às 18h

R. Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Solar do Barão – Centro

(41) 3321-3260

Entrada gratuita

Museu do Automóvel

Funcionando desde 1976, o Museu do Automóvel foi criado pelo Clube de Automóveis e Antiguidades Mecânicas do Paraná (CAAMP) para reunir em um só local os amantes de automóveis e promover a preservação das obras em quatro rodas.

O acervo dos sócios do CAAMP conta com cerca de 150 veículos antigos que se alternam nas 70 vagas expositivas do museu. A exposição é realizada em três categorias: Vintage, Nacionais e de Corrida.

Serviço:

De terça a sexta das 13h30 às 16h45. Sábado, domingo e feriados das 10h às 12h e das 13h30 às 17h45.

Av. Cândido Hartmann, 2300, Parque Barigui – Mercês

(41) 3335-1440

Entrada gratuita

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

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Camisa de Vênus e Velhas Virgens unem forças no palco da Ópera de Arame

Dois dos maiores nomes do rock nacional em todos os tempos unirão suas forças para uma noite inesquecível no palco da Ópera de Arame, em Curitiba. As bandas Camisa de Vênus e Velhas Virgens se apresentam no dia 13 de maio, sábado, em um dos mais conceituados espaços para shows da cidade.

Os ingressos estão à venda pela plataforma Bilheto, com facilidades até dia 15 de fevereiro e possibilidade de parcelamento a qualquer momento, por valores a partir de R$ 85. Também é possível adquirir convites nos pontos físicos de venda; mais detalhes no serviço abaixo.

O Velhas Virgens, com mais de três décadas de estrada, traz a turnê do disco O Bar Me Chama, que além das novas músicas, oferece aos fãs faixas há muito tempo não tocadas ao vivo, incluindo lados B de grande impacto. A banda, formada atualmente por Paulão de Carvalho (voz e gaita), Alexandre Cavalo Dias (guitarra), Tuca Paiva (baixo elétrico), Juliana Kosso (vocal), Filipe Cirilo (guitarra) e Simon Brow (bateria) é conhecida por sempre estar nos palcos por todo o Brasil, o que torna a experiência de vê-los ao vivo algo único.

O grupo oriundo da Bahia, Camisa de Vênus, por sua vez, é uma das mais sólidas instituições do rock and roll nacional. Surgidos no começo dos efervescentes anos 1980, nunca se enquadraram em regras de etiqueta, entregando à sua imensa base de fãs músicas com letras despudoradas e o humor ácido único proveniente da mente criativa do vocalista Marcelo Nova. Mais de quarenta anos mais tarde, o grupo segue compondo, gravando e realizando shows memoráveis.

Serviço
Camisa de Vênus e Velhas Virgens em Curitiba
Data: 13 de maio de 2023 (sábado)
Local: Ópera de Arame
Endereço: Rua João Gava, 920 – Abranches
Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)
Horários: 19h (abertura da casa), 20h30 (Velhas Virgens), 22h (Camisa de Vênus)

Ingressos

PREMIUM – primeiras duas fileiras em frente ao palco

Lote único (somente 50 unidades) – sem cobrança de taxa até 15 de fevereiro

Solidário R$ 225*

Meia R$ 220**

Inteira R$ 440

PLATÉIA BAIXA

1º lote – sem cobrança de taxa até 15 de fevereiro

Valor promocional único R$ 125

2º lote

Solidário R$ 135*

Meia R$ 130**

Inteira R$ 260

3º lote

Solidário R$ 145*

Meia R$ 140**

Inteira R$ 480

4º lote

Solidário R$ 155*

Meia R$ 155**

Inteira R$ 300

PLATÉIA ALTA

1º lote – sem cobrança de taxa até 15 de fevereiro

Valor promocional único R$85

2º lote

Solidário R$ 95*

Meia R$ 90**

Inteira R$ 180

3º lote

Solidário R$105*

Meia R$ 100**

Inteira R$ 200

4º lote

Solidário R$115*

Meia R$ 110**

Inteira R$ 220

CAMAROTE

1º lote – sem cobrança de taxa até 15 de fevereiro

Valor promocional único R$ 145

2º lote

Solidário R$ 155*

Meia R$ 150**

Inteira R$ 300

3º lote

Solidário R$ 165*

Meia R$ 160**

Inteira R$ 320

4º lote

Solidário R$ 185*

Meia R$ 180**

Inteira R$ 360

* Solidário — limitados e válidos somente com a entrega de 1kg de alimento não perecível na entrada do show.

** Meia-entrada — para estudantes são válidas somente as seguintes carteiras de identificação estudantil: ANPG, UNE, UBE’s, DCE’s e demais especificadas na LEI FEDERAL Nº 12.933. Não será aceita NENHUMA outra forma de identificação que não as oficializadas na lei.

***Todos os setores são por ordem de chegada

Pontos de venda

Online (com taxa de conveniência)

https://www.bilheto.com.br/evento/1184/Camisa_de_Vnus_e_Velhas_Virgens  (em até 12x no cartão)

PONTOS DE VENDA SEM TAXA:

LETS ROCK

(Dinheiro, Débito e Crédito à vista)

(Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106 Ljs 03 e 04 – Centro – Curitiba – PR

De Seg. a Sex. das 09h às 19h e sábado das 9h às 15h

Camisa de Vênus

Do seu início nos longínquos anos 1980 até os dias de hoje, o Camisa de Vênus sempre se pautou por textos com grande intensidade poética e também, muitas vezes, pontuados por sarcasmo e ironia. A sonoridade agressiva e muito intuitiva (outra característica do grupo) foi acrescida de um refinamento musical bastante perceptível desde o lançamento do disco Dançando na Lua, em 2016.

Comemorando 40 anos de existência, o Camisa de Vênus vem com seu mais recente álbum de inéditas: Agulha no Palheiro. Produzido por Marcelo Nova e Drake Nova, e gravado durante a pandemia, o novo trabalho contém letras que abordam o assunto sem reservas, como é do estilo do autor de todas elas, o vocalista e líder Marcelo Nova. Na contramão dos compositores e músicos brasileiros que simplesmente ignoram o assunto como se ele não existisse, o Camisa de Vênus bate de frente com o politicamente. Seja resgatando os velhos trabalhos ou se debruçando nos registros mais recentes, não há nada similar na música brasileira. No repertório dos shows, os antigos clássicos estarão presentes, tornando a noite uma verdadeira celebração.

Velhas Virgens

Com mais de 30 anos de estrada e mais de dois mil shows na bagagem, a maior banda independente do Brasil está nos palcos este ano divulgando o novo álbum O Bar me Chama, cujo repertório dos shows conta com músicas novas e outras que andavam fora do setlist e lados B. Além disso, releituras de canções brasileiras do começo dos anos 70 de nomes como Sá, Rodrix e Guarabira, Caetano Veloso e Secos & Molhados com a pegada roqueira característica do Velhas Virgens. “Os shows vão ser panelas de pressão com um viés hippie pesado”, como definem os membros do grupo.

O som de “O Bar me chama” é setentista no timbre, nas passagens, na temática e no peso das músicas, no qual investiram em mash ups, citando riffs clássicos dos anos 70, imortalizados por Alice Cooper, Jimi Hendrix, Neil Young & Cia., e fazendo uma mistura deles com esses clássicos da MPB.

As Velhas Virgens têm muita história para contar e para cantar nesses mais de três décadas de uma longa e tortuosa estrada que rendeu 18 CDs, 7 DVDs, e inúmeros clássicos que permanecem na memória do público rock and roll de todo o país. Além disso, eles têm dois livros, uma gravadora e sete rótulos de cervejas artesanais (cuja receita é do baixista Tuca Paiva). Os números são surpreendentes para uma banda independente: mais de 600 mil seguidores nas mídias sociais e música no YouTube com 2,5 milhões de acessos.

Resumo

O que: Camisa de Vênus e Velhas Virgens

Quando: Sábado, 13 de maio – 19h

Onde: Ópera de Arame – João Gava, 920

Quanto: de R$85 à R$440

Informações: www.abstratti.com e (41) 3355-6072

Foto Velhas Virgens: Rafael Rezende

Foto Camisa de Vênus: Divulgação

Acorda, Pedrinho: Banda Jovem Dionísio faz bate-papo na Oficina de Música de Curitiba

Banda Jovem Dionísio faz bate-papo na Oficina de Música de Curitiba. Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (2/2), às 17h30, a banda curitibana Jovem Dionísio participará de um bate-papo musical, como parte das atividades da 40ª Oficina de Música de Curitiba. No encontro, o grupo falará com os alunos da oficina e com o público em geral sobre suas trajetórias, sua visão sobre a música e sobre seus processos de composição e produção.  

O bate-papo será realizado no Auditório John Henry Newman, na biblioteca central da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). A entrada é gratuita com inscrição pelo site da Oficina.

Acorda, Pedrinho

A banda, que existe desde 2019, ganhou grande popularidade a partir de 2020, com seu primeiro grande sucesso, Pontos de Exclamação. Mas a música que realmente fez o grupo curitibano estourar foi Acorda, Pedrinho, lançada em 2022. A canção chegou a ocupar a primeira posição nas músicas mais escutadas do país, na plataforma de streaming Spotify, também ficando bastante famosa nas redes sociais.

Este grande sucesso foi inspirado em uma piada interna do grupo, que frequentava a lanchonete Aquarius, na Avenida João Gualberto, também conhecida como o Bar do Dionísio, de onde vem o nome da banda. Neste local, o grupo jogava sinuca com um senhor chamado Pedrinho, que tinha de ser acordado antes, pois dormia após beber no bar.

Com esta recente popularidade, a Jovem Dionísio irá compartilhar algumas de suas experiências na estrada, além de suas impressões sobre música e produção musical, neste bate-papo especial promovido pela Oficina de Música de Curitiba.

Serviço

Bate-papo musical com Jovem Dionísio

Dia 2 (quinta-feira) – 17h30

Local: Biblioteca Central – Auditório John Henry Newman, PUCPR (R. Imaculada Conceição, 1155 – Prado Velho)

Grátis – Inscrição

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

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