Saúde registra três novas mortes de macacos pela febre amarela

Publicidade
Publicidade

O boletim da febre amarela divulgado nesta quarta-feira (27) pela Secretaria de Estado da Saúde registra mais três mortes de macacos infectados (epizootias) que aconteceram no município de Palmas, na área da 7ª Regional de Saúde de Pato Branco.

Outros dois municípios apresentaram novas notificações para epizootias; Cantagalo, que faz parte da 5ª Regional de Saúde de Guarapuava, e Dois Vizinhos, na 8ª Regional de Saúde de Francisco Beltrão.

O período de monitoramento epidemiológico da febre amarela no Paraná teve início em julho de 2020 e segue até junho deste ano. O Estado registra até o momento 104 notificações de epizootias em 23 municípios. Até o momento, 14 mortes de macacos foram confirmadas pela contaminação do vírus da febre amarela; 7 estão em investigação, 41 foram descartadas e 42 ocorreram por causas indeterminadas.

Em relação à febre amarela em humanos, o período não apresenta casos confirmados. Foram 15 notificações; 11 já descartadas e 4 seguem em investigação.

“O Paraná é considerado área de circulação viral e por isso monitoramos diariamente a presença deste vírus, lembrando sempre que o macaco não é transmissor da febre amarela. Da mesma forma que os humanos, estes animais também adoecem e morrem ao serem picados pelo mosquito (Sabethes e Haemagogus) contaminado com o vírus”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

CAPACITAÇÃO – Para que este trabalho de monitoramento seja eficaz, a Sesa promove periodicamente a capacitação e atualização dos profissionais que atuam na Vigilância Ambiental.

No final de dezembro, mês que inicia o período sazonal, época de maior proliferação do mosquito, a Sesa promoveu capacitações para técnicos das regionais de Pato Branco, Francisco Beltrão, Cascavel, Campo Mourão, Cianorte e Paranavaí. Estas áreas são consideradas prioritárias em relação a circulação viral de acordo com os corredores ecológicos traçados por pesquisas desenvolvidas pela Secretaria com apoio do Ministério da Saúde.

Os profissionais foram orientados quanto à realização de coletas e envio de amostras de epizootias para laboratório e notificações em sistemas de informações, como Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan)  e  Sistema de Informação em Saúde Silvestre (SissGeo).

“O monitoramento da morte de macacos é extremamente importante para que a Sesa possa mapear os caminhos por onde o vírus está circulando no Estado e adotar medidas de prevenção”, explica a chefe da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores,  Emanuelle  Pouzato.

Informações AEN.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Paraná tem 730 pacientes esperando por leitos para covid-19; 301 precisam de UTI

Publicidade
Publicidade

De acordo com a Sesa, 2.143 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados

Balanço da Secretária Estadual de Saúde do Paraná (Sesa-PR), divulgado na noite desta quarta-feira (3), aponta uma fila de 730 pacientes esperando por leitos para covid-19 no estado. Com o sistema de saúde em colapso, 301 pacientes precisam com urgência da transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

De acordo com a Sesa-PR, pela regulação estadual são 219 pacientes precisando de UTI e 278 de enfermaria. Já na regulação de leitos de Curitiba e região metropolitana, são 82 pacientes precisando de UTI e 151 de enfermaria.

Internados

De acordo com a Sesa, 2.143 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.857 pacientes em leitos SUS (785 em UTI e 1.072 em leitos clínicos/enfermaria) e 286 em leitos da rede particular (116 em UTI e 170 em leitos clínicos/enfermaria).Há outros 1.869 pacientes internados, 656 em leitos UTI e 1.213 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos da rede pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Mortes

Nesta quarta-feira, a Sesa-PR A secretaria estadual informa a morte de mais 118 pacientes. São 56 mulheres e 62 homens, com idades que variam de 13 a 94 anos. 11 óbitos ocorreram em 2020 e os demais entre 13 de janeiro a 2 de março de 2021.Os pacientes que foram a óbito residiam em: Curitiba (21), Maringá (13), Paranaguá (7), Altônia (5), Ribeirão Claro (4), Arapongas (3), Colombo (3), Foz do Iguaçu (3), Ponta Grossa (3), Rolândia (3), Apucarana (2), Cascavel (2), Itaperuçu (2), São José dos Pinhais (2), Sarandi (2), Tijucas do Sul (2). A Sesa registra ainda a morte de uma pessoa que residia em cada um dos seguintes municípios: Andirá, Araucária, Borrazópolis, Campo Bonito, Campo Largo, Candói, Cerro Azul, Cianorte, Clevelândia, Corbélia, Cornélio Procópio, Farol, Fênix, Guarapuava, Guaratuba, Ibiporã, Imbituva, Jaguapitã, Jaguariaíva, Juranda, Londrina, Mandirituba, Matinhos, Mato Rico, Palmeira, Palotina, Pato Branco, Pérola D’Oeste, Pinhais, Pontal do Paraná, Rio Branco do Ivaí, Santa Helena, Santa Terezinha de Itaiupu, Santo Inácio, São Jorge D’Oeste, Terra Boa, Terra Roxa, Toledo, Tupãssi, Umuarama e União da Vitória.O Paraná soma 656.410 casos confirmados e 11.888 mortos em decorrência da doença.

Informações Banda B.

Com adiamento de parcelas, Fazenda divulga novo calendário do IPVA 2021

Publicidade
Publicidade

Em razão do agravamento da pandemia de Covid-19, com a necessidade de suspensão do funcionamento dos serviços e atividades não essenciais, a Secretaria da Fazenda postergou em um mês o vencimento das parcelas vincendas do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). A medida foi anunciada pelo governador Ratinho Junior e oficializada por meio da resolução nº 193/2021, assinada pelo secretário Renê Garcia, que altera a resolução SEFA-IPVA nº 135/2021.

A Secretaria da Fazenda já havia autorizado o pagamento do IPVA deste ano em até cinco parcelas mensais, a partir de janeiro. Até então, o parcelamento máximo era de três meses.

Agora, as três parcelas restantes de 2021 terão seus prazos adiados em um mês. Assim, a terceira parcela, que deveria ser paga em março, terá seu prazo postergado para abril, e assim sucessivamente até a quinta e última parcela, em junho.

O objetivo do adiamento é oportunizar ao contribuinte a manutenção de suas obrigações tributárias com o Estado, considerando a vigência do Decreto nº 4.319, de 23 de março de 2020, que declarou estado de calamidade pública em função da pandemia. Leva em conta, também, as medidas restritivas para o enfrentamento da emergência de saúde pública estabelecidas no Decreto nº 6.983, publicado na última sexta-feira (26).

A proposta não acarreta renúncia de receita, mas apenas o deslocamento dos vencimentos parcelados do IPVA 2021. Os demais critérios previstos na legislação, como acréscimos financeiros e quantidade de parcelas permanecem os mesmos.

Confira o novo calendário do IPVA 2021.

Informações AEN PR.