Saúde estuda liberar plano-piloto de retorno às aulas a partir do próximo dia 19 no Paraná

Há uma sinalização para possível retorno em três regiões do Paraná: Irati, Guarapuava e União da Vitória

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) estuda liberar o retorno às aulas presenciais a partir do próximo dia 19 de outubro. Inicialmente, como prevê o plano-piloto da Secretaria Estadual da Educação (Seed), o retorno ocorreria apenas em regiões com menor incidência de casos e de mortes. Há uma sinalização para possível retorno em três regiões do Paraná: Irati, Guarapuava e União da Vitória.

“Isso vamos fechar nos próximos dias com a possibilidade de retorno no dia 19 de outubro nessas áreas, nestes colégios estaduais. Claro que com o rodízio de alunos, respeitando tudo aquilo que está escrito na resolução SESA 632, que implica em distanciamento social, medidas de cautela e lavagem das mãos, tudo aquilo que a gente vem falando nos últimos sete, oito meses. Devemos bater o martelo nos próximos dias, com a anuência do governador Ratinho Júnior, começando por plano-piloto de 15 dias nas áreas que temos menos incidência de novos casos e óbitos”, disse o secretário Beto Preto.

O possível retorno ocorreu durante audiência de prestação de contas na Assembleia Legislativa do Paraná.

Além do Governo do Estado, há um expressivo número de entidades que participa da elaboração do protocolo, que seria válido para as redes estadual e privada. Entre os pontos discutidos, está a liberdade para pais que optem por não enviar os filhos às aulas, garantindo assim o ensino remoto até pelo menos dezembro. Para os que optarem por ir às aulas, o objetivo é garantir ensino híbrido e permitir o distanciamento social nas escolas.

Beto Preto ainda não informou em quais regiões o retorno ocorreria, mas um ponto importante apontado é a taxa de infecção inferior a 0,8.

Outro ponto destacado pelo secretário Beto Preto é que o retorno aconteça simultaneamente nas redes pública e privada. “Isso é democrático e nivela o conhecimento” afirmou.

As aulas estão suspensas no Paraná desde o mês de março.

Informações Banda B.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

TJPR mantém veto à realização de eventos durante a bandeira laranja em Curitiba

No processo, a Abrasel argumentou que o ente público, ao proibir a realização de eventos, pode causar graves problemas para os empresários

Diante de questionamento feito pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-PR), a Justiça de Curitiba determinou que “casas de festas, de eventos ou recepções” continuem fechadas durante a bandeira laranja.

No processo, a Abrasel argumentou que o ente público, ao proibir a realização de eventos, pode causar graves problemas para os empresários do setor e para seus clientes. Segundo a ação, “a Prefeitura ‘esqueceu’ que existem casamentos, aniversários, reuniões de empresas, celebrações familiares que iriam ocorrer com todo o cuidado estabelecido nos enunciados normativos vigentes até o dia 27 de novembro”. A entidade pediu a suspensão dos artigos que proíbem a realização de eventos e solicitou autorização para a realização de celebrações que já estavam agendadas.

No Plantão Judiciário de 1º Grau, porém, o Juiz responsável pela análise do caso negou o pedido liminar. “O retorno ao alerta médio (bandeira laranja) decorreu de aumento constante no número de casos e internações de pessoas infectadas pela Covid-19 no Município, conforme tem sido constantemente noticiado nos veículos de imprensa. Note-se, ainda, que não há nos decretos qualquer garantia de permanência na fase de reabertura alcançada ou disposição que vede o regresso a uma fase anterior de alerta, mesmo que isso implique ‘regresso’ para medidas mais rígidas de ‘lockdown’”, destacou o magistrado.

A Abrasel recorreu ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) e pleiteou a reforma da decisão. No entanto, os pedidos da associação foram negados. “O ato prestigia a defesa da coletividade em detrimento dos interesses de determinados segmentos da atividade econômica, e isso por prazo certo, tanto que o Decreto tem vigência por sete dias e dele consta claramente a possibilidade de as medidas poderem ser revistas a qualquer tempo, a depender da situação epidemiológica do Município”, ponderou a Juíza Substituta em 2º Grau responsável pela ordem.

A magistrada observou que o decreto questionado está amparado em estudo científico que recomenda a adoção de medidas mais rigorosas para a diminuição do contágio.

Informações Banda B.

Prova de conhecimento do PSS é transferida para 20 de dezembro

Como parte das medidas para conter a circulação do novo coronavírus no Paraná, o Governo do Estado vai adiar em uma semana a prova de conhecimentos do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para a contratação de professores temporários para a rede estadual de ensino.

O teste agora será aplicado no dia 20 de dezembro ao invés do dia 13. O processo segue com as mesmas regras, apenas a data da prova foi adiada. A lista final dos candidatos com inscrição deferida e os locais de prova serão divulgados em breve.

Pela lista provisória já divulgada, cerca de 40 mil dos 47 mil inscritos estarão aptos a realizar a avaliação nos 32 Núcleos Regionais de Educação (NREs).

O processo seletivo prevê a contratação de pelo menos 4 mil profissionais para lecionar nas unidades do Estado em 2021. É possível, inclusive, haver ampliação das vagas. Os salários podem chegar a até R$ 3.720.

SEGURANÇA – O Governo do Estado ressalta que serão tomadas todas as medidas de segurança e de higiene para a realização da prova. No dia da avaliação, os locais de teste serão higienizados previamente e terão álcool gel à disposição para manuseio de objetos.

Será obrigatório o uso de máscara e todos os envolvidos vão passar por medição de temperatura na entrada. Os candidatos também vão receber orientações para o distanciamento social na chegada e as carteiras terão espaçamento mínimo de 1,5 metro.

O processo seletivo está aberto a todos os profissionais, inclusive aos candidatos do grupo de risco.

Informações AEN.