Saiba percentual de população contaminada e taxa de letalidade da covid-19 por cidade da RMC

A cidade de Tunas do Paraná, por exemplo, não teve nenhum dos 8796 moradores morto pela doença

Com base dos dados da Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa) divulgou nesta quinta-feira (15), a Banda B realizou um levantamento detalhado sobre como a covid-19 afeta as cidades da região metropolitana de Curitiba. Grandes centros urbanos, como Curitiba, Colombo e Piraquara, têm uma taxa de mortalidade maior, enquanto cidades mais afastadas, como Piên, Agudos do Sul e Tunas do Paraná, têm números bem mais baixos. A cidade de Tunas, por exemplo, não teve nenhum dos 8796 moradores morto pela doença.

Confira o balanço detalhado com o percentual da população contaminada e a taxa de letalidade:

Adrianópolis
População: 5937
Casos: 183
Porcentagem da população já contaminada: 3,08%
Mortes: 4
Taxa de letalidade: 2,13%

Agudos do Sul
População: 9400
Casos: 76
Porcentagem da população já contaminada: 0,80%
Mortes: 1
Taxa de letalidade: 1,31%

Almirante Tamandaré
População: 118985
Casos: 1758
Porcentagem da população já contaminada: 1,47%
Mortes: 59
Taxa de letalidade: 3,35%

Araucária
População: 144282
Casos: 4273
Porcentagem da população já contaminada: 2,96%
Mortes: 68
Taxa de letalidade: 1,59%

Balsa Nova
População: 12980
Casos: 238
Porcentagem da população já contaminada: 1,83%
Mortes: 5
Taxa de letalidade: 2,10%

Bocaiúva do Sul
População: 12983
Casos: 228
Porcentagem da população já contaminada: 1,75%
Mortes: 3
Taxa de letalidade: 1,31%

Campina Grande do Sul
População: 43420
Casos: 1030
Porcentagem da população já contaminada: 2,37%
Mortes: 23
Taxa de letalidade: 2,23%

Campo do Tenente
População: 7995
Casos: 114
Porcentagem da população já contaminada: 1,42%
Mortes: 3
Taxa de letalidade: 2,63%

Campo Largo
População: 132404
Casos: 3171
Porcentagem da população já contaminada: 2,39%
Mortes: 82
Taxa de letalidade: 2,58%

Campo Magro
População: 29407
Casos: 590
Porcentagem da população já contaminada: 2,0%
Mortes: 12
Taxa de letalidade: 2,03%

Cerro Azul
População: 17833
Casos: 178
Porcentagem da população já contaminada: 0,99%
Mortes: 9
Taxa de letalidade: 5,05%

Colombo
População: 244469
Casos: 3762
Porcentagem da população já contaminada: 1,53%
Mortes: 151
Taxa de letalidade: 4,01%

Contenda
População: 18641
Casos: 208
Porcentagem da população já contaminada: 1,11%
Mortes: 2
Taxa de letalidade: 0,96%

Curitiba
População: 1938999
Casos: 39863
Porcentagem da população já contaminada: 2,05%
Mortes: 1363
Taxa de letalidade: 3,41%

Doutor Ulysses
População: 5597
Casos: 63
Porcentagem da população já contaminada: 1,12%
Mortes: 1
Taxa de letalidade: 1,58%

Fazenda Rio Grande
População: 100515
Casos: 2443
Porcentagem da população já contaminada: 2,43%
Mortes: 75
Taxa de letalidade: 3,06%

Itaperuçu
População: 28721
Casos: 1026
Porcentagem da população já contaminada: 3,57%
Mortes: 21
Taxa de letalidade: 2,04%

Lapa
População: 48310
Casos: 1053
Porcentagem da população já contaminada: 2,17%
Mortes: 14
Taxa de letalidade: 1,32%

Mandirituba
População: 26951
Casos: 442
Porcentagem da população já contaminada: 1,64%
Mortes: 11
Taxa de letalidade: 2,48%

Piên
População: 12785
Casos: 66
Porcentagem da população já contaminada: 0,51%
Mortes: 2
Taxa de letalidade: 3,03%

Pinhais
População: 132560
Casos: 3273
Porcentagem da população já contaminada: 2,46%
Mortes: 92
Taxa de letalidade: 2,81%

Piraquara
População: 113281
Casos: 2267
Porcentagem da população já contaminada: 2,00%
Mortes: 91
Taxa de letalidade: 4,01%

Quatro Barras
População: 23631
Casos: 593
Porcentagem da população já contaminada: 2,50%
Mortes: 14
Taxa de letalidade: 2,36%

Quitandinha
População: 19107
Casos: 319
Porcentagem da população já contaminada: 1,63%
Mortes: 8
Taxa de letalidade: 2,50%

Rio Branco do Sul
População: 32496
Casos: 1002
Porcentagem da população já contaminada: 3,08%
Mortes: 26
Taxa de letalidade: 2,79%

Rio Negro
População: 34274
Casos: 403
Porcentagem da população já contaminada: 1,17%
Mortes: 13
Taxa de letalidade: 3,22%

São José dos Pinhais
População: 324326
Casos: 4117
Porcentagem da população já contaminada: 1,26%
Mortes: 180
Taxa de letalidade: 4,37%

Tijucas do Sul
População: 16919
Casos: 319
Porcentagem da população já contaminada: 1,88%
Mortes: 8
Taxa de letalidade: 2,50%

Tunas do Paraná
População: 8796
Casos: 91
Porcentagem da população já contaminada: 1,03%
Mortes: 0
Taxa de letalidade: 0%

Informações Banda B.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Doação de EPIs terá isenção de ICMS

Os deputados estaduais aprovaram, nesta semana em primeiro e segundo turnos, proposta que isenta do pagamento do ICMS, as empresas que fizerem doações de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) contra a covid-19 para as eleições municipais, que acontecem dia 15 de novembro.
O projeto de lei 606/2020 ainda precisa passar por mais duas votações na Assembleia Legislativa do Paraná antes de seguir para a sanção do Poder Executivo.
O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) disse nesta quinta-feira (22), que a proposta adequa o Paraná ao convênio celebrado entre o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) e o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Romanelli explica que a matéria foi fruto de uma negociação entre o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso e o Confaz, que aprovou a isenção do imposto em setembro. Para ter validade, a proposta precisa ser ratificada em cada Estado da Federação, como aconteceu no Paraná. O Governo do Estado apresentou o projeto de lei 606/2020, que altera o regulamento do ICMS, isentando do imposto as doações de EPIs contra a covid-19 para uso no dia das eleições municipais.

“Todas as doações de EPIs realizadas desde o dia 9 de setembro estão isentas do ICMS. Esses equipamentos serão distribuídos tanto para mesários quanto para os eleitores”, explica Romanelli. O deputado acrescenta ainda que o benefício fiscal se estende também às empresas prestadoras de serviço de transporte das mercadorias objeto da doação, ao diferencial de alíquotas e ao produto resultante da sua industrialização.

São isentos do imposto materiais como máscaras descartáveis, álcool etílico em gel 70%, álcool líquido, protetores faciais (face shields), propilenoglicol, canetas, fitas adesivas para marcação de distanciamento social e pôsteres com recomendações sanitárias, dentre outros itens.

Novo portal para proteção da infância é lançado no Paraná

A Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho lançou nesta quarta-feira (21) o portal da Força-Tarefa Infância Segura (Fortis), com o intuito de divulgar e ampliar a rede de proteção à infância no Paraná, envolvendo diversas áreas como da saúde, segurança, educação e assistência social.

O secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, também apresentou o mapa de georreferênciamento da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente no Estado, que estará disponível no portal http://www.infanciasegura.pr.gov.br.

“Com esse portal vamos informar à população que existe uma rede nas diversas áreas para o atendimento e proteção de nossas crianças e adolescentes. Ele disponibilizará informações sobre serviços e os canais de denúncia para que as pessoas possam recorrer com o foco na proteção à infância”, explicou o secretário.

O chefe do Departamento de Justiça e coordenador da Fortis, Silvio Jardim, destacou que a temática das crianças e do adolescente é número um na gestão. “A interlocução com todos os órgãos é fundamental para fortalecer a rede de proteção e desenvolver ações para coibir todo e qualquer tipo de violência contra crianças”.

O delegado da Polícia Federal e ex-coordenador da Força-Tarefa, Felipe Hayashi, reforçou que objetivo da plataforma é que a população possa acompanhar o andamento das ações da força-tarefa, disponibilizar todos os canais de denúncia e os serviços da rede de proteção. “Este trabalho vem com objetivo de ampliar o canal de comunicação com a população”. 

CAMPANHA – A Secretaria da Justiça, Família e Trabalho lançou também a campanha “Não cale sua voz”, para coibir o aumento de casos de violência doméstica contra a criança e o adolescente em tempos de pandemia e isolamento social. “O objetivo principal da campanha é estimular a denúncia e romper o silêncio sistêmico com relação a esse problema que aumentou durante o período de isolamento social”, explicou o secretário Ney Leprevost.

A campanha desenvolvida a partir de uma demanda do Comitê Intersetorial Protetivo da Covid-19, encaminhada à Força-Tarefa Infância Segura, tem o intuito de promover a interação com as famílias e falar diretamente com a criança e o adolescente que são vítimas de violência.

No Paraná, de janeiro a agosto deste ano foram registradas pelo Disque Denúncia 1.168 denúncias relacionadas à violência contra crianças e adolescentes.