Atiradora em Minneapolis Mata Duas Crianças em Igreja Durante Missa
Na manhã de quarta-feira (27), uma tragédia abalou Minneapolis, norte dos Estados Unidos, quando uma jovem atiradora abriu fogo em uma igreja conectada a uma escola. O ataque resultou na morte de duas crianças e deixou 14 feridos, todas elas reunidas para a missa de abertura do ano letivo. A autora, identificada como Robin Westman, de 23 anos, morreu no local, conforme informações da polícia local.
Investigação em Andamento
O FBI iniciou uma investigação sobre o ataque, classificando-o como um “ato de terrorismo doméstico e crime de ódio contra católicos”, conforme divulgado por Kash Patel, diretor da agência, em uma publicação na rede X.
Vítimas e Estado de Saúde
Segundo o chefe da polícia local, Brian O’Hara, as vítimas incluíam duas crianças de 8 e 10 anos que foram mortas enquanto estavam sentadas nos bancos da igreja. Das 17 pessoas feridas, 14 eram crianças, com duas delas em estado crítico. O hospital Hennepin Healthcare recebeu 11 pacientes, incluindo dois adultos e nove crianças, com quatro deles submetidos a cirurgias de emergência.
Reações de Autoridades
O presidente Donald Trump manifestou sua preocupação, afirmando que “a Casa Branca continuará acompanhando essa terrível situação”, em uma postagem na rede Truth Social. Já o Papa Leão XIV expressou sua tristeza e ofereceu condolências às famílias das vítimas. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, lamentou o ocorrido, ressaltando que as crianças deveriam estar aprendendo e brincando, e não enfrentando a violência.
Perfil da Atiradora
O jornal francês Le Figaro publicó um perfil perturbador de Robin Westman, descrevendo-a como “transgênero, anti-Israel e obcecada por armas”. Em 2019, Robin, que na época se chamava Robert, mudou seu nome como parte de sua transição, com a ajuda da mãe, devido à sua menoridade.
Conteúdo Perturbador em Mídias Sociais
Poucas horas após o ataque, foi revelado que Robin tinha uma forte presença online, incluindo um canal no YouTube onde postou conteúdos inquietantes. Em um vídeo, Robin expressou frases sobre violência e compartilhou desenhos de armas e esboços de plantas da igreja. Investigadores descobriram que, em suas gravações, ela utilizou linguagem ameaçadora e imagens perturbadoras relacionadas ao ataque.
Manifesto da Atiradora
Em um caderno encontrado, Robin escreveu um manifesto dirigido a seus familiares, pedindo desculpas pela “tempestade de caos” que iria provocar. Ela expressou descontentamento com a vida, mencionando frustrações como “empregos miseráveis” e “injustiças”. Robin afirmou estar cansada da dor, revelando um profundo desespero e angústia.
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