Risco de pegar Covid-19 é maior em restaurantes e academias, diz estudo

Pesquisadores da Universidade de Stanford usaram dados de celulares para apontar tipos de estabelecimento onde chances de contágio aumentam

De acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, os locais com maior chance de transmissão do coronavírus são restaurantes e academias. O trabalho foi publicado na revista Nature.

A partir de dados rastreados via celular sobre a movimentação da população em 10 cidades americanas, o modelo criado pelos pesquisadores sugeriu os lugares com maior risco de contágio caso restrições de ocupação não sejam impostas e as recomendações sobre o uso de máscaras não sejam seguidas.

Para a cidade de Chicago, os locais mais perigosos são, respectivamente, restaurantes, academias, cafés, bares, hotéis e motéis. Também apresentam risco restaurantes de “serviço limitado” (onde o consumidor paga antes de comer), centros religiosos, consultórios médicos e mercados.

Informações Metrópoles, via Banda B, para ler a matéria completa clique aqui.

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Quiz Enem 2020: teste seus conhecimentos sobre o exame

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma das maiores avaliações do mundo que seleciona estudantes para o ensino superior. Neste ano, o exame recebeu 5,8 milhões de inscrições em todo o país. Pela primeira vez haverá duas versões das provas, a impressa, que será aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro e a digital, que será nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.

As informações disponíveis são muitas e não faltam recomendações nessa reta final. É preciso também estar atento às novas regras de segurança por conta da pandemia do novo coronavírus. Para descontrair um pouco e checar se você está por dentro do Enem, a Agência Brasil preparou um Quiz:

Vacina da Oxford-Fiocruz é segura, afirma CTNBio

A Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio), do Ministério da Ciência e Tecnologia, afirmou hoje (15) que a vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é segura. Por lei, cabe ao colegiado emitir parecer sobre a segurança de organismos geneticamente modificados (OGMs), como é o caso do imunizante.

A avaliação é uma etapa protocolar e não diz respeito ao uso e liberação comercial da vacina.

Pela legislação, nesse caso específico, a decisão sobre o uso comercial cabe à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), cuja diretoria colegiada reúne-se no próximo domingo (17) para deliberar sobre a liberação do uso emergencial do imunizante.

A Lei de Biossegurança diz que cabe à CTNBio prestar apoio técnico consultivo ao governo federal em questões de biossegurança. Entre outras funções, o colegiado analisa estudos com OGMs no Brasil, que podem ser plantas transgênicas, vacinas (tanto para humanos quanto para animais), células humanas ou micro-organismos.

Os pareceres técnicos são encaminhados a diferentes órgãos, como a Anvisa, ministérios da Agricultura, Pecuária e Pesca e do Meio Ambiente, ente outros, sempre que houver uso de um OGM.

No caso da vacina de Oxford, usa-se a tecnologia conhecida como vetor viral geneticamente modificado, que utiliza um vírus de resfriado retirado de um chimpanzé, em uma versão enfraquecida de um adenovírus. A esse adenovírus é adicionado o material genético da proteína spike do novo coronavírus (SARS-CoV-2) , induzindo à formação de anticorpos.

“Nós não fazemos o registro do produto, que é atribuição exclusiva da Anvisa. Fazemos uma avaliação, remetemos o parecer para a Anvisa, e a Anvisa acresce isso ao processo dela”, explicou o presidente da CTNBio, Paulo Barroso, durante a entrevista coletiva em que foi apresentada a avaliação do colegiado.

Barroso disse que o colegiado analisou somente a segurança do OGM utilizado na vacina para uso em larga escala na população e ressaltou que a decisão não diz respeito à liberação comercial da vacina.

“Este [liberação comercial] é o nome que ficou na lei, e este nome não é muito adequado. O adequado é: fizemos uma avaliação de segurança e consideramos a vacina adequada, sob o ponto de vista de segurança, para o uso em larga escala na população”, afirmou Barroso.

Questões de importação, distribuição, venda não são “da seara” da CTNBio, disse o presidente do colegiado. “A gente avalia se o transgênico é bom ou ruim, sob o ponto de vista de segurança. O resto é a Anvisa.”