Primeiras provas do concurso público para a Polícia Civil do Paraná serão em fevereiro

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizará as primeiras provas do concurso público em 21 de fevereiro de 2021. A data foi definida em uma reunião da comissão do concurso com a banca examinadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR) na terça-feira (17).

No dia 21 de fevereiro serão aplicadas as provas para os candidatos a cargos de investigador, papiloscopista e delegado. A prova de conhecimento específico para delegado será realizada no dia 11 de abril de 2021.

O cronograma da primeira e segunda fase foram marcados após um plano de biossegurança ser aprovado junto à Secretaria de Estado da Saúde no dia 9 de novembro. O plano foi desenvolvido pela UFPR e normatiza as regras sanitárias que deverão ser seguidas no certame.

Mais detalhes da convocação AQUI

A instituição oferece 400 vagas no concurso 2020, sendo que 50 serão para delegado de polícia, 300 para investigador de polícia e 50 para papiloscopista.

O período de trabalho é de 40 horas semanais com remuneração a ser recebida pelo profissional contratado no valor de R$ 5.588,05 a R$ 18.280,05, conforme o cargo escolhido.

Informações Banda B.

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Inscrições para cursos técnicos do Ensino Médio encerram hoje (26)

Foi prorrogado o prazo para que estudantes da rede estadual do Paraná se inscrevam nas mais de 23 mil vagas de cursos técnicos do Ensino Médio. As inscrições podem ser feitas até o fim do dia desta quinta-feira (26) de forma online ou presencialmente nas secretarias das escolas.

São 57 opções de cursos, entre técnico subsequente (para alunos que já concluíram o Ensino Médio) e integrado (para estudantes que fazem o Médio e o técnico na mesma instituição da rede). Os cursos são gratuitos e estão disponíveis em todos os 32 Núcleos Regionais da Educação. As aulas começarão junto ao calendário escolar de 2021, em fevereiro.
A proposta dos cursos técnicos é contribuir para a rápida inserção do estudante no mercado de trabalho. Entre as opções de curso, estão técnico em administração, agropecuária, logística, secretariado, saúde bucal, química, enfermagem, cozinha, contabilidade, edificações, recursos humanos, entre outros.

Gabriele Borba, de 23 anos, trabalha em um laboratório da multinacional Tintas Renner, no setor de tintas automotivas. Em 2018, ela concluiu o cursou o técnico em Química no Colégio Estadual Professor Elysio Vianna, em Curitiba. “O técnico me abriu portas. Comecei para ver se gostava da área, e o curso acabou me ajudando a decidir pela graduação em Química e a passar na UTFPR [Universidade Tecnológica Federal do Paraná]”.

O bom desempenho foi decisivo para que a estudante ingressasse tão rapidamente no mercado de trabalho. “Ela foi uma aluna bem qualificada. Então, quando empresas entraram em contato conosco [equipe do colégio] pedindo indicações, recomendei a Gabriele”, explica o diretor Rafael Westphalen.
Sarah Carlotto, de 24 anos, abriu um brechó virtual enquanto cursa Vestuário no Colégio Estadual Polivalente, também em Curitiba. Ela conta que o incentivo para empreender surgiu em função do curso técnico. “Os professores são muito solícitos, ajudam e dão material extra. Ter todo esse apoio e acolhimento me motivou a começar alguma coisa na área”, afirma. “Sempre me desencorajaram a seguir na área da moda por ser difícil conseguir emprego como estilista, mas quando conheci o técnico em Vestuário, me encantei. Era exatamente o que eu queria”, diz.

O adiamento do prazo de matrícula é válido para todo o Estado. Os estudantes interessados vão passar por análise de histórico escolar e entrevista prévia, realizados com o objetivo de seleção e, também, para que os alunos conheçam mais sobre o curso para o qual se matriculou.

Informações AEN.

Paraná confirma três mortes de macacos por febre amarela

O Informe Epidemiológico da Febre Amarela divulgado nesta quarta-feira (25) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma três epizootias, que são as mortes de macacos contaminados pelo vírus da doença. Os registros ocorreram no município de Coronel Domingos Soares, na região Sudoeste.

Diante da confirmação de positividade das primeiras epizootias do período sazonal 2020/2021, o informe da febre amarela volta a ser publicado quinzenalmente.

O boletim contabiliza 65 notificações sobre mortes de macacos no Paraná, em 16 municípios. Destas, 30 já foram descartadas, 27 encaminhadas como causas indeterminadas e cinco seguem em investigação, além das três confirmadas como mortes por febre amarela.

Os casos em investigação ocorreram em Cruz Machado (Sul), Clevelândia (Sudoeste), Assis Chateaubriand (Oeste).

“É importante salientar sempre que os macacos não transmitem a febre amarela. Os animais também são infectados pela picada do mosquito contaminado com o vírus e morrem em conseqüência da doença”, explicou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

A mortalidade dos macacos indica a circulação de vírus da febre amarela silvestre naquela região. “Os macacos são nossos sentinelas e indicam o caminho que o vírus pode fazer, e diante destas informações podemos antecipar medidas para evitar a febre amarela urbana”, explicou o secretário.

HUMANOS – Neste período de monitoramento, com início em 1º de julho, até o momento não foi confirmado nenhum caso humano da doença. Houve dez notificações, das quais nove foram descartadas e um caso segue em investigação, no município de Curitiba.

VACINA – A forma efetiva de prevenção da febre amarela é a vacina. Desde julho de 2018, todos os municípios do Paraná passaram a ser área com recomendação vacinal devido à circulação viral.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta todos os municípios para promoverem estratégias de intensificação seletiva de vacinação, com prioridade nos municípios afetados e ampliada regionalmente.

A pasta reforça a orientação para a vacinação contra a febre amarela na faixa etária entre nove meses a 59 anos 11 meses e 29 dias na rotina de vacinação, nas unidades básicas de saúde.

Até o momento, a cobertura vacinal no Paraná está em 71,28%, enquanto a meta preconizada é 95%. O cálculo percentual leva em conta apenas a crianças menores de um ano que receberam a vacina no período de janeiro até outubro deste ano.

Informações AEN.