Prefeitura está reforçando ações de prevenção no transporte coletivo de Curitiba

A Urbanização de Curitiba S.A (Urbs) e as empresas de ônibus vão reforçar ações para prevenção do coronavírus no sistema de transporte coletivo da capital. Serão adotadas medidas para conscientizar a população sobre como evitar o contágio e para maior higienização de terminais, estações tubo e ônibus.

O objetivo é atuar fortemente na prevenção, já que o sistema de transporte coletivo de Curitiba, com 1.250 ônibus, transporta 1,23 milhão de passageiros por dia.

As linhas realizam, em média, 14,1 mil viagens por dia e percorrem mais de 273 mil quilômetros.

“Queremos nos antecipar e conscientizar a população a tomar os cuidados necessários para evitar a contaminação. A Urbs e as empresas de ônibus vão atuar em parceria”, diz o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto.

Entre as medidas previstas, que começarão a ser adotadas a partir da próxima semana, estão a instalação de recipientes com álcool gel nas estações-tubo e terminais para os cobradores, reforço na higienização dos ônibus e na limpeza dos veículos nas garagens e campanha informativa por meio de áudio nos biarticulados e nas telas da Midiaplan nos veículos.

Cartazes informativos serão colocados em terminais, dentro dos ônibus e em postos de venda de créditos do sistema de transporte. Outra medida é o isolamento de bebedouros, localizados em terminais, em que os usuários bebem diretamente nas torneiras dos equipamentos.

Os ônibus e terminais, no entanto, vão operar normalmente, sem nenhum tipo de restrição em relação à aglomeração de pessoas.

“Vamos já fazer a prevenção para que o transporte coletivo funcione normalmente e a gente possa minimizar os riscos de contaminação pelo coronavírus”, disse o diretor-executivo das Empresas de Ônibus de Curitiba, Luiz Alberto Lenz César.

Rodoviária

A Rodoviária de Curitiba, local de grande fluxo de passageiros, por onde passam cerca de 18 mil pessoas por dia, também terá áudio e cartazes com informações sobre prevenção. O terminal já implantou 12 dispensers de álcool gel para os passageiros.

Na quinta-feira (12/3) foram confirmados os cinco primeiros casos do novo coronavírus em Curitiba. Até o momento, não há nenhum medicamento ou vacina que possam prevenir a infecção pelo coronavírus. As medidas preventivas ainda são a melhor maneira de se proteger.

O coronavírus pode ser transmitido de forma semelhante à influenza ou outros vírus respiratórios, pelas gotículas respiratórias, por tosse e espirros em curta distância ou pelo contato com objetos contaminados pelo vírus.

Veja como se prevenir

– Lavar as mãos com frequência com água e sabonete líquido ou higienizá-las com formulação alcóolica a 70%, principalmente antes de consumir algum alimento.
– Utilizar lenço descartável para higiene nasal.
– Cobrir nariz e boca (pode ser com o cotovelo ou com lenços descartáveis) quando espirrar ou tossir.
– Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca, e sempre higienizar as mãos após tossir ou espirrar.
– Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos, garrafas, canudos, cigarros ou batons.
– Manter ambientes bem ventilados, evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.
– Evitar contato próximo com animais silvestres e animais doentes em fazendas ou criações.
– Pessoas com sintomas de infecção respiratória aguda devem praticar etiqueta respiratória (cobrir a boca e nariz ao tossir e espirrar, preferencialmente com lenços descartáveis e após higienizar as mãos).

Brasil adere a aliança para aceleração da vacina contra a covid-19

Governo liberou R$ 2,5 bilhões para viabilizar ingresso ao grupo

O governo federal anunciou nesta quinta-feira (24) a adesão ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 (Covax Facility), ação administrada pela Aliança Gavi e a liberação de cerca de R$ 2,5 bilhões para viabilizar o ingresso do Brasil nesta iniciativa. A adesão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Segundo o governo, os países são convidados a participar do grupo e poderão se beneficiar, ao ter garantido o acesso ao fornecimento das vacinas disponibilizadas por meio da Covax Facility. Dessa forma, espera-se que o Brasil possa comprar imunizantes para garantir a proteção de 10% da população até o final de 2021, o que permite atender populações consideradas prioritárias.

A adesão permitirá o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível. Caberá à Covax Facility negociar com os fabricantes o acesso às doses das vacinas em volumes especificados, os cronogramas de entrega e os preços.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países aderentes à iniciativa tenham acesso igualitário à imunização.

De acordo com Palácio do Planalto, a iniciativa não impede que o país realize acordos bilaterais com outras empresas biofarmacêuticas produtoras de vacinas contra a covid-19 que não estejam contempladas pela iniciativa global. Também não ficam impedidas iniciativas já realizadas pelo Brasil com as biofarmacêuticas que fazem parte da iniciativa global.

Informações Agência Brasil.

Senadores pedem a Bolsonaro que Ricardo Fonseca seja confirmado como reitor, mas UFPR terá nova consulta

Na primeira consulta realizada pela instituição, em 2 de setembro, duas chapas participaram. Ricardo Fonseca recebeu 83% dos votos, contra 17% de Horácio Tertuliano Filho

Os senadores Álvaro Dias, Flávio Arns e Oriovisto Guimarães, todos do Podemos, fizeram um pedido a Jair Bolsonaro para que Ricardo Fonseca seja confirmado como reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no período que prossegue até 2024. Atual reitor da instituição, Fonseca recebeu 83% dos votos em consulta pública realizada pela instituição. Nesta quinta-feira (24), porém, foi confirmado que uma nova consulta será realizada na instituição, uma vez que o Ministério da Educação (MEC) passou a exigir a indicação de três nomes na chamada Lista Tríplice que será enviada ao presidente da república.

De acordo com Flávio Arns, todo o trabalho já realizado pelo próprio reitor mostra sua qualificação para a recondução ao cargo. “Estamos falando de um administrador que prioriza o bom diálogo com os variados setores do ambiente universitário, mantendo sempre uma postura isenta, proativa, tendo demonstrado elevado grau de eficiência no desempenho da missão que lhe foi atribuída e que, confiamos, será agora renovada. Nós, da bancada paranaense no Senado, entendemos que a escolha da comunidade acadêmica representa os rumos almejamos para o futuro da nossa UFPR”, disse.

Na primeira consulta realizada pela instituição, em 2 de setembro, duas chapas participaram. Ricardo Fonseca recebeu 83% dos votos, contra 17% de Horácio Tertuliano Filho.

Tradicionalmente na instituição, os candidatos derrotados nas urnas retiram o nome da Lista Tríplice, mas não foi o que ocorreu desta vez.

Na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Bolsonaro nomeou o Carlos André Bulhões Mendes como novo reitor. Mendes ficou em terceiro lugar na consulta e mesmo assim foi o escolhido. No Paraná, Tertuliano teria um posicionamento mais alinhado com o de Bolsonaro.

Nova consulta

Com a definição desta quinta-feira (24), uma nova consulta à comunidade acadêmica será realizada. As chapas de Fonseca e Tertuliano já estão homologadas e aguarda-se a inscrição de novas chapas.

O colégio da UFPR se reúne novamente no dia 30 de setembro para, em votação uninominal e secreta, escolher qual das chapas vai compor a lista tríplice que é encaminhada ao MEC para a escolha do novo reitor da UFPR, que assume em dezembro de 2020. As possíveis novas candidaturas concorrem em regime de igualdade com as que estão já colocadas.

Informações Banda B.