Prefeito de Campo Largo, Marcelo Puppi, morre por complicações da Covid

Prefeito de Campo Largo, Marcelo Puppi, morre por complicações da Covid

Internado há um mês e meio, o prefeito de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, Marcelo Puppi (DEM), morreu na madrugada desta quinta-feira (7) no Hospital Nossa Senhora do Rocio. Ele contraiu o coronavírus, teve complicações e não resistiu à doença. Puppi deixa esposa e filhos.

A informação foi confirmada pelo hospital. Na quarta-feira (6), havia notícias de que Puppi estaria sem reação cerebral, mas uma nota durante a noite confirmou que o prefeito apresentava a estímulos. Durante a madrugada, no entanto, o prefeito teve uma piora e faleceu.

Internado

O prefeito de Campo Largo estava internado no Rocio desde o dia 25 de novembro, um dia depois de confirmar por meio de um exame laboratorial a contaminação pelo coronavírus. Dois dias depois, ele já apresentou piora no quadro de saúde e precisou ser transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).about:blank

Segundo boletim médico divulgado diariamente, Puppi precisou ser entubado no dia 14 de dezembro ao ter piora no quadro respiratório, e no dia 5 de janeiro retornou para o coma induzido.

Contaminação

A esposa de Puppi, Daniela Corsini Puppi, também chegou a ser internada, mas recebeu alta hospitalar dias depois.

Eleições

Marcelo Puppi foi reeleito prefeito no dia 15 de novembro com 39,26% dos votos.

Informações Banda B.

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Sanepar divulga tabela de rodízio da RMC, seguindo modelo 60 horas x 36 horas

Oscilações dos níveis das barragens da Região Metropolitana de Curitiba, que têm interferência direta do regime de chuvas, levam a Sanepar a manter o atual rodízio de 60 horas de abastecimento e de até 36 horas com suspensão. A tabela para o período de 14 a 25 de janeiro segue o modelo 60h x 36h até que o nível do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba e Região Metropolitana (SAIC) esteja pelo menos em 80%, quando poderá haver a suspensão do rodízio.

A Sanepar trabalha com os cenários mais conservadores para garantir abastecimento, mesmo que em formato de rodízio, pelo fato de o Paraná ainda estar em situação de emergência hídrica, com déficit acumulado de chuvas e previsões de precipitações na média ou abaixo da média.

As chuvas das últimas semanas contribuíram para a evolução dos níveis das quatro barragens, que na média atingiram 73,11% nesta segunda-feira (10), o maior patamar desde o começo do rodízio, há quase dois anos.

As chuvas são fator determinante para o abastecimento, embora obras feitas pela Sanepar e o uso racional da água pela população contribuam com os níveis das barragens. Em 1° de março de 2021, por exemplo, o SAIC atingiu 49,73%, praticamente o mesmo nível do primeiro dia de outubro de 2021 (49,11%), embora no intervalo entre as duas datas o nível tenha alcançado 60% (abril).

Projeções da Sanepar mostram que, sem o rodízio, sem a contribuição da população com o uso racional da água e sem as medidas adotadas pela Companhia para aumentar os níveis dos reservatórios, o sistema teria entrado em colapso em outubro de 2020, quando teria chegado a níveis tão baixos que inviabilizariam o abastecimento da Região Metropolitana.

Confira a tabela completa AQUI .

Prevista para Copa de 2014, obra de acesso ao Afonso Pena finalmente deve ser entregue

Depois de mais de sete anos deve ser entregue em dezembro a remodelação do acesso ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). A Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), responsável pelas obras, informou que a nova previsão é que as intervenções fiquem prontas nos próximos dias, depois de um período de suspensão e retomada em 2019. Faltam a colocação da sinalização e a conclusão das calçadas.

As alterações na Rua Comandante Aviador José Paulo Lepinski fazem parte da última etapa de um pacote de obras que integravam o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, que deveria ter sido entregue para a Copa do Mundo de 2014.

Segundo a Comec, após o atraso na conclusão, a empresa responsável entrou em recuperação judicial em 2016 e paralisou os empreendimentos, que incluíam também melhorias na Avenida das Américas e na Avenida Comendador Franco, além da construção de uma ponte e de uma trincheira, todos em São José dos Pinhais. Além do aeroporto, o trecho revitalizado pretende desafogar o trânsito na BR-376, na saída para Santa Catarina.

As outras duas obras foram entregues em setembro: a trincheira da Rua Arapongas, no cruzamento com a Avenida das Torres, e uma ponte sobre o Rio Iguaçu, na continuação da Avenida Senador Salgado Filho.