Prazo para famílias atualizarem o Cadastro Único é prorrogado

Prazo para famílias atualizarem o Cadastro Único é prorrogado.  Foto: Sandra Lima/FAS

O Ministério da Cidadania prorrogou novamente o prazo de atualização do Cadastro Único (CadÚnico) para as famílias que estão sem revisar as informações desde 2017. O prazo que terminaria na última sexta-feira (14/10) foi estendido até 11 de novembro. A atualização do cadastro é importante para acesso e permanência em programas sociais que usam o Cadastro Único para critérios de seleção.

Em Curitiba, das 170.131 famílias inscritas no Cadastro Único, 800 se enquadram neste recorte. A capital conta com uma extensa rede onde é possível fazer o Cadastro Único, formada por 39 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), dez Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), a unidade do Sistema Nacional de Emprego (Sine) na Regional CIC, e três Centros de Referência Especializados para População em Situação de Rua (Centros Pop), porém a atualização cadastral só pode ser feita nos Cras.

Sem filas

A superintendente de Gestão da Fundação de Ação Social (FAS), órgão responsável pelas políticas da assistência social e do trabalho e emprego do município, Veranice Vieira de Lara Hayashida, explica que em Curitiba, diferentemente de outros municípios do país – onde nas últimas semanas foram registradas grandes filas para revisão cadastral -, o atendimento para revisão do Cadastro Único acontece normalmente.

Isso acontece porque desde o último mês de julho, a FAS organizou plantões aos sábados para dar mais agilidade ao trabalho e ampliar a possibilidade para aqueles que trabalham durante a semana.

“Estamos atentos a essa demanda e nos organizamos por entender a importância da oferta desse cadastro para que famílias em situação de vulnerabilidade social possam ter acesso aos programas de transferência de renda e outros benefícios”, acrescenta a Superintendente Veranice.

Somente neste mês, a FAS promoveu três plantões para atendimento às famílias que desejam ser inseridas ou atualizar o cadastro e outros dois serão promovidos, nos dias 22 e 29, das 8h às 17h (veja programação abaixo).

Consulta

As famílias inscritas no CadÚnico podem verificar se seus dados estão desatualizados ou mesmo se as informações já fornecidas estão sendo confrontadas com outras bases de dados administrativos federais por meio do aplicativo do CadÚnico, disponível para download na página Gov.br, no link https://www.gov.br/cidadania/pt-br/cadunico/app-cadunico

Caso não tenha ocorrido nenhuma alteração nas informações prestadas na última entrevista, a família beneficiária poderá também fazer a confirmação dos dados pelo aplicativo do Cadastro Único. Porém, se for preciso alterar algum dado, é necessário comparecer a um posto de cadastramento para uma nova entrevista de atualização cadastral.

A consulta também pode ser realizada na versão web. Serão exibidos os dados de identificação do Responsável pela Unidade Familiar, os dados da família e de seus membros.

Plantões para atualização do Cadastro Único

22 de outubro

Regional Bairro Novo – CRAS Madre Tereza, CRAS Umbará

Regional Boqueirão – CRAS Iguape, CRAS Vila São Pedro

Regional Pinheirinho – CRAS Rua da Cidadania

Regional Tatuquara – CRAS Rio Bonito, CRAS Santa Rita, CRAS Pompéia

29 de outubro

Regional Bairro Novo – CRAS Bairro Novo

Regional Pinheirinho – CRAS Rua da Cidadania

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

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Escolas já podem inscrever alunos para a Olimpíada de Matemática

Escolas públicas municipais, estaduais e federais e escolas particulares de todo o país têm até o dia 17 de março para inscrever alunos para a 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP).

Considerada a maior competição científica do Brasil, ela é promovida pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e reúne, todos os anos, mais de 18 milhões de estudantes do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. No ano passado, foram 18,1 milhões de alunos de 54 mil escolas, atingindo 99,78% dos municípios brasileiros.

Em entrevista hoje (2) à Agência Brasil, o diretor adjunto do IMPA e coordenador-geral da OBMEP, Claudio Landim, disse que a grande novidade do certame este ano é a criação de medalhas regionais.

“A gente sabe da importância dessas medalhas no estímulo ao ensino da matemática. Assim, resolvemos aumentar o número de medalhas concedidas aos estados”, revelou. Dessa forma, o aluno estará concorrendo a medalhas nacionais mas, ao mesmo tempo, vai participar de uma disputa interna no seu estado. Cada estado vai distribuir um certo número de medalhas de ouro, prata e bronze para os seus alunos.

Landim estimou que isso vai aumentar o número de medalhas distribuídas de cerca de 8,4 mil para perto de 30 mil, além de 51 mil menções honrosas. O objetivo da medida é estimular o ensino da matemática. “Com isso, a gente espera ter um número cada vez maior de alunos participando e tentando conquistar uma medalha”, afirmou.

Outra novidade é que o IMPA está duplicando o número de medalhas destinadas a escolas privadas. “Eram 75 medalhas de ouro e passarão a ser 150. Isso também visa aumentar o número de premiados para tentar estimular a participação”, informou.

Desafios

Segundo o diretor informou, uma coisa que ocorre apenas com as escolas privadas é que elas inscrevem somente estudantes interessados em matemática.

Ele deixou claro que a prova não mede conhecimento e que os problemas apresentados envolvem criatividade. “São desafios à inteligência”, contou.

Durante a prova, muitos alunos que não gostam de matemática acabam percebendo que a matéria consegue ser algo divertido e desafiador. Por isso, o diretor adjunto do IMPA reforçou que é uma pena que alunos que não têm boas notas ou que não manifestem interesse em matemática não sejam inscritos.

“Porque é uma oportunidade única que eles têm de descobrir que a matemática é bem diferente do que é ensinado em sala de aula. Isso desperta vocações. O meu apelo às escolas privadas é que inscrevam todos os seus alunos” externou. É cobrada na inscrição uma taxa simbólica de R$ 4 por aluno.

Um dos desafios da prova da olimpíada é despertar o interesse pela matéria. “E a gente consegue isso”, disse. Ele relatou casos de alguns alunos que eram péssimos em matemática e, após participarem da Olimpíada, despertaram o interesse pela matéria e seguiram carreira na área de exatas, como engenharia, entre outras, onde se usa bastante matemática.

A nível nacional, serão distribuídas 650 medalhas de ouro, 1.950 de prata e 5.850 bronzes aos participantes de unidades públicas e particulares. Os alunos que conquistarem medalhas nacionais são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC) como incentivo e promoção do desenvolvimento acadêmico. Já a premiação regional será de responsabilidade de cada coordenação e não permite acesso ao PIC.

Inscrições

A inscrição é feita pelas escolas, que devem preencher a ficha disponível no site da OBMEP, informar o código no Ministério da Educação e no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (MEC/INEP) e criar uma senha.

No regulamento, os representantes das escolas vão encontrar informações sobre condições, prazos, datas e regras previstas para participação na olimpíada. O regulamento pode ser encontrado aqui.

A primeira fase da olimpíada é composta por uma prova objetiva de 20 questões e, a segunda, por uma prova discursiva de seis questões. A primeira fase será no dia 30 de maio. A divulgação dos aprovados para a segunda etapa será feita em 2 de agosto, com a prova ocorrendo no dia 7 de outubro.

As provas são preparadas de acordo com o grau de escolaridade do aluno: nível 1 (6º e 7º anos), nível 2 (8º e 9º anos) e nível 3 (ensino médio). A divulgação dos premiados está prevista para 20 de dezembro.

Landim disse, ainda, que os pais que quiserem que seus filhos participem da olimpíada precisam pedir à direção das escolas que sejam feitas as inscrições e que não deixem para o último dia, porque as inscrições são feitas pela internet “e, muitas vezes, as condições não são boas”.

Fonte: Veja a matéria no site da Agência Brasil

Opção vegana faz sucesso em sorveteria curitibana

As sobremesas costumam ter atenção especial de pessoas com restrições alimentares. Diferentes de pratos salgados, nos quais é mais fácil perceber que levam carne ou algum tipo de alimento de origem animal, os doces precisam de mais informações para garantir que são veganos. Uma pedida para pessoas veganas que não leva leite ou qualquer outro insumo de origem animal é a linha da SOFT Ice Cream.

A rede apresenta sorvetes artesanais, com dedicação a cada etapa da produção de suas sobremesas. E as opções veganas da marca também estão entre as mais pedidas, até por quem não tem restrição quanto ao que consome. Mantendo muito sabor, os sorvetes veganos são feitos com as frutas, água e açúcar, não levando nenhum tipo de ingrediente de origem animal, nem conservante, emulsificante, corante ou aromatizante. O de frutas vermelhas é feito com morango, framboesa, amora e mirtilo, enquanto o de frutas amarelas leva manga e maracujá.

São três lojas SOFT em Curitiba, e casa uma tem sua opção. As unidades Batel e Palladium servem frutas vermelhas, enquanto a do MON tem frutas amarelas.

A SOFT conta com três lojas em Curitiba: Shopping Palladium (Av. Presidente Kennedy, 4121 – Piso L1 – Portão), Batel (Al. Dr. Carlos de Carvalho, 665) e Museu Oscar Niemeyer – MON (R. Manoel Eufrásio, 1550 – Centro Cívico). Mais informações no perfil oficial da rede no Instagram (@soft.icecream.co).

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