Porks lança projeto de expansão em Curitiba com previsão de abertura de 10 novas unidades

Sucesso em todo Brasil, com bons resultados nas doze unidades espalhadas pelas cidades de Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Brasília (DF) e Águas Claras (DF), a rede curitibana Porks – Porco & Chope, grande fenômeno e referência do segmento, acaba de anunciar seu novo projeto de franchising, que terá início por uma expansão audaciosa na capital paranaense. Até o fim de 2020, a rede de pubs espera vender pelo menos mais 10 unidades na cidade, onde já tem quatro lojas em funcionamento. 

A projeção do empreendimento, considerado a maior rede especializada em carne suína do país, é alcançar a marca de 25 unidades no Brasil ainda em 2020, atingindo um faturamento de R$ 20 milhões até o final do ano. No ano de 2019, a rede curitibana registrou a expressiva marca de 10 toneladas de carne de porco e 25 mil litros de chope artesanal comercializadas ao mês. A expansão audaciosa da rede Porks – Porco & Chope se baseia nos números positivos que o mercado de franchising oferece ao setor de fast food, além dos aspectos financeiros extremamente favoráveis para quem quer investir em franquias após a constante diminuição da taxa Selic no Brasil.

Para abrir uma unidade do Porks, o investimento inicial parte de R$ 125 mil. As lojas devem ser instaladas em espaços com área de, pelo menos, 60 metros quadrados. O faturamento médio mensal é de 100 mil reais, com lucratividade em torno de 15%. O prazo de retorno do capital investido é estimado entre 8 e 12 meses. “Devemos inaugurar de uma a duas lojas por mês na capital paranaense até o final de 2020, trabalhando sempre com produtos artesanais locais”, conta José Araújo Netto, fundador da rede Porks – Porco & Chope. “A revalorização da carne de porco é uma tendência em todo o mundo, e o Brasil tem um mercado gigante a ser explorado nesse sentido”, complementa ele.

No cardápio da rede estão dezenas de preparos com carne suína, desenvolvidos com excelência para democratizar o consumo no Brasil, e muito chope artesanal, tudo isso comercializado com preços acessíveis (entre R$ 8 e R$ 15), que cabem em todos os bolsos. Entre os destaques do menu se destacam o Porks Bacon Burger (R$ 12), preparado com burger de costelinha de porco, creme de cheddar e tiras de bacon crocante; o Pernil Municipal (R$ 12), um sanduíche de pernil de porco marinado por 12h, coberto por queijo mozzarella e cheiro verde; o Pork Burrito (R$ 16), novidade da casa, feito com burrito mexicano recheado com pernil desfiado, cheddar, sour cream, cebola caramelizada e chips de batata; e a Porkspóca (R$ 10), pururuca de porco crocante temperada com sal de lemon pepper. 

De acordo com Araújo Neto, além dos sabores irresistíveis e do preço acessível, o sucesso das franquias da rede se deve ao modelo de negócio internacional utilizado pelo empreendimento, que aposta em uma operação enxuta e descolada, sem garçons, e com preparos que podem ser consumidos nas mesas ou, até mesmo, na rua. “Nosso modelo de negócio prioriza a experiência única, com muita agilidade no atendimento”, explica. “Para isso, a casa trabalha com preparos deliciosos, que exploram toda versatilidade da carne de porco, e de fácil consumo”, completa o empresário.

Para mais informações sobre o processo de franquias do Porks – Porco & Chope, acesse o perfil oficial da rede no Instagram (@porks_brasil) ou entre em contato pelo e-mail franquias@porksbrasil.com.br.

Confira como foi a movimentação na reabertura do comércio de Curitiba

A manhã ensolarada foi de movimento de pedestres no centro comercial de Curitiba, no primeiro dia após a quarentena restritiva do Governo do Estado.

O fotojornalista Eduardo Matysiak percorreu o Calçadão da Rua XV de Novembro (antiga Rua das Flores) e adjacências.

As imagens mostram a população de todas as idades bem a vontade e em muitas situações não observando cuidados sanitários como usar máscara e manter distância social.

Com o fim da vigência do decreto do governador Ratinho Junior, Curitiba voltou a bandeira laranja, que permite algumas atividades comerciais, consideradas não essenciais.

O prefeito Rafael Greca informou que manterá o decreto 810/2020 até a formulação de um novo, que deve ocorrer ainda nesta semana.

Entre os comércios que puderam retornar as atividades estão shoppings, lojas de rua, galerias, restaurantes e lanchonetes, informa Guilherme Becker no RIC Mais.

Abaixo o álbum produzido por Eduardo Matysiak

Venda de pinhão está liberada a partir de quarta-feira

Está liberada a partir dessa quarta-feira (01) a colheita, venda, transporte e armazenamento do pinhão. A recomendação é que a semente seja colhida de pinhas que já caíram, sinal mais garantido de sua maturação. Além disso, evita que a pessoa corra o risco de queda ao subir numa araucária.

A semente da araucária se forma dentro de uma pinha, fechada, que com o tempo vai abrindo até liberar o pinhão, o qual precisa de quatro anos para completar o seu amadurecimento.

As pinhas maduras desprendem dos galhos geralmente entre os meses de abril a agosto e quando arrebentam esparramam as sementes do seu interior.

“Além de servir de alimento para a fauna local, o hábito de comer pinhão foi herdado de algumas tribos indígenas, sendo agora produto tradicional nas festas juninas e também utilizadas em várias receitas”, relata Góes.

PROIBIDO

Mesmo sendo colhido na data permitida, é proibido o consumo e venda do pinhão verde. As pinhas imaturas apresentam casca esbranquiçada e alto teor de umidade. Se consumido, pode muitas vezes prejudicar a saúde, podendo causar problemas como a má digestão, náuseas e até episódios de constipação intestinal.

Isso acontece, em grande parte, porque neste estado a semente apresenta um alto teor de umidade, o que favorece a presença de fungos, podendo o alimento se tornar até tóxico para o consumo humano.

MULTA

De acordo com as normas ambientais, a pessoa que for flagrada na venda, transporte ou no armazenamento do pinhão antes de 1º de abril está sujeita a responder a processos administrativo e criminal, além de receber auto de infração ambiental e multa de R$ 300,00 para cada 60 quilos de pinhão.

DENÚNCIAS

A venda de pinhões trazidos de outros Estados também não é permitida, sendo obrigatório respeitar as normas locais. Denúncias sobre a venda irregular de pinhão e demais infrações ambientais, podem ser feitas no link Fale Conosco, no site do órgão, pelo telefone do IAT Curitiba: (41) 3213-3700 ou regionais do IAT e Polícia Ambiental.