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Polícia Federal estabelece acordo com BNDES e FEBRABAN para combater crime organizado e cibernético

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São Paulo/SP. Em um esforço conjunto para enfrentar crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro, a Polícia Federal, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) assinaram um Acordo de Cooperação Técnica. O acordo, celebrado em 22 de dezembro, busca fortalecer a proteção do Sistema Financeiro Nacional.

Objetivos do Acordo

A iniciativa foi assinada pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante; e pelo presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney. O acordo visa integrar as ações entre as instituições públicas e o setor financeiro no combate a crimes complexos e de alcance global.

Enfrentamento às Práticas Criminosas

Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal, destacou a importância de adaptar as estratégias de combate a crimes à evolução das práticas delituosas. “Se o crime mudou, não podemos ficar parados. Agora que temos um brasileiro à frente da Interpol, esperamos fechar um acordo em 2026 para a inclusão dessa organização em nossa parceria”, afirmou.

Compartilhamento de Conhecimento

Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, enfatizou que o banco contribuirá com seu conhecimento em áreas como integridade, compliance e segurança da informação. “Somos uma instituição sólida e transparente, com mecanismos de segurança robustos”, disse Mercadante.

Intercâmbio de Informações

O acordo prevê o intercâmbio de informações sobre crimes financeiros e cibernéticos, sempre respeitando os sigilos legais e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Além disso, serão realizados estudos, pesquisas, eventos de capacitação e atualizações nos sistemas de investigação.

Integração para a Segurança do Setor Financeiro

Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN, destacou a relevância da integração para proteger o sistema financeiro. “A união é o caminho para blindar nosso setor e evitar que se torne um esconderijo para criminosos”, afirmou, ressaltando a necessidade de investimentos em tecnologia e controles internos.

Duração do Acordo

O Acordo de Cooperação Técnica terá validade de cinco anos e não envolve transferências de recursos financeiros entre as partes. A iniciativa reafirma o compromisso das instituições com a integridade do Sistema Financeiro Nacional e a segurança da sociedade.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
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