Polícia Civil apreende quase 700 quilos de cocaína em duas semanas

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) apreendeu 681 quilos de cocaína pura em menos de duas semanas. A droga foi interceptada em duas ações, nas regiões Oeste e Norte do Estado. A atuação policial especializada gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 56 milhões ao crime organizado. 

A delegada da PCPR Ana Cristina Ferreira Silva ressaltou a complexidade do trabalho de investigação. “Essas apreensões são resultados de investigações de alta complexidade em curso pela PCPR que têm o objetivo de desarticular organizações criminosas, identificar integrantes e responsabilizá-los pelo tráfico de drogas e outros crimes decorrentes”, disse.

PCPR retira quase 700 quilos de cocaína pura do crime organizado em menos de duas semanas – Curitiba, 08/04/2021 – Foto: Divulgação PCPR

Na terça-feira (6), a PCPR e a Receita Federal apreenderam 209 quilos de cocaína que estavam divididos em vários tabletes, escondidos em um fundo falso de um caminhão carregado com papéis reciclados. A ação ocorreu na BR-277, em Cascavel, região Oeste do Estado. O motorista foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

Outra apreensão de 472 quilos de cocaína ocorreu no dia 26 de março, quando a PCPR, em uma ação em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal, realizou sua maior apreensão da droga dentro do Paraná. A ação aconteceu em Santa Fé, na região Norte do Estado. Na ocasião, também foram apreendidas 2.790 ampolas de maconha líquida e três pistolas calibre 9mm. 

A PCPR prossegue com as investigações para identificar demais envolvidos com o crime.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Ciclista que foi vítima de assédio tem bicicleta furtada no Paraná

Como se já não bastasse ter sido vítima de um caso de assédio, em Palmas, no interior do Paraná, a ciclista Andressa Lustosa ainda teve a bicicleta furtada nesta quinta-feira (30). Ela compartilhou a situação em seu perfil no Instagram.

“Apesar de tudo o que aconteceu ainda roubaram minha bicicleta”, escreveu a ciclista na publicação, além de pedir ajuda à população da cidade para encontrar a bicicleta.

Em outra postagem, Andressa afirma ter encontrado marcas de pegadas no vaso de flor da mãe e acredita que o furto tenha acontecido durante a madrugada. A bicicleta furtada é uma GTS Aro 26, de cor cinza.

O caso

A ciclista e estudante de direito Andressa Lustosa, de 25 anos, foi assediada enquanto andava de bicicleta. O momento foi capturado por câmeras de segurança e compartilhado por Andressa em suas redes sociais.

Reprodução

Nas imagens, a jovem anda de bicicleta por uma via quando o passageiro de um carro coloca o braço para fora e a apalpa. Ela se assusta e cai.

O carona e o motorista do carro envolvido no assédio estão presos preventivamente e ambos responderão pelos crimes de importunação sexual e lesão corporal qualificada.

Repercussão

Após o episódio, que teve repercussão nacional, Andressa ganhou mais de 100 mil seguidores nas redes sociais. O vídeo que mostra o momento em que o assédio aconteceu já tem mais de 5 milhões de visualizações.

O inquérito policial sobre o caso deve ser concluído amanhã (01) ou até o início da semana que vem.

Grupo furtava prédios comerciais de Curitiba com treinamento ao estilo La Casa de Papel, da Netflix

Assim como na série La Casa de Papel, exibida pela Netflix, um grupo muito preparado foi detido na manhã desta terça-feira (28), em Curitiba e região metropolitana de Curitiba.

O grupo é suspeito de pelo menos 13 furtos em prédios comerciais, no Paraná e em Santa Catarina.

Os integrantes tinham treinamento de escalada e rapel e usavam cordas e até uma serra elétrica para praticar os furtos. Um crime organizado como a série espanhola, criada por Álex Pina, sucesso na plataforma de streaming.

Se na série os assaltos planejados pelo Professor tinham como alvos a Casa da Moeda Real da Espanha e outro no Banco Central da Espanha, no Paraná e Santa Catarina os alvos eram edifícios comerciais.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu na manhã desta terça 23 ordens judiciais, sendo10 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão.

“Essa quadrilha já age em Curitiba e região há mais de um ano e meio. Eles geralmente entram nesses prédios comerciais escalando. Nós apreendemos uma grande quantidade de materiais de escalada e rapel. Eles procuram subtrair celulares, computadores, notebooks, cartões corporativos, dinheiro”, disse o delegado Marcelo Magalhães, da Delegacia de Furtos e Roubos, em entrevista à Banda B.

Djalma Malaquias/ Banda B

Assim como na série, o grupo usava de artifícios para dificultar o serviço investigativo. Além de máscaras similares de La Casa de Papel, eles pintavam as câmeras de segurança com tinta em spray para que as imagens dos furtos não fossem registradas pelos equipamentos de segurança.

Na série da Netflix cada membro tem sua especialidade. No grupo que agia no Paraná e Santa Catarina não era diferente.

“Eles faziam um levantamento do lugares e estudam a melhor maneira para entrar nos locais. Temos a informações que dois deles trabalhavam com pintura de prédios e isso pode ter dado algum know-how para esses indivíduos praticarem esse tipo de furto”, explicou o delegado.

Segundo Magalhães, um dos locais em que grupo tentou cometer o furto era um escritório de uma deputada federal. No entanto, o assalto ao escritório da parlamentar foi frustrado.

Informações Banda B