PM prende em Curitiba foragido da Justiça condenado a 76 anos de prisão

Uma ação conjunta do 12º Batalhão e do Centro de Inteligência da Polícia Militar nesta terça-feira (13) resultou na prisão de um homem condenado a 76 anos de prisão em Curitiba. Ele estava foragido do sistema penitenciário há aproximadamente um ano e tem dezenas de passagens por homicídios, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. No momento da prisão foram apreendidas uma pistola e munições.

O homem já tinha sido preso pela Polícia Militar em 2019 e, segundo a Corporação, é um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC). A fuga dele ocorreu com o rompimento da tornozeleira eletrônica em abril do ano passado, quando foi beneficiado com a concessão de prisão domiciliar por conta da pandemia e pelo entendimento que se tratava de um preso de grupo de risco ao novo coronavírus, por causa da hipertensão.. A Polícia Militar, que já tinha o histórico criminoso dele, iniciou buscas sobre o seu paradeiro.

“Ele foi preso em um restaurante de luxo, numa ação com o sistema de inteligência. Ele agia na região de Campo Largo e, segundo informações, diversos homicídios que estavam ocorrendo perto da Capital eram devido à ação dele”, disse o comandante do 12º Batalhão, major Marcelo Krainski.

Carro utilizado por Valacir foi apreendido pela polícia Foto: Eliandro Santana/ Banda B

Com ele havia uma pistola de calibre 9mm, 37 munições, carregador, colete balístico, documento falso e uma peruca para ajudar no disfarce. De acordo com a PM, o homem esteve preso na Penitenciária Estadual de Piraquara e já fugiu em outras ocasiões, além de ser alvo de uma tentativa de resgate durante uma transferência.

Foto: AEN PR

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Ciclista que foi vítima de assédio tem bicicleta furtada no Paraná

Como se já não bastasse ter sido vítima de um caso de assédio, em Palmas, no interior do Paraná, a ciclista Andressa Lustosa ainda teve a bicicleta furtada nesta quinta-feira (30). Ela compartilhou a situação em seu perfil no Instagram.

“Apesar de tudo o que aconteceu ainda roubaram minha bicicleta”, escreveu a ciclista na publicação, além de pedir ajuda à população da cidade para encontrar a bicicleta.

Em outra postagem, Andressa afirma ter encontrado marcas de pegadas no vaso de flor da mãe e acredita que o furto tenha acontecido durante a madrugada. A bicicleta furtada é uma GTS Aro 26, de cor cinza.

O caso

A ciclista e estudante de direito Andressa Lustosa, de 25 anos, foi assediada enquanto andava de bicicleta. O momento foi capturado por câmeras de segurança e compartilhado por Andressa em suas redes sociais.

Reprodução

Nas imagens, a jovem anda de bicicleta por uma via quando o passageiro de um carro coloca o braço para fora e a apalpa. Ela se assusta e cai.

O carona e o motorista do carro envolvido no assédio estão presos preventivamente e ambos responderão pelos crimes de importunação sexual e lesão corporal qualificada.

Repercussão

Após o episódio, que teve repercussão nacional, Andressa ganhou mais de 100 mil seguidores nas redes sociais. O vídeo que mostra o momento em que o assédio aconteceu já tem mais de 5 milhões de visualizações.

O inquérito policial sobre o caso deve ser concluído amanhã (01) ou até o início da semana que vem.

Grupo furtava prédios comerciais de Curitiba com treinamento ao estilo La Casa de Papel, da Netflix

Assim como na série La Casa de Papel, exibida pela Netflix, um grupo muito preparado foi detido na manhã desta terça-feira (28), em Curitiba e região metropolitana de Curitiba.

O grupo é suspeito de pelo menos 13 furtos em prédios comerciais, no Paraná e em Santa Catarina.

Os integrantes tinham treinamento de escalada e rapel e usavam cordas e até uma serra elétrica para praticar os furtos. Um crime organizado como a série espanhola, criada por Álex Pina, sucesso na plataforma de streaming.

Se na série os assaltos planejados pelo Professor tinham como alvos a Casa da Moeda Real da Espanha e outro no Banco Central da Espanha, no Paraná e Santa Catarina os alvos eram edifícios comerciais.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu na manhã desta terça 23 ordens judiciais, sendo10 mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão.

“Essa quadrilha já age em Curitiba e região há mais de um ano e meio. Eles geralmente entram nesses prédios comerciais escalando. Nós apreendemos uma grande quantidade de materiais de escalada e rapel. Eles procuram subtrair celulares, computadores, notebooks, cartões corporativos, dinheiro”, disse o delegado Marcelo Magalhães, da Delegacia de Furtos e Roubos, em entrevista à Banda B.

Djalma Malaquias/ Banda B

Assim como na série, o grupo usava de artifícios para dificultar o serviço investigativo. Além de máscaras similares de La Casa de Papel, eles pintavam as câmeras de segurança com tinta em spray para que as imagens dos furtos não fossem registradas pelos equipamentos de segurança.

Na série da Netflix cada membro tem sua especialidade. No grupo que agia no Paraná e Santa Catarina não era diferente.

“Eles faziam um levantamento do lugares e estudam a melhor maneira para entrar nos locais. Temos a informações que dois deles trabalhavam com pintura de prédios e isso pode ter dado algum know-how para esses indivíduos praticarem esse tipo de furto”, explicou o delegado.

Segundo Magalhães, um dos locais em que grupo tentou cometer o furto era um escritório de uma deputada federal. No entanto, o assalto ao escritório da parlamentar foi frustrado.

Informações Banda B