Perto de 200 mil casos positivos, Paraná confirma mais 21 mortes pela covid-19

Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 192.657 casos e 4.758 mortos em decorrência da doença

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (13) mais 720 casos confirmados e 21 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 192.657 casos e 4.758 mortos em decorrência da doença. Há ajuste de casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS – 795 pacientes com diagnósticos confirmados de Covid-19 estão internados nesta terça-feira (13). São 659 pacientes em leitos SUS (316 em UTI e 343 em leitos clínicos/enfermaria) e 136 em leitos da rede particular (59 em UTI e 77 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 900 pacientes internados, 393 em leitos UTI e 507 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 21 pacientes, todos estavam internados. São 9 mulheres e 12 homens, com idades que variam de 39 a 84 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 3 de outubro e 13 de outubro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em: Castro (4) e Cascavel (2). A Sesa confirma também um óbito em cada um dos seguintes municípios: Altonia, Bandeirantes, Brasilândia do Sul, Cambara, Capitão Leônidas Marques, Colombo, Cruzeiro do Oeste, Curitiba, Jandaia do Sul, Jundiaí do Sul, Medianeira, Ortigueira, São Miguel do Iguaçu, Telêmaco Borba e Umuarama.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 2.035 casos de residentes de fora, 47 pessoas foram a óbito.

Informações Banda B.

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Morre voluntário brasileiro que participava dos testes da vacina de Oxford

Não se sabe ainda se ele tomou a vacina ou o placebo

Um voluntário brasileiro que participava dos testes da vacina de Oxford morreu, informou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (21).  O médico João Pedro Feitosa, de 28 anos, que participava como voluntário dos testes da vacina de Oxford, morreu em decorrência de complicações da covid-19.

Ainda não foi divulgado, porém, se ele tomou a vacina de fato ou placebo e qual a relação da morte com os testes da imunização. A Anvisa também não deu detalhes sobre o paciente, quando a morte ocorreu e desde quando ele fazia parte dos testes.

A agência afirmou em nota que responsáveis pelo desenvolvimento da vacina compartilharam dados referentes à investigação realizada pelo Comitê Internacional de Avaliação de Segurança, que sugeriu prosseguir os estudos durante a análise do caso.

“É importante ressaltar que, com base nos compromissos de confidencialidade ética previstos no protocolo, as agências reguladoras envolvidas recebem dados parciais referentes à investigação realizada por esse comitê, que sugeriu pelo prosseguimento do estudo. Assim, o processo permanece em avaliação.”

O texto da Anvisa diz ainda que, “segundo regulamentos nacionais e internacionais, os dados sobre voluntários de pesquisas clínicas devem ser mantidos em sigilo, em conformidade com princípios de confidencialidade, dignidade humana e proteção dos participantes”.

Por fim, diz que “cumpriu, cumpre e cumprirá a missão de proteger a saúde da população”.

A AstraZeneca Brasil afirma ainda não ter um posicionamento oficial sobre o assunto.

Informações Banda B.

Bolsonaro fala em traição e afirma que vacina chinesa ‘NÃO SERÁ COMPRADA’

O Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da Coronavac

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 21, que a vacina contra o novo coronavírus produzida na China “não será comprada” pelo governo brasileiro. A mensagem foi publicada no Facebook, em resposta a um comentário crítico ao anúncio do Ministério da Saúde de que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac que será produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

“Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da Ditadura chinesa”, comentou um usuário. O presidente respondeu: “NÃO SERÁ COMPRADA”, em caixa alta.

Outra usuária que disse para o presidente exonerar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, “urgente” porque ele estaria sendo cabo eleitoral do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), Bolsonaro respondeu que “tudo será esclarecido hoje”. “NÃO COMPRAREMOS A VACINA DA CHINA”, voltou a dizer em caixa alta.

Na terça-feira, o Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da Coronavac. O acordo foi fechado durante reunião do ministro Pazuello com governadores. “A vacina do Butantan será a vacina do Brasil”, disse Pazuello, ao anunciar o acordo, depois de atritos com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ex-aliado.

A outro usuário que disse que Pazuello os traiu ao comprar a vacina chinesa e disse que o presidente “se enganou mais uma vez”, Bolsonaro afirmou que “qualquer coisa publicada, sem qualquer comprovação, vira TRAIÇÃO”.

Informações Banda B.