Penalista René Dotti, que ajudou a formular impeachment de Collor, morre em Curitiba

O advogado penalista René Ariel Dotti, de 85 anos, morreu nesta quinta-feira (11) em decorrência de problemas cardíacos. Ele morreu em casa e o falecimento foi confirmado pelo presidente da OAB-PR (Ordem dos Advogados do Brasil), Cássio Telles.

“Infelizmente, o professor René nos deixou. É um dos dias mais tristes da nossa gestão. A figura do professor Rene se confunde com a estatura da OABPR, que ele tão brilhantemente ajudou a elevar. Um democrata, um defensor das liberdades, um apaixonado pela justiça. Uma perda irreparável para o Brasil. Júlio, nossas condolências a ti, sabemos como ele era importante na sua vida. Que tristeza. Lamento muito”, postou o presidente.

Dotti tem uma carreira de sucesso e ajudou a formular as leis de imprensa e eleitoral e o pedido de impeachment de Fernando Collor. Era ainda advogado da Petrobras nos processos da Operação Lava Jato em que a empresa é assistente de acusação.

Posicionamento escritório do advogado René Dotti

A Dotti e Advogados comunica, com profundo pesar, o falecimento de seu fundador, professor René Ariel Dotti, 86 anos, ocorrido nesta quinta-feira (11), em sua residência.
Nascido em Curitiba no Dia da República, a 15 de novembro de 1934, Dotti formou-se em Direito pela UFPR e começou a atuar na advocacia nos anos 50. Destacou-se na luta contra a ditadura militar, defendendo jornalistas, sindicalistas, professores, estudantes e tantos quantos foram perseguidos pelo regime. Por quase seis décadas, Dotti contribuiu com o ensino jurídico, com diversos livros e pareceres.

Dotti deixa a esposa Rosarita, as filhas Rogéria e Cláudia, e os netos Gabriel, Pedro, Lucas e Henrique, além de uma legião de admiradores na área do Direito e em todas as esferas da sociedade.

Informações Banda B.

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MON promove programação especial na 15ª Primavera de Museus

Museu Oscar Niemeyer (MON) oferece ao público uma programação especial neste mês. As ações fazem parte da 15ª Primavera dos Museus, evento coordenado anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) e que acontecerá até o dia 26 de setembro. São 680 instituições inscritas e mais de 1.700 atividades em todo o Brasil.

Nesta quarta-feira (22), às 16 horas, ocorrerá a edição especial do programa MON ao Vivo: a oficina virtual “Um Mapa na Palma da Mão”. Esta ação é gratuita e destinada a toda pessoa interessada, de 7 anos ou mais – crianças menores de 7 anos devem estar acompanhadas de um adulto.

A inspiração para a oficina é o tema proposto pela Primavera de Museus em 2021, “Museus: Perdas e Recomeços”, além das obras da série “Tente Ver o Oceano” (Maya Weishof), presentes no acervo do Museu. Para fazer a inscrição, é preciso acessareste link.

Depois de preencher o formulário, é só aguardar o recebimento do link de participação. Esta ação, realizada na plataforma Zoom, contará com intérprete de Libras. Para mais informações, é só entrar em contato pelo e-mail educativo@mon.org.br ou 3350-4448.

Já no dia 24 (sexta-feira), às 19 horas, o MON oferecerá o encontro virtual com Vanessa Lima – educadora, historiadora e coordenadora do Núcleo Educativo do Arquivo Histórico Municipal de São Paulo. É coautora do livro “Caminhando a Paulista: Pequeno Manual do(a) Historiador(a) da Cidade” e desenvolve projetos na área de mediação cultural em diferentes museus e instituições.

A videoconferência terá como tema “Sobre Patrimônios e Afetos: Os Museus e a Dimensão da(s) Memória(s)” e pretende traçar relações com territórios, artistas visuais, educadores e dinâmicas do patrimônio cultural que trabalham a partir de poéticas da memória e do esquecimento. Para participar, basta se inscrever em bit.ly/VideoconferênciaVanessaLima.

Serviço

Programação especial – 15ª Primavera dos Museus
ACESSÍVEL EM LIBRAS

Oficina virtual “Um Mapa na Palma da Mão”
Data: quarta-feira (22/9)
Horário: 16h – Plataforma Zoom
Inscrições pelo formulário bit.ly/MONaoVivoSetembro

Videoconferência com Vanessa Lima
Data: sexta-feira (24/9)
Horário: 19h – Plataforma Zoom
Inscrições pelo formulário bit.ly/VideoconferênciaVanessaLima

www.museuoscarniemeyer.org.br

Mães relatam tentativas de roubo de crianças em mercado no Sítio Cercado

Tentativas de roubo de crianças em um mercado do bairro Sítio Cercado, em Curitiba, estão assustando moradores da região. A reportagem da Banda B recebeu alguns relatos de mães, nesta segunda-feira (20), que passaram pela situação no mesmo estabelecimento.

Ariadne Henriques, mãe da Isabela, de apenas quatro anos, contou à Banda B que uma mulher teria tentado levar sua filha na saída do mercado, por volta das 20h30 da última sexta-feira (17).

“Eu estava com a Isabela no mercado, fiz as compras e quando a gente estava saindo uma moça veio encontrar a gente, na porta do mercado. Ela estendeu a mão para a minha filha e começou a chamar ela de Laura. Eu falei que não era Laura e até achei que ela estava confundindo com outra criança. Mas ela insistiu, disse que era a filha dela e que ia levar ela embora. Eu coloquei a Isabela para trás de mim e comecei a discutir”, afirmou Ariadne.

Com a discussão, algumas pessoas começaram a se aproximar e a mulher foi embora.

Outros relatos

Após narrar o episódio em um grupo no Facebook, Ariadne teria recebido o contato de várias outras mães que passaram pela mesma situação.

“Não é a primeira vez que isso acontece no mercado. Já tiveram várias outras situações de pessoas que entraram em contato comigo e me contaram. Essa mulher que nos abordou tinha idade entre 30 e 35 anos, bem arrumada, e chegou com tanta intimidade que quem viu achou que ela conhecia a gente. Não sei se haviam mais pessoas com ela, porque depois ela sumiu muito rápido”, relatou a mãe de Isabela.

Na publicação com o relato de Ariadne, outra mãe aparece dizendo que neste ano, no mesmo mercado, um rapaz e uma senhora teriam tentado roubar o filho dela, de cinco anos de idade, enquanto ela fazia compras na panificadora do estabelecimento.

Ariadne teria ido até uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência, no entanto, ninguém teria dado muita importância ao caso. O episódio não teria caracterizado crime, já que não houve o sequestro, segundo relatou a mãe sobre a resposta da polícia.

Informações Banda B